Prost disputou o Mundial de Fórmula 1 entre 1980 e 1993, sendo que ficou um ano (1992) fora das pistas. Durante toda a carreira de Senna na categoria, eles só não disputaram as curvas em 1992 e nas três primeiras provas de 1994, já que o brasileiro disputou o campeonato entre 1984 e 1994.
Ayrton Senna: O Maior Ídolo da Fórmula 1. Descubra por que Ayrton Senna é considerado o mais querido e icônico piloto da história da Fórmula 1. Saiba mais sobre seu legado e por que ele é idolatrado por tantos fãs em todo o mundo.
Ele era dono da Brabham nos anos 1980, quando Nélson Piquet foi campeão mundial pela equipe. Sua opinião desafia os amantes das estatísticas, já que os números de Senna são inferiores aos do alemão Michael Schumacher tanto em títulos mundiais (3 contra 6), quanto em vitórias (41 contra 73).
Quem é considerado o melhor piloto de Fórmula 1 da história?
Senna foi o piloto mais espetacular da maior categoria do automobilismo e frequentemente lidera as eleições realizadas com pilotos. E vale lembrar que é o ídolo do número 1 da minha lista, o inglês Lewis Hamilton.
A rivalidade entre Senna e Prost é considerada a maior da história Fórmula 1. Senna chegou à McLaren em 1988 para ser companheiro de equipe de Prost, que já era bicampeão de F1.
Ayrton Senna e Alain Prost protagonizaram grandes disputas na Fórmula 1 com vários duelos em diferentes momentos de sua carreiras. A rivalidade teve o seu auge nas temporadas de 1988, 1989 e 1990, anos em que os dois pilotos foram os principais protagonistas e se encontraram durante a corrida decisiva no GP do Japão.
Mario Sérgio de Carvalho (kart) O primeiro grande rival de Ayrton Senna apareceu ainda em São Paulo nos tempos de kart. Mario Sérgio de Carvalho era quem mais brigava com o tricampeão da Fórmula 1 por títulos. A rivalidade nas pistas era tão grande que os dois não se falavam após as corridas.
Em Mônaco, Senna conquistou cinco vitórias consecutivas (1989 a 1993). Esse recorde é dividido com Lewis Hamilton, que também soma cinco triunfos seguidos só que no GP da Espanha (2017 a 2021).
A resposta está em seu espírito guerreiro, competitivo, vencedor e, principalmente, por seu um grande exemplo na arte da superação. Justamente por isso, Senna não é apenas um ídolo das pistas, e acaba sendo um exemplo também fora do esporte.
Segundo a Forbes, a riqueza pessoal de Toto Wolff alcança a soma de um bilhão e 600 milhões de dólares, quase R$9 bilhões. A Forbes publicou uma nova análise do patrimônio pessoal de cada chefe de equipe da Fórmula 1. Na primeira colocação, Toto Wolff lidera com uma boa vantagem sobre o segundo mais rico do paddock.
Ele também cedeu integralmente ao instituto os direitos sobre a marca 'Senna', usada até hoje em todo o mundo. Uma parte volumosa do patrimônio do piloto ficou com seu sobrinho, Bruno Senna, 41.
A lenda do basquete Michael Jordan ocupa o topo da lista. O ex-atleta assinou com a Nike em 1984, quando foi draftado pelo Chicago Bulls. Isso mudou o destino dele e da marca. Jordan acumula fortuna de US$ 3,75 bilhões (R$ 18,6 bilhões).
A amizade entre Ayrton Senna e Michael Schumacher foi marcada por respeito e admiração mútua, mesmo em um cenário competitivo como a Fórmula 1. Ayrton, já uma lenda do automobilismo, foi uma referência para o jovem Schumacher, que começava a trilhar seu caminho na categoria.
Lewis Hamilton é o maior campeão da história da Fórmula 1 (7x) e o dono do maior número de vitórias em GPs (103x). O inglês divide o posto com Michael Schumacher, heptacampeão da categoria. No entanto, Hamilton pode ultrapassar o alemão nas suas últimas temporadas na carreira.
Em primeiro lugar da lista está Carlos Sainz (Jr), piloto espanhol da Ferrari e filho de Carlos Sainz, bicampeão mundial de ralis. Sua pontuação é de 338 pontos na F1 na temporada 2022-2023.
Vitórias: Senna venceu 41 corridas de 161 que disputou (aproveitamento de 25,4%), ao passo que Hamilton venceu 43 de 164 corridas (aproveitamento de 26,21%); Vitórias consecutivas: Senna venceu cinco GPs consecutivos em Mônaco, entre os anos 1989 e 1993.
Como está Schumacher? Segundo a versão oficial da família, atualmente o ex-piloto está consciente e se recupera de forma gradativa. Ele descansa em sua casa em Lake, na Suíça, onde foi levado nove meses depois do acidente. Apenas alguns familiares e amigos íntimos são autorizados a visitá-lo.