Os éforos (em grego clássico: Ἔφορος, ἐπί epi, "sobre" e ὁράω horao, "ver", ou seja "aquele que prevê") eram líderes da antiga Esparta que compartilhavam do poder com os reis de Esparta. Cinco éforos eram eleitos anualmente, eles "juravam em nome da cidade", enquanto os reis juravam por si mesmos.
O Eforato foi uma instituição própria de um Estado-nação que, ao contrário de Atenas, mantinha e misturava instituições dos tempos gentílicos com instituições e práticas mais condizentes com a democracia.
Os esparciatas eram o corpo de elite do exército de Esparta, pois dedicavam toda a sua vida ao treinamento militar. Esse treinamento iniciava-se aos sete anos de idade e seguia durante toda a vida, o que fazia dos soldados espartanos os melhores e os mais disciplinados de toda a Grécia.
Cripteia (em grego clássico: κρυπτεία krupteía de κρυπτός kruptós, "oculto, secreto") é uma Tradição cultural ou um Rito de passagem praticado por jovens espartanos que integrava o regime de educação Agogê, quando esses jovens experimentavam um período de exclusão, violência e inversão.
Segundo o historiador Heródoto, o lema dos espartanos era “não fugir do campo de batalha diante de qualquer número de inimigos, mas permanecer firmes em seus postos e neles vencer ou morrer”. Desde o nascimento a criança espartana já era julgada sob o olhar de valores guerreiros.
A Ápela , era uma assembléia formada por, cidadãos espartanos,com mais de trinta anos, que elegia os membros da Gerúsia que, aprovavam ou rejeitavam, as leis encaminhadas por eles. Correspondia à Eclesia, em Atenas.
Esparta foi uma das maiores pólis da Grécia Antiga, e, durante o Período Clássico, foi a cidade que dominava a região do Peloponeso. Os historiadores acreditam que ela surgiu durante o Período Homérico e que, a partir do século VII a.C., começou a crescer, tornando-se a força hegemônica na região.
Metecos: Eram os estrangeiros residentes em Atenas, geralmente se dedicavam ao comércio. O fato de Atenas ter sido uma cidade cosmopolita contribui para uma grande presença de metecos.
O fato de associarmos o termo "espartano" a alguém que seja austero, sóbrio, firme, severo, sem frescuras não vem do acaso. Vem da história. Esses adjetivos estão relacionados a uma espécie de modelo ideal dos antigos espartanos, os habitantes de Esparta, no sul da Grécia Antiga, na península do Peloponeso.
O laconismo remete à capacidade de ser breve e conciso na comunicação, usando poucas palavras para expressar as ideias ou mensagens a se expor. A origem do termo remete à Lacônia, região da Península do Peloponeso, onde se localizava Esparta. Os espartanos eram conhecidos por usarem poucas palavras para se expressar.
A cidade de Esparta era também uma diarquia, ou seja, governada por dois reis que mantinham a posição por direito hereditário. Eram chefes religiosos e poderiam participar dos conflitos, quando necessário. Os reis tinham papel religioso, também sendo sacerdotes de Zeus, um dos principais deuses gregos.
Os reis da cidade-Estado de Esparta governavam através de um sistema conhecido como diarquia, onde dois reis de família diferentes governavam com iguais poderes.
Em Esparta, uma sociedade guerreira, os casais de amantes homens eram incentivados como parte do treinamento e da disciplina militar. Essas práticas dariam coesão às tropas. Em Tebas, colônia espartana, existia o Pelotão Sagrado de Tebas, tropa de elite composta unicamente de casais homossexuais.
A Esparta Moderna é a capital da unidade regional da Lacônia, na Grécia contemporânea, e um centro para produtos como frutas cítricas e azeitonas. A cidade era única na Grécia Antiga por conta de seu sistema social e constituição, que eram completamente focados no treinamento militar de excelência.
Esparta venceu Atenas, mas não teve forças para manter seu domínio sobre a Grécia Antiga e acabou derrotada pelos macedônicos. Helenismo: cultura grega expandiu-se para outros povos e misturou-se com outras culturas.
Segundo a mitologia, os gregos só venceram após enganar os inimigos com o famoso cavalo de Tróia. Supostamente um presente para os troianos, o enorme cavalo de madeira levava vários soldados escondidos, que abriram as portas da cidade rival para a invasão do exército grego.
Os 300 Espartanos morreram movidos por um ideal humano. Os 300 de Gideão provaram que Deus é fiel e viveram porque foram tocados pelo Espírito de Deus. Os Espartanos fazem parte da história da terra. Os 300 de Gideão fazem parte da história eterna da Bíblia.