A identidade dos noivos não é revelada. Há quem diga que o matrimônio era entre Maria Madalena e João Evangelista. Por essa versão, entretanto, o noivo acabaria se encantando com o gesto de Jesus - e abandonado o casamento para se tornar discípulo.
Os textos sagrados, contudo, não mencionam os nomes dos noivos. Segundo uma crença bastante difundida, o casal teria sido Maria Madalena e João Evangelista. Na anedota popular, o desdobramento desse milagre teria sido não uma bênção para o casal, mas o fim relâmpago de seu matrimônio.
Ela teria se casado com João Evangelista, o casamento deles foi relatado nas bodas de Caná (Jo 2,1-11). Ali mesmo, durante a cerimônia, o noivo teria abandonado Madalena e seguido Jesus, e Madalena se tornado prostituta. Mais tarde, ela se encontra com Jesus, passando a segui-lo também.
Finalmente, após uma relação de altos e baixos, Maria Madalena se uniu a Petronius (Fernando Pavão) em uma cerimônia de casamento celebrada pelo apóstolo Pedro (Petrônio Gontijo).
QUEM FOI MARIA MADALENA: CONHEÇA A HISTÓRIA DA DISCÍPULA DE JESUS CRISTO
Quem foi o marido de Madalena?
Não é mencionado nas escrituras quem é casal que estava realizando a comunhão, mas alguns comentaristas bíblicos, historiadores e o teólogo São Jerônimo, do século 9, acreditam que o casamento é de Maria Madalena e João Evangelista, o autor do quarto evangelho.
Na sequência, Petronius também revela que viu Jesus depois de ressuscitado e agora acredita piamente que Ele é o Filho de Deus. Emocionada com a conversão do amado, Maria Madalena a perdoa e aceita se casar com ele, confessando que nunca deixou de amá-lo.
"Agora existe evidência escrita de que Jesus foi casado com Maria Madalena e que eles tiveram filhos juntos. (...) De acordo com o documento que descobrimos, em algum momento nesse período (dos 12 aos 30 anos, não relatados na Bíblia), ele ficou noivo, casou-se, teve relações sexuais e produziu crianças.
Tiago, José, Judas, Simão e duas irmãs. O Messias pode ter tido uma família mais alargada, mas não Os mistérios sobre Jesus começam quase sempre com uma frase escrita pelos seus seguidores, transmitida ao longo dos séculos.
De acordo com o documento que nós descobrimos, em algum momento durante este período ele ficou noivo, casou-se, teve relações sexuais e fez filhos;, diz um fragmento do livro.
As relíquias foram profanadas durante a Revolução Francesa em 1789, mas o crânio foi guardado sendo e restaurado em 1814 e colocado na Basílica de Santa Maria Madalena onde permanece até hoje.
Mas, por ser de uma família humilde, da província de Nazaré, seria considerado um galileu sem descendência de Aarão, Jesus nunca poderia fazer parte da cúpula religiosa judaica. Portanto, o encontro entre Nicodemos e Jesus seria muito improvável.
Maria Madalena buscava na fé força para batalhar por dias melhores. Tinha acabado de "aceitar Jesus" na igreja quando foi friamente assassinada na frente dos seus familiares.
Para Medeiros, "diante dos documentos que temos acesso" não é possível acreditar cientificamente que Jesus e Maria Madalena tenham sido um casal. "A maioria dos historiadores do cristianismo, pelo menos, ainda descartam essa hipótese", ressalta ela.
A Bíblia relata ainda que ela acabou sendo a primeira a encontrar o sepulcro de Cristo aberto e, portanto, se tornou a anunciadora, aos outros discípulos, da ressurreição de Jesus. A seguir, todavia, seu nome desaparece do livro sagrado.
Jesus, então, a chama por nome: “Maria!”. E ela, voltando-se, disse: “Rabôni!”, que, em hebraico, quer dizer “Mestre!”. E Jesus lhe confia uma missão: “Não me retenhas, porque ainda não subi a meu Pai, mas vai a meus irmãos e dize-lhes: Subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus”.
Depois disto, José de Arimateia, que era discípulo de Jesus, mas oculto, por medo dos judeus, rogou a Pilatos que lhe permitisse tirar o corpo de Jesus da Cruz. E Pilatos lho permitiu. Então foi e tirou o corpo de Jesus.
Segundo o professor André Chevitarese - do Instituto de História da UFRJ e da Unicamp -, não há evidência sobre a vida conjugal de Jesus, nem mesmo a Bíblia faz qualquer menção. A discussão sobre o tema, afirma o historiador, veio a aparecer somente no século 2 e reflete, nos dias de hoje, tabus erguidos pela Igreja.
Pilatos é levado como prisioneiro com ela a Roma para ser julgado, mas toda vez que o imperador vê Pilatos para condená-lo, sua raiva se dissipa. Isso se revela porque Pilatos está vestindo o casaco de Jesus; quando o casaco é removido, o imperador o condena à morte, mas Pilatos comete suicídio primeiro.
Inconformado com o fracasso no plano de encontrar o corpo de Jesus e os apóstolos, Pôncio Pilatos culpa Petronius, a quem chama de incapaz e incompetente. "Bastava trazer o corpo do Nazareno e tudo estaria resolvido", esbraveja o governador, que, em seguida, expulsa o soldado do exército romano.