“É ele quem rege o tempo, representando a ancestralidade dos que vivem no presente, sob o signo dos que vieram antes.” O historiador conta que os religiosos ensinam que, no início do mundo, Iroko habitava a primeira árvore plantada na Terra e através dela os outros orixás desceram do céu.
Ìrókò usa as cores verde, branco e marrom que melhoram a concentração e atraem independência. Seu dia de culto é a quarta-feira, que é um ótimo dia para lidar com dinheiro.
Iroco ou Irocô (em iorubá: Iroko) é um orixá do candomblé Queto. No Brasil, é associado à árvore conhecida como gameleira (Ficus insipida), enquanto que, na África, é associado à árvore Milicia excelsa. Corresponde ao vodum Locô no candomblé jeje e ao inquice Tempo no candomblé banto.
No jogo de búzios, Ìrókò comunica-se por meio do Odù Éjìlàṣẹbọrà. Quando o lado positivo desse Odù se manifesta, ele anuncia fortuna e reconhecimento social; em sua face negativa, ele alerta contra perdas e influências negativas.
Iroko (do iorubá Íròkò) é guardião da ancestralidade e dos antepassados, é a força das variações meteorológicas e, ao mesmo tempo, floresta centenária. Ou o próprio coletivo de árvores grandiosas; seio da natureza que é morada de todos os Orixás; primeira árvore que se fez plantar na Terra.
As oferendas a Iroko são realizadas em locais onde grandes árvores crescem, em especial as árvores centenárias, que representam sua conexão com a natureza e a ancestralidade. Milho, inhame e mel: Simbolizam fartura e a conexão com a terra. Água fresca: Representa a vitalidade e a pureza.
Oxalá e Jesus: Oxalá é considerado o Orixá supremo, muitas vezes referido como 'Pai de Todos'. Ele é associado à criação, à paz, à harmonia e à sabedoria, assim como Jesus Cristo.
Òséèrèmàgbò é uma rara divindade yorubá ligada ao uso ritual das plantas que proporcionam cura. Seu conhecimento é passado de forma restrita entre praticantes que trabalham com ervas e plantas sagradas, mas sua adoração não chegou ao Brasil de forma estruturada.
Ìrókò é o Òrìsà que mora na árvore gameleria branca, dotado de grande generosidade e responsabilidade. Usa o ókó (lança) e o ìko (palha-da-costa). Seu número é o 12 (odù Èjìlá Seborà). Sua saudação é "Ìrókò iná iso èro!" (Acalme-se fogo!).
No Sincretismo representa a figura de Jesus Cristo, filho do Criador de tudo. É reconhecido pela sua força de bondade, amor, perseverança, limpeza espiritual, paz, união. É representado por tudo que indica positividade. Se apegar a energia de Oxalá faz vencermos obstáculos que acreditávamos não vencer.
Em Janeiro dia 14 abrimos o calendário litúrgico de nossa casa com a festa de Ìrókò é um Orixá muito antigo. Ìrókò foi à primeira árvore plantada e pela qual todos os restantes Orixás desceram à Terra.
Por outro lado, se levarmos em consideração essa compreensão cosmológica do mundo à luz da mitologia do candomblé de que falei há pouco, Daniela Mercury é filha de Oxaguiã, um orixá idealista, que também manifesta sua força de trabalho através da defesa dos direitos humanos e das pessoas a quem considera injustiçadas ...
Ora, diabo ou demô- nio é uma entidade com características bem definidas e estudadas. É o oposto de Deus, suas obras sâo malignas, ele vive procurando perder o homem. Enfim Dia- bo é antítese de Deus, é a encarnação de toda a maldade existente.
A mesma coisa aconteceu com Exu, que é o demônio segundo algumas tradições no Brasil, mas é o mensageiro entre os homens e os deuses segundo outras. Assim, pode ser associado a esse mensageiro, que, no sistema cristão, é Jesus. Quando se vai a Cuba, Exu é o Menino Jesus de Praga.
No sincretismo religioso, Nanã representa Nossa Senhora Sant'Ana (ou Santa Ana). Sabe-se que ela foi a mãe de Maria de Nazaré, portanto, a avó de Jesus. Seu nome significa graça.
“Iroko é o orixá do tempo. Quando a vida está fraca ele solta outras raizes para se sustentar até encontrar a terra. O pé do Iroko simboliza o amor perfeito.
Ìrókò rege a cautela, a perseverança e a longevidade. É a ele que devemos pedir prudência e sabedoria para viver. No jogo de búzios por Odù, Ìrókò fala através de Éjìlàṣẹbọrà, que na forma positiva fala de fortuna e prestígio social. Já no lado negativo, fala de roubo e sabotagem.
Ao contrário da maioria dos orixás, este não costuma “baixar” nas festas de santo. É reverenciado por meio de oferendas à árvore que o representa. Os animais a ele consagrados são a tartaruga e o papagaio. Iroko é um Orixá pouco cultuado tanto no Brasil como em Portugal, e os seus filhos também são muito raros.
Uma das lendas africanas mais famosas e cativantes é, sem dúvida, a de Anansi, a aranha astuta. Originalmente do Gana, essa lenda atravessou fronteiras e oceanos para ser conhecida em todo o mundo.
Oxóssi é o orixá da caça, das florestas e da fartura. Também é conhecido como o guerreiro de uma flecha só por conta da precisão de suas estratégias de caça. Suas histórias trazem lições sobre o trabalho, a família, o compartilhamento e as estratégias de vida.
O famoso Rio Madeira, grande afluente a margem direita do Rio Amazonas. É verdade que as descobertas desse rio marcaram páginas importantes da história colonial da Amazônia. Segundo a lenda ele teria nascido do seio do “Madre de Dios” e os espanhóis chamaram “Rio de Los Palos e, os portugueses chamaram de Rio Madeira.