Hécate é frequentemente chamada "Perseis" (significando "filha de Perses"), o que também é o nome de uma das ninfas Oceânides, esposa de Hélios e mãe de Circe em outras versões.
Hécate é uma deusa de múltiplas representações na Antiguidade, porém a mais predominante no imaginário contemporâneo é a da terrível deusa da magia. Isso se deve, principalmente, à figuração da deusa na peça Macbeth, de Shakespeare, que, por sua vez, herdou essa imagem da representação da deusa em Roma.
Hécate, também chamada de Perséia, era filha dos titãs Astéria — a noite estrelada e Perses — o deus da luxúria e da destruição, mas foi criada por Perséfone — a rainha dos infernos, onde ela vivia. Antes Hécate morava no Olimpo, mas despertou a ira de sua mãe quando roubou-lhe um pote de carmim.
A primeira menção desta se dá na Teogonia, escrita por Hesíodo em 700 a.C., onde parte de seu mito é contado. Filha de Perses e Astéria, Hécate se difere do restante dos deuses gregos por ser uma Titânida, ou seja, uma Deusa pré-olimpiana.
Nela a deusa Hécate, descendente da família de Titãs é cultuada e honrada por Zeus. Dispõe de poderes sobre o mar e a terra, concede força ao homem que lhe presta sacrifícios e às mulheres que lhes prestam honras a deusa protege os filhos.
Os filhos de Hécate são o tipo de pessoas que se movem estranhamente em silêncio, e geralmente, (especialmente os homens) são bastante confiantes em si mesmos, mas sempre carregam uma espécie de tristeza nos olhos, bem no fundo.
Hécate estava associada a fronteiras, muralhas de cidades, portas, encruzilhadas e reinos além do mundo dos vivos, frequentemente caracterizada como uma deusa “liminar”, mediando entre os reinos Olímpico e Titã e entre esferas mortais e divinas.
A Roda de Hécate é frequentemente representada como um círculo dividido em três partes, com uma chave em cada uma das seções, simbolizando o domínio de Hécate sobre as três esferas: o céu, a terra e o submundo.
Necromancia: Como a Deusa da Necromancia e assistente de Perséfone, Hécate pode controlar e manipular os mortos até certo ponto. Forma Divina Titânica: Como Titã/deusa, Hécate tem a habilidade de incinerar qualquer ser menor que um deus/Titã apenas estando presente.
Hécate é, na Mitologia Grega, a deusa da magia, feitiçaria, das encruzilhadas, fronteiras, fantasmas e os espíritos da noite. Ela era frequentemente retratada segurando duas tochas ou uma chave, patronizando caminhos e iluminação.
Era uma vez, uma velha Bruxa de nome Samara, que morava na Floresta Desconhecida, no Planeta Terra. Ela era chamada, por alguns malvados, de Bruxa Louca. Porém, Samara não era louca coisa nenhuma, pois amava muito a sua família e era do Povo das Bruxas Curandeiras.
Na Mesopotâmia tinha como símbolo o vento, trazia doenças e às vezes a morte. Na mitologia grega é associada à deusa Hécate, uma divindade guardiã das portas do submundo. A figura de Lilith é hoje relacionada à insubmissão, sensualidade, busca por justiça, independência e igualdade.
Essa é a Deusa Hécate que é frequentemente representada em suas três faces: jovem, adulta e anciã, simbolizando as fases da vida, a sabedoria e as transições.
O 13 de agosto é dedicado à deusa Hécate (ou Hekate) e vem sendo celebrado cada vez mais, no Brasil e no mundo, por devotos dessa divindade que me fascina há um bom tempo.
O Sigilo Strophalos de Hécate é um símbolo poderoso, composto por círculos interligados, chaves e serpentinas. Ele encapsula a energia mística de Hécate, desbloqueando portais ocultos e abrindo caminhos para a sabedoria ancestral.
Hécate oferece algumas opções maravilhosas para imagens associadas. Cães pretos, fantasmas, caldeirões, cobras, chaves e itens em forma de lua são ótimos e, em termos de cristais, obsidiana, labradorita e pedra da lua são escolhas populares.
A imagem mais conhecida da deusa Hécate é a deusa tricéfala seguida por cães, portadora de tochas, adagas e chaves. Era invocada em encruzilhadas, associada à lua e às serpentes, protetora das feiticeiras e invocada em tabuinhas de imprecação.
Ela é reverenciada como uma figura poderosa de sabedoria, proteção e transformação. Hécate também é representada ao autoconhecimento, poder interior e conexão com os mistérios da vida e da morte.
Com Eetes, Hécate gerou a feiticeira Circe - a deusa da noite que se tornou uma famosa feiticeira com imenso poder da alquimía. Segundo a lenda, a filha de Hécate elaborava venenos, poções mágicas e podia transformar os homens em animais.