Cerca de 250 mil anos atrás, o Homo sapiens desenvolve a fala, o que permite que os indivíduos troquem rapidamente relatórios sobre outros, sendo um meio mais eficiente de gerenciar um grupo, permitindo assim populações maiores e mais complexas.
Mas há duas teorias principais. A primeira teoria é que a linguagem começou com pessoas fazendo sons diferentes, principalmente imitando as coisas ao seu redor, como chamados de animais, sons da natureza e sons de ferramentas. Eventualmente, elas começaram a usar esses sons para falar umas com as outras.
No entanto, a verdadeira evolução da fala começou com o Homo neanderthalensis e o Homo sapiens. Nossos antepassados compartilham um ancestral comum que provavelmente já tinha alguma forma primitiva de linguagem.
Analisando os primatas, em busca de possíveis indicações, descobrimos que eles têm o que os primatologistas chamariam de "palavras" para predadores: eles fazem sons que outros membros do grupo reconhecerão, para indicar "águia", "leopardo", ou talvez apenas "cuidado".
Como os cientistas podem descobrir qual é o mais antigo? Quando se fala em "língua antiga", podemos pensar no sânscrito, egípcio antigo ou no dialeto babilônico.
"Jesus era um falante nativo do aramaico", disse sobre a língua semítica quase extinta que tem grande relação com o hebraico. "Mas ele também teria conhecido o hebraico porque havia escritos religiosos em hebraico."
Alguns estudiosos assumem o desenvolvimento de sistemas de linguagem primitivos (proto-línguas) desde o Homo habilis, enquanto outros colocam o desenvolvimento da comunicação simbólica apenas a partir de Homo erectus (1,8 milhão de anos atrás) ou Homo heidelbergensis (600 mil anos atrás) e o desenvolvimento de uma ...
Charles Darwin supôs que a linguagem surgiu a partir da imitação dos animais, como ele descreveu em 1871: “Não posso duvidar que a linguagem deve sua origem à imitação e modificação, auxiliada por sinais e gestos, de vários sons naturais, as vozes de outros animais e os próprios gritos instintivos do homem.”
A resposta é simples: a sobrevivência. Assim, acredita-se que a primeira palavra dita tenha relação com chamados para alertar e se proteger de possíveis predadores. Entre as possibilidades estão chamados como “oi”, “ei”, “shh”, “pst”.
“Acredita-se que o homem tenha começado a falar – ou começado a tentar falar – cerca de 60 mil anos antes da Era Cristã. Essa possibilidade foi levantada após a descoberta de um osso hióide – situado na base da língua – em uma caverna do Monte Carmelo, em Israel.”
Originário do sul da Mesopotâmia, o idioma sumério foi descrito pela primeira vez em 3.100 a.C. e é considerado pela Encyclopaedia Britannica como o idioma mais antigo existente.
“Nós falamos para nos comunicar uns com os outros. E para aprender a falar, basta que a criança conviva com pessoas que falam alguma língua. Ela aprende espontaneamente a usar a língua que é falada em sua família.
A Bíblia nos traz a informação de que em Babel, Deus confundiu o idioma deles para que não entendessem um ao outro e como consequência deixassem de construir a cidade. (Gênesis 11:7-9).
O mecanismo para gerar a voz humana pode ser subdividido em três partes: os pulmões, as pregas vocais dentro da laringe e os articuladores - lábios, língua, dentes, palato duro, palato mole e mandíbula (figura 1). O pulmão produz um fluxo de ar que funciona como um combustível para gerar a voz.
Na língua portuguesa, as palavras são formadas principalmente por dois processos de formação de palavras: derivação e composição. Cada um desses processos forma novas palavras de maneiras distintas. Além desses, as palavras podem ser formadas também por hibridismo, por redução ou por neologismo.
A origem da fala é um problema decorrente da origem da linguagem que remonta ao desenvolvimento fisiológico dos órgãos da fonação humana, como a língua, os lábios e outros pontos de articulação usados para produzir unidades fonológicas em todas as línguas naturais.
Provérbios 25.11 fala que uma palavra dita na hora certa é um presente belo e valioso. Deduzimos que também é raro, pois não é fácil esperar a hora certa de falar, nem deixar passar as oportunidades.
Com o registro mais remoto datado do século 14 antes da Era Moderna – AEC (o que o calendário cristão costuma chamar de Antes de Cristo), a língua acádia, também chamada de acadiano, é o idioma mais antigo de que se tem conhecimento.
Resumindo, Jesus era trilingue. Falava um pouco de grego para dirigir-se aos estrangeiros e aos romanos, lia as Escrituras em hebraico e falava o aramaico, sua língua materna.
A Linguagem adâmica é, de acordo com o Judaísmo (registrado no Midrash) e alguns cristãos, a língua falada por Adão (e, possivelmente, por Eva) no Jardim do Éden.
O mito da Torre de Babel conta por que existem tantas línguas no mundo. Nele, uma população unida e monolíngue decide construir uma torre que alcance o céu. Deus, irritado com a prepotência das pessoas, confunde a língua delas para que não se entendam mais e espalha as línguas pelo mundo.
Pelo texto bíblico, no princípio dos tempos, só se falava uma língua. Quando os homens resolveram construir uma torre que pudesse alcançar o céu, para ficarem mais próximos de Deus, foram castigados por seu criador e destinados a falar diferentes idiomas.
Geralmente, uma nova língua nasce de outra já existente, num processo que pode durar séculos. O português e o francês, por exemplo, surgiram do latim. Mas também é possível que não haja uma só raiz. É o caso das chamadas línguas germânicas, como o alemão e o dinamarquês.
Sabe-se que a história da escrita começou na antiga civilização mesopotâmica (atual Iraque) por meio dos povos sumérios. Essas pessoas desenvolveram a escrita cuneiforme por volta de 4.000 a.C. Eles iniciaram o processo da escrita usando argila e a cunha (uma ferramenta de metal ou madeira dura, em forma de prisma).