De todos os tetrápodes, vertebrados terrestres com quatro membros, sabe-se que a ausência de pulmões ocorre apenas em anfíbios. São conhecidas algumas espécies de salamandras sem o órgão, além de uma de cobra-cega.
Uma equipe de cientistas israelenses e americanos identificou uma espécie de animal que sobrevive sem realizar respiração celular aeróbica (ou seja, sem oxigênio). Trata-se do Henneguya salminicola, um parasita microscópico que vive nos tecidos musculares de salmões.
A respiração pulmonar é feita pela maioria dos mamíferos, aves, alguns anfíbios e os répteis. Mesmo alguns mamíferos aquáticos, como a baleia, também fazem a troca gasosa pelo pulmão. Por isso, eles precisam ir até a superfície do mar, respirar e voltar para baixo d'água.
Mas essa respiração não é feita por pulmões, e sim pelas brânquias (também conhecidas como guelras), que capturam o oxigênio diluído na água e expelem o dióxido de carbono presente na corrente sanguínea. Primeiro, a água entra pela boca dos peixes e é encaminhada para o órgão respiratório.
Quando os anfíbios estão no meio aquático respiram através da pele. Contudo, quando nascem, é feito através das brânquias. Algumas espécies continuam com a respiração branquial de adultos, como os axolotes.
O Henneguya salminicola é um cnidário, pertencente ao mesmo filo dos corais, águas-vivas e anêmonas. Este parasita vive junto dos salmões. Escondido dentro de seu hospedeiro, ele pode sobreviver com pouco oxigênio. No entanto, como isso é possível ainda era um mistério.
A maioria das serpentes possuem apenas um pulmão funcional, sendo que o pulmão pertencente ao lado esquerdo geralmente aparece de forma vestigial ou mesmo ausente. Dentre as espécies de serpentes mais primitivas, como no caso dos boídeos, ambos os pulmões estão presentes, porém o esquerdo ainda é menor.
A pele não "respira" da mesma forma que nossos pulmões, e a ideia de que a pele precisa ficar sem produtos para "respirar" é equivocada. Na realidade, a pele possui poros que não têm a função de respiração, mas sim de eliminar suor e outras substâncias.
De fato, o cavalo dorme em pé, mas ele também pode se deitar e isso não significa que está doente. Anatomicamente, o equino consegue dormir assim devido aos ligamentos chamados suspensores do boleto. Os ligamentos são capazes de fixar as articulações das pernas, impedindo-as de se dobrarem enquanto está dormindo.
A causa específica da aerofagia é desconhecida, embora a maioria das opiniões apontem para o manejo, caracterizado por falta de atividade física, isolamento e ansiedade de animais confinados em baias, muitas vezes com pouca disponibilidade de forragens.
Vaca, tartaruga e pato são vertebrados que respiram por pulmões, assim como os humanos. Nesses animais, os pulmões são estruturas especializadas responsáveis pelas trocas gasosas.
Enquanto os humanos respiram pelo nariz e pela boca, as baleias têm um espiráculo no alto da cabeça — ou dois, no caso dos misticetos. O espiráculo é “como uma narina”, observa Cunningham. Embora não seja igual ao nariz humano, é pelo espiráculo que as baleias inspiram e expiram.
O coração possui duas cavidades (um átrio e um ventrículo) e divide-se em quatro regiões: seio venoso (parede delgada; desprovido de válvulas e pequeno), átrio (parede delgada; impulsiona o sangue para o ventrículo), ventrículo (parede espessa; impulsiona o sangue para as brânquias e o corpo) e bulbo arterial (parede ...
Por outro lado, crustáceos decápodes como caranguejos, camarões e lagostas possuem brânquias como órgão respiratório e estas se localizam dentro da cavidade branquial que, por sua vez, fica coberta por uma estrutura rígida ou carapaça.
Outras partes do corpo que também não recebem sangue são o cabelo, as unhas, o esmalte dos dentes e as camadas mais exteriores da pele — essas estruturas são compostas principalmente de células mortas que já não possuem atividade metabólica e, portanto, não precisam de suprimento sanguíneo.
O sistema respiratório é responsável por garantir a captação do oxigênio presente no ar e a eliminação do gás carbônico do nosso corpo. É importante mencionar que, além de participar da respiração, esse sistema possui estruturas que garantem a produção dos sons e a percepção dos odores.