Sabendo que Nietzsche não teve filhos (e quase não teve vida sexual), abstenho-me de incomodar seus netos no segundo andar. Percorrendo algumas localidades em volta do golfo de Gênova -Rapallo, Sta.
Aos 44 anos, após sofrer um colapso em Turim, o filósofo Friedrich Nietzsche recebeu o diagnóstico médico de neurossífilis. Devido à ausência de autópsia em seu corpo, tal diagnóstico médico vem sendo questionado historicamente. Realizou-se a revisão da literatura disponível sobre o diagnóstico médico de Nietzsche.
Além de ter sido um acadêmico respeitado e tentado se resolver com as coisas do coração (sem sucesso; nunca se casou nem teve filhos), o filósofo alemão foi muito próximo de Schopenhauer e Wagner — na mesma medida, talvez, que depois viera a se tornar crítico dessas figuras.
Em 3 de janeiro de 1889, Nietzsche sofreu um colapso mental. O próprio teria testemunhado o açoitamento de um cavalo no outro extremo da Piazza Carlo Alberto, e então correu em direção ao cavalo, jogou os braços ao redor de seu pescoço para protegê-lo e, em seguida, caiu no chão.
Também foi amigo pessoal de Richard Wagner, por quem tinha grande admiração. Em 1871 lança sua primeira obra, O Nascimento da Tragédia, ainda sob influência da música de Wagner e da filosofia pessimista de Schopenhauer, com os quais depois virá a romper.
QUEM FOI NIETZSCHE E O QUE ELE NOS ENSINA - Mente em Evolução - [CLÓVIS DE BARROS FILHO] - #30
Nietzsche usava haxixe?
Hoje, as especulações de biógrafos apontam que os sintomas vividos por Nietzsche eram resultado de uma sífilis não tratada, que atingiu o sistema nervoso central e pode ter sido agravada pela dieta pobre e pelo uso de haxixe e ópio.
O super-homem é aquele que está para além do homem, desvinculado de leis castradoras, tradições e costumes asceticamente sacerdotais; ele é o ser alegre, são, forte e criador de novos valores; é aquele que não se furta...
Reza a lenda que Nietzsche, em uma manhã de inverno de 1889, em Turim, avistou um camponês espancando brutalmente seu pobre cavalo. Compadecido, o filósofo atirou-se sobre o homem, espantando-o aos berros, em socorro do animal. Abraçou o pescoço do cavalo e começou a chorar compulsivamente até desmaiar.
Nietzsche negou Deus o tempo todo em suas obras, em contrapartida viveu o tempo todo entranhado na metafísica, ele era inegavelmente um religioso. Há um chocante paradoxo nessa afirmativa, já que a maioria dos nietzschianos considera a religião simples sobrevivência histórica e cultural.
Seu estilo de vida consistia em visitas diárias à sala de leitura do British Museum, onde ficava das nove da manhã às sete da noite, quando o museu fechava. Essa atividade era seguida de longas horas de caminhada noturna em que fumava incessantemente, hábito que afetou sua saúde de modo permanente.
Segundo essa lógica, Nietzsche teria sofrido com a sífilis no final da vida, o que desencadeou a demência e a destruição do seu cérebro. O filósofo morreu em 25 de agosto de 1900. Vale lembrar que os preços e a quantidade disponível dos produtos condizem com os da data da publicação deste post.
Sabendo que Nietzsche não teve filhos (e quase não teve vida sexual), abstenho-me de incomodar seus netos no segundo andar. Percorrendo algumas localidades em volta do golfo de Gênova -Rapallo, Sta.
No entanto, Nietzsche considerava que essa abordagem racionalista e ascética de Sócrates era uma negação da vida e de seus prazeres. Ele afirmava que Sócrates desvalorizava os instintos humanos, o desejo e a sensualidade, o que levaria a uma vida reprimida e desprovida de vitalidade.
Em 1889, aos 44 anos de idade, e após vários anos sofrendo de problemas neurológicos e psiquiátricos, o filósofo germânico Friedrich Niezsche (1844-1900) foi internado em surto psicótico em um asilo na cidade de Basiléia, na Suíça, e diagnosticado com demência paralítica causada por sífilis.
O ateísmo proposto por Nietzsche supomos mais profundo e mais radical do que o ateísmo dos modernos e dos iluministas, precursores das ciências positivas do século XIX. Nietzsche se dirigiria, portanto, aos cientis- tas, pois ele estaria então além desse suposto ateísmo científico.
Jesus, porém, não valora negativamente homem e mundo. Consideradas as coisas mais de perto, afirma Nietzsche, “jamais teve ele um motivo para negar o mundo, ele jamais cogitou do conceito eclesiástico do mundo. Precisamente a negação é para ele inteiramente impossível”.
Nietzsche acreditava que poderia haver novas possibilidades positivas para os humanos sem Deus. Abandonar a crença em Deus abre o caminho para que as habilidades criativas humanas se desenvolvam plenamente.
Para Nietzsche, essa é a experiência do amor sexual, onde se revela “mais claramente como ânsia de propriedade: o amante quer a posse incondicional e única da pessoa desejada, quer poder ser amado unicamente, habitando e dominando a outra alma como alho supremo e absolutamente desejável” (FW/GC, 14, KSA 3.386).
Maus-tratos contra animais configura crime ambiental. Friedrich Nietzsche, em 1889, em Turim (Itália), deparou-se com um cocheiro que chicoteava fortemente o seu cavalo porque este não andava, exaurido que estava. O filósofo repreendeu o cocheiro e abraçou o pescoço do animal, que desabara.
Assim, para Nietzsche, a morte natural é na verdade uma morte não livre e não racional, ocorrendo então em um momento, portanto, impróprio e de não deliberada escolha do indivíduo, posto isso, o ser humano é caracterizado como um ser acorrentado pelo seu destino.
A sentença "Deus está morto" significa: o mundo supra-sensível está sem força de atuação. Ele não fomenta mais vida alguma. A metafísica, isso significa para Nietzsche a filosofia ocidental entendida como Platonismo, está no fim.
Para Nietzsche, o último homem é o homem do niilismo. Incapaz de sair de seu amesquinhamento e desprezar a sua própria condição. O último homem é a representação do homem que, estando em conflito com a crise dos valores vigentes na sociedade, não cria e não nega qualquer valor.
Como o sol que declina, o Zaratustra quer declinar, pois deseja dar e distribuir, quer descer, do mesmo modo que o sol faz à noite” (MACHADO, 1997. p. 42). A descida de Zaratustra e seu declínio são para oferecer um presente aos homens, o além-do-homem.