Quantos anos vive uma pessoa com aneurisma cerebral?
Quanto tempo de vida tem uma pessoa com aneurisma cerebral? O tempo de vida de uma pessoa com aneurisma depende de alguns fatores como o tamanho do aneurisma, a saúde do paciente, sua idade, etc. Entretanto, grande parte dos pacientes vivem cerca de 10 anos sem apresentar qualquer tipo de sintoma ou complicação.
Um aneurisma pode se romper e causar uma hemorragia ou permanecer sem estourar durante toda a vida. Os aneurismas podem ocorrer em qualquer artéria do corpo, como as do cérebro, do coração, do rim ou do abdômen. Os do tipo cerebral e da aorta torácica e abdominal apresentam altas taxas de mortalidade.
Esses aneurismas são frequentemente detectados durante exames de rotina. Em outros casos, o aneurisma cerebral pode romper, causando sangramento no cérebro (acidente vascular cerebral hemorrágico). Nesta situação, o problema rapidamente se torna uma ameaça à vida e requer tratamento médico imediato.
Quais as chances de uma pessoa que teve aneurisma sobreviver?
O tratamento consiste em excluir o aneurisma da circulação sanguínea, evitando-se desta forma a ruptura e sangramento, que quando ocorre, pode ser fatal em 1/3 dos casos e deixar sequelas clínicas limitantes em até metade dos pacientes que sobrevivem.
Com os avanços tecnológicos e os melhores cuidados neurocirúrgicos, a taxa de sobrevivência aumentou. Estima-se hoje que cerca de 60% a 70% das pessoas vítimas de AVC devido à ruptura de um aneurisma cerebral conseguem sobreviver.
Para você ter uma idéia, somente 2/3 dos indivíduos que tiveram aneurisma cerebral que rompeu conseguiram sobreviver. Mesmo assim, em metade dos sobreviventes ficam sequelas que prejudicam muito o seu bem-estar.
O que uma pessoa que teve aneurisma não pode fazer?
A pessoa que não deve, não pode ou não quer ser operada precisa manter controle rigoroso da pressão arterial, não fumar e evitar esforços físicos. No tratamento dos aneurismas cerebrais, a embolização por via endovascular é hoje uma importante forma terapêutica.
O que acontece quando a pessoa morre de aneurisma?
Se rompido, ele pode levar à hemorragia cerebral. No entanto, nem sempre é preciso realizar uma cirurgia como tratamento e, por isso, o acompanhamento médico é essencial em qualquer caso descoberto.
Mas então, qual o AVC mais grave? O aneurisma cerebral, por exemplo, quando rompe, causa um tipo específico de AVC hemorrágico, que é chamado de hemorragia subaracnóide (HSA). De todas as hemorragias intracranianas, ela é certamente a mais grave.
O aneurisma cerebral é considerado muito perigoso, pois, ao romper-se, no interior do crânio, produz lesão e aumento da pressão intracraniana, podendo levar a morte. Em indivíduos que ocorre o aneurisma cerebral estima-se a incidência desta ruptura em quase um terço dos pacientes.
“O relato de que um aneurisma 'desapareceu' espontaneamente deve ser cuidadosamente analisado: é preciso ter acesso aos exames de quem faz essa afirmação, que chega a ser perigosa, pois, em geral, o aneurisma cerebral verdadeiro não regride espontaneamente”, afirma o neurocirurgião Dr.
Os aneurismas representam risco de ruptura, levando o paciente rapidamente à morte, e este risco é proporcional ao tamanho do mesmo. Quando o paciente é submetido à correção cirúrgica, duas das possíveis conseqüências são a disfunção erétil (DE) e a ejaculação retrógrada (ER) com impacto negativo na qualidade de vida.
Os aneurismas da aorta abdominal geralmente se expandem lentamente e, às vezes, se rompem. Eles podem causar uma sensação pulsante no abdômen e, caso se rompam, podem provocar dor profunda e extrema, hipotensão arterial e morte.
A manifestação mais evidente dos aneurismas ocorre quando há ruptura seguida de hemorragia. O principal fator que leva ao rompimento é a hipertensão descontrolada. Quando o sangramento é abundante, ele pode ser fatal. A intensidade dos sintomas está diretamente relacionada ao tamanho e a extensão do sangramento.
Se você ou alguém que você conhece é portador de aneurisma, pode ser elegível para receber o Benefício de Prestação Continuada (BPC-LOAS). Essa condição pode afetar a saúde física e emocional, tornando difícil a realização de atividades laborais.
“Uma dor de cabeça extremamente intensa, e súbita, ou seja, que surge 'de uma hora para a outra', deve ser avaliada de imediato no pronto-atendimento, pois pode ser um aneurisma que rompeu.
O tratamento consiste em excluir o aneurisma da circulação sanguínea, evitando-se desta forma a ruptura e sangramento, que quando ocorre, pode ser fatal em 1/3 dos casos e deixar seqüelas clínicas limitantes em até metade dos pacientes que sobrevivem.
Sim, é possível sobreviver a um aneurisma cerebral, especialmente com diagnóstico precoce e tratamento adequado, como clipamento cirúrgico ou embolização endovascular. A rapidez no atendimento médico e os avanços tecnológicos aumentam significativamente as chances de recuperação.
Qual é a sobrevida de um paciente com aneurisma de aorta de 7 cm?
O diâmetro médio nos casos de ruptura de aneurismas é aproximadamente de 6 cm nos aneurismas da aorta ascendente e 7 cm nos da aorta descendente (1, 2); pode ocorrer ruptura de aneurismas menores, especialmente nos pacientes com doenças do tecido conjuntivo ou aneurismas saculares.
Globalmente, cerca de 50% dos casos de aneurismas cerebrais rompidos são fatais, e muitos dos que sobrevivem enfrentam déficits neurológicos permanentes.
De acordo com o especialista, quanto maior o aneurisma, maiores as chances de ruptura. “Aneurismas de 6 cm de diâmetro, por exemplo, têm um risco de cerca de 10% de se romperem no prazo de um ano. A mortalidade, nesses casos, é muito alta, podendo chegar a 90%, mesmo com o tratamento adequado.
Conhecidos como aneurismas, essas protuberâncias ou bolsas semelhantes a balões se formam em um ponto fraco ao longo de uma artéria. Os mais comuns e mais perigosos estão no cérebro ou ao longo do maior vaso sanguíneo do corpo, a aorta.
Disfunção do sistema urinário e digestivo: dificuldade para controlar a evacuação e a liberação da urina, bem como problemas para tossir e/ou engolir podem surgir como sequelas do aneurisma cerebral roto, interferindo na qualidade de vida do paciente.