O aumento do imposto contribui para a evasão fiscal. Quando houve uma redução da participação do cigarro contrabandeado no mercado nacional, de 57% para 49% em 2020, houve um aumento de 10% na arrecadação de IPI sobre cigarros, com acréscimo de R$ 500 milhões de receita fiscal considerando apenas o imposto federal.
De acordo com a publicação, o imposto incidente sobre a chamada vintena dos cigarros (20 cigarros) no varejo passará dos atuais R$ 5 para R$ 6,50 a partir de 1º de setembro.
O presidente Lula aumentou imposto sobre cigarros, elevando preços de venda. Nova tributação de R$ 2,25 por maço e box inicia em novembro. A "vintena" terá imposto de R$ 6,50 em setembro. Reforma Tributária pode enquadrar cigarros como "imposto do pecado".
Recentemente, o governo federal estabeleceu um aumento de 30% no preço mínimo do maço de cigarros, de R$ 5 para R$ 6,50, válido a partir do dia 1º de setembro deste ano, assim como um aumento de 50% na alíquota específica por maço, de R$ 1,50 para R$ 2,25, a partir de 1º de novembro deste ano.
A partir de 1º de setembro, o preço do cigarro vai aumentar. É o que prevê o decreto presidencial que retoma a política de aumento do IPI, Imposto sobre Produtos Industrializados, que incide sobre cigarros e o preço mínimo desses produtos no comércio.
Fontes: Receita Federal do Brasil e IPEADATA. É necessário aumentar os impostos sobre cigarros porque a renda da população brasileira cresceu nos últimos anos e, por conseguinte, o poder aquisitivo dessa renda em termos de cigarros.
Com a decisão, ficou estabelecida a alíquota específica de R$ 2,25 por vintena (20 unidades), a partir de 1º de novembro de 2024 e preço mínimo de venda de cigarros no varejo de R$ 6,50 por maço ou box (20 cigarros), com vigência a partir de 1º de setembro deste mesmo ano.
Aprovada pela Assembleia Legislativa em maio de 2009, a Lei Antifumo Paulista (Lei n° 13.541/2009) foi a primeira em nível estadual no país e transformou a cultura do consumo de tabaco no Brasil.
A Souza Cruz vai aumentar os preços médios dos cigarros em 24% a partir desta sexta-feira, de acordo com informações da assessoria de imprensa da fabricante.
Uma das principais novidades trazidas pela Reforma Tributária aprovada em dezembro de 2024 é o chamado “Imposto do Pecado“, ou Imposto Seletivo (IS). Esse tributo tem como alvo produtos e serviços que podem prejudicar à saúde ou ao meio ambiente, como cigarros, bebidas alcoólicas, combustíveis fósseis e até apostas.
No caso do ICMS, as alíquotas variam conforme a unidade da federação. No Estado de São Paulo, a alíquota nominal é de 25%. A carga tributária indireta para o cigarro no Brasil atingiu, portanto, 63%, em 2012.
As alíquotas do Imposto Seletivo serão definidas até 2026, com entrada em vigor a partir de 2027. Essas alíquotas serão maiores sobre bebidas com maior teor alcoólico, como a vodka, em comparação com bebidas com menor teor alcoólico, como a cerveja.
Projeto aumenta impostos sobre cigarro por chance de agravamento da Covid-19 em fumantes. O Projeto de Lei 3421/20 dobra os tributos incidentes sobre os cigarros tendo em vista as chances de agravamento de doenças pulmonares causadas pelo novo coronavírus (Covid-19) em fumantes.
O cigarro brasileiro terá um novo preço mínimo a partir de setembro. Após oito anos sem reajustes, o piso para o valor do maço passará de R$ 5 para R$ 6,50, o que forçará as principais corporações de fumo, como JTI, Philip Morris e BAT (ex-Souza Cruz), a aumentarem o custo de 85 produtos em todo o país.
Projeto permite que comércio venda cigarro com preço superior ao da tabela. O Projeto de Lei 2633/24 permite que o varejo comercialize cigarros a preços superiores ao mínimo estabelecido pelo governo. Pelo texto, a Receita Federal poderá cobrar imposto sobre a diferença entre o valor mínimo e o de venda.
“O principal cigarro da Philip Morris é o Marlboro. No Brasil, ele é um cigarro mais caro e que sempre tem mercado, pois é consumido por pessoas de maior renda”, explica o economista.
Com a decisão, ficou estabelecida a alíquota específica de R$ 2,25 por vintena, a partir de 1º de novembro de 2024, e preço mínimo de venda de cigarros no varejo de R$ 6,50 por maço ou box (20 cigarros), com vigência a partir de 1º de setembro de 2024.
Hollywood continua sendo a marca de cigarro mais lembrada pelos consumidores brasileiros. Nesta edição da pesquisa Top of Mind, a marca da Souza Cruz foi lembrada por 27% dos entrevistados. Derby e Free empatam no segundo lugar.