Satélites geoestacionários para comunicação, por exemplo, podem chegar a 15 anos em funcionamento. Já os satélites em baixa órbita, mais próximos da superfície terrestre, costumam durar menos. Isso porque o arrasto atmosférico é maior e, para compensar, eles precisam de mais energia.
Depende do tipo de satélite e dos materiais utilizados na sua construção. O CBERS – Satélite Sinobrasileiro de Recursos Terrestres, desenvolvido por Brasil e China, tem uma vida útil prevista de dois anos. Muitos satélites continuam a funcionar após o término da vida útil prevista.
Semáforos ficariam constantemente no vermelho, tornando todo o trânsito e meios de transporte bastante lentos. Os celulares finalmente entrariam em colapso e as companhias aéreas seriam forçadas a cancelar suas atividades, para não colocar em risco a vida dos passageiros.
Quanto tempo demora para um satélite dar a volta na Terra?
A uma distância de 36.000 km, o tempo de percurso da órbita é de 24 horas, o que corresponde ao tempo de rotação da Terra. A esta distância, um satélite acima do equador estará estacionário em relação à Terra.
Um satélite, quando enviado ao espaço, é impulsionado por um “empurrão” dado pelos foguetes que os colocam em órbita. Ao chegar lá, eles precisam exercer uma velocidade suficiente para que nem ele colapse na Terra, nem escape da gravidade do planeta.
Cada satélite custou da ordem de US$ 50 milhões cada. Até o lançamento do CBERS-4, a união de recursos financeiros e tecnológicos entre o Brasil e a China girou em torno de US$ 300 milhões.
Caso isso aconteça na sua casa, você pode ter direito a uma indenização milionária, podendo alcançar valores de até R$ 74 milhões. Essa compensação dependerá do país ou da empresa responsável pelo satélite.
O sistema de localização mais utilizado no mundo é o desenvolvido pelos Estados Unidos, e controlado pelo departamento de defesa desse país: o Navstar GPS, um sistema de navegação e posicionamento desenvolvido pelos estadunidenses para fins inicialmente militares.
As atividades de socorro parariam, muitas fábricas deixariam de funcionar, centenas de milhões de motoristas usuários da tecnologia GPS se perderiam, não poderiam ser feitas muitas operações em mercados financeiros e a defesa da maioria dos países ficaria completamente vulnerável.
Durante a operação em órbita, o satélite está exposto a um ambiente de vácuo e sujeito a variações extremas de temperatura, que podem variar entre –100 °C e +180 °C ao longo de sua órbita.
“Antes, víamos cerca de 50 a 100 estágios de foguetes reentrando a cada ano”, diz ele. “Agora, estamos vendo 300 por ano.” Em 2019, cerca de 115 satélites se desintegraram na atmosfera. Em novembro de 2024, o número já havia batido um novo recorde com 950 reentradas de satélites, diz McDowell.
Os satélites de comunicação, por exemplo, encontram-se principalmente na órbita geoestacionária, a uma altitude de cerca de trinta e seis mil quilômetros, enquanto satélites que fotografam a superfície do planeta ficam entre cem e duzentos quilômetros acima da superfície.
Elas variam de altitudes de cerca de 480 a 35.786 km acima da superfície da Terra, e os operadores de satélite contam com elas para diferentes propósitos. Na órbita baixa da Terra (LEO), os satélites são geralmente menores e menos complexos do que aqueles em órbitas mais altas.
O que acontece com um satélite artificial quando ele para de orbitar a Terra?
Quando ele não estiver mais funcionando, porém, ele não será direcionado para um cemitério de satélites --os satélites localizados em órbitas mais baixas, ao morrer, "mergulham" na Terra e são incinerados devido ao atrito com a atmosfera.
Sem GPS, nossos sistemas de emergência teriam dificuldades: operadores não poderiam localizar as pessoas ligando pelo seu sinal de telefone, ou identificar a ambulância ou carro de polícia mais próximos.
Satélites geoestacionários para comunicação, por exemplo, podem chegar a 15 anos em funcionamento. Já os satélites em baixa órbita, mais próximos da superfície terrestre, costumam durar menos. Isso porque o arrasto atmosférico é maior e, para compensar, eles precisam de mais energia.
O primeiro satélite do quarteto Cluster da Agência Espacial Europeia (ESA) caiu na Terra neste domingo (8), às 15h47 (horário de Brasília), na região do Oceano Pacífico Sul.
Os satélites em órbita ao redor da Terra não colidem uns com os outros porque estão localizados em diferentes altitudes e trajetórias orbitais. Cada satélite tem uma órbita específica que o permite manter uma distância segura de outros satélites no espaço.
Os satélites de comunicação geralmente têm uma vida útil de 10 a 15 anos, enquanto os satélites de pesquisa científica e os satélites de observação da Terra têm uma vida útil mais curta, de apenas 3 a 5 anos.
Preocupações com Segurança: A comunicação via satélite pode ser vulnerável a ameaças de segurança, como interferência de sinal, hacking e violações de privacidade. Impacto Ambiental: O lançamento e a operação de satélites podem ter impactos ambientais, como detritos espaciais e poluição potencial no espaço sideral.
Cada satélite tem uma envergadura de cerca de 44 metros, equivalente a 10 carros de tamanho médio estacionados lado a lado, e será colocado em órbita geoestacionária a cerca de 35.786 km acima da Terra.