Provocada pelas circunstâncias, a raiva ferve e até explode, mas, logo se dissipa e some. A ira de Deus, porém, é permanente. Ela vem da justiça e da santidade de um Deus perfeito. Ele ama a justiça e odeia a iniqüidade (Salmos 99:4; 5:4-6).
Conclui-se que a ira de Deus se manifesta contra todo tipo de impiedade, permanecendo imparcial e justa, diferente da ira humana, que geralmente é partidária e egoísta, prestando-se a um objetivo maior de revelar a aversão de Deus face ao pecado e conduzir as pessoas ao arrependimento em Jesus Cristo, em conformidade ...
QUEM MARCA O TEMPO DE DURAÇÃO DA PROVAÇÃO OU DO CASTIGO É DEUS. Toda provação ou castigo tem começo, meio e fim. O único castigo que não tem fim é o castigo de quem é condenado ao inferno.
Mas Deus não pune nem premia ninguém. Apenas funciona a sua lei de causa e efeito (ação e reação ou cármica). Deus é imutável e, pois, neutro. Assim, a nossa alegria não agrada a Ele, e menos ainda Lhe agrada a dor que colhemos pela semeadura do mal, mesmo também porque Deus não é sádico.
Existem sete coisas que o SENHOR Deus detesta e que não pode tolerar: o olhar orgulhoso, a língua mentirosa, mãos que matam gente inocente, a mente que faz planos perversos, pés que se apressam para fazer o mal, a testemunha falsa que diz mentiras e a pessoa que provoca brigas entre amigos.
A ira do SENHOR se acendeu contra Uzá por esse ato de irreverência. Por isso, Deus o feriu, e ele morreu ali mesmo, ao lado da arca de Deus. Davi ficou irado porque o SENHOR havia atacado Uzá. Até hoje aquele lugar é chamado Perez-Uzá.
O caráter de Deus exige que ele fique irado contra tudo aquilo que é contrário à sua santidade. A Bíblia diz: "A ira de Deus revela-se do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade..." (Rm 1.18). Deus não pode aplaudir aquilo que ele abomina.
Na verdade, a ira de Deus é descrita como algo que está em perfeito acordo com a justiça de Deus. Paulo escreve: “Mas, segundo a tua dureza e teu coração impenitente, entesouras ira para ti no dia da ira e da revelação do justo juízo de Deus,” (Romanos 2.5). A ira de Deus, então, é proporcional à pecaminosidade humana.
A Igreja nos ensina que não podemos comungar em pecado mortal sem antes nos confessarmos. Pecado mortal é aquele que é grave, normalmente contra um dos Dez Mandamentos de Deus: matar, roubar, adulterar, prostituir, blasfemar, prejudicar os outros, ódio etc.
Entretanto, todo pecado desagrada a Deus. Nesta passagem do livro de Provérbios, Deus mostra que alguns são mais graves que outros. Os pecados capitais são: orgulho, inveja, ira, preguiça, avareza, glutonaria e sensualidade.
Seja franco e honesto com Deus em suas orações e admita que cometeu erros. Depois de confessar seus pecados, peça ajuda. “Desta maneira sabereis se um homem se arrepende de seus pecados — eis que ele os confessará e abandonará” (D&C 58:43). Se possível, você deve reparar os danos causados por suas ações.
Embora os castigos de Deus tenham, sim, uma finalidade vindicativa, no sentido de compensar o mal cometido, caracterizam-se por serem, antes de tudo, purgativas, enquanto oferecem ao pecador a oportunidade de converter-se, submetendo-se à pena devida.
O pecado tem como consequência imediata a alienação, ou distância, do indivíduo, das finalidades para as quais foi ele criado por Deus. Portanto Jesus Cristo veio para dar sentido à existência do homem.
Em Efésios 2, Satanás é o príncipe das potestades do ar. Em Efésios 6, ele está nos lugares celestiais. Assim, a terceira e atual morada pode ser descrita como o céu atmosférico. Não está no inferno com os demônios, como contam as anedotas!
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Segundo Apocalipse 2:11 existe a primeira e a segunda morte. Neste versículo está escrito: “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: O vencedor de nenhum modo sofrerá o dano da segunda morte”.