Antes de respondermos a essa questão, lembre-se de que a conjugação do primeiro verbo é “fui eu”. Não existe a forma “foi eu”, pois o verbo tem que necessariamente concordar com o sujeito (no caso, “eu”).
Fique atento: Foi eu que fiz está errado, pois não se fala “foi eu” e sim “fui eu”. O certo seria “Foi ele que fez.”, o verbo “foi” concordando com “ele” em pessoa e número.
Se pretender colocar a acção no passado em relação ao presente, deverá utilizar o Pretérito Perfeito (“fui”): “Penso que fui uma criança feliz.” O mesmo, se pretender relatar, narrar acontecimentos passados, em sequência: “Eu ri, brinquei, convivi, enfim, fui uma criança feliz.” O Pretérito Perfeito Simples indica uma ...
Se a referência é uma oração cuja acção decorre no presente (informa) e nos remete para algo que aconteceu, indicamos o passado com o pretérito perfeito (foi); mas, se se trata de oração que já está no pretérito (informou) e nos remete para o pretérito desse pretérito (o passado anterior), empregamos, então, o mais-que ...
“Eu que fiz” vs. “Eu quem fiz”? Com Professor Noslen
Quando usar era e fui?
Neste caso, deve-se usar "eu era", por exemplo: Eu era presidente da associação e tinha que ir à sede social todos os dias. Se você estiver se referindo, entretanto, a uma ação em um ponto determinado do passado, usa-se "eu fui".
Em primeiro lugar, é importante que você saiba que o correto será sempre “fui eu”, não “foi eu”, isso porque o verbo precisa concordar com o sujeito da oração e, como o sujeito está expresso no pronome pessoal “eu”, a concordância adequada será feita com o verbo fazer no pretérito perfeito do indicativo, ou seja, “fui” ...
Qual o certo: eu que agradeço ou eu quem agradeço?
As duas formas estão corretas. Você pode falar tanto “eu que agradeço” quanto “eu quem agradeço“. Nesse caso, como explica o gramático Domingos Paschoal Cegalla, os dois pronomes (que e quem) são partícula de realce e têm função expletiva ou enfatizante.
Qual a forma correta: "a gente fez" ou "a gente fizemos"?
Na oralidade, os portugueses, em congressos, ou seja, em falas formais, usam o "a gente" e colocam os verbos no plural. Em alguns casos, eles dizem: " a gente fizemos uma pesquisa". É uma forma aceita em determinados contextos portugueses.
Não há nada errado com a expressão “muito pouco”. Trata-se de um par de advérbios em que o primeiro intensifica o segundo, dando-lhe grau superlativo. “Muito pouco” equivale a “pouquíssimo”.
Interveio é a forma correta! Portanto, devemos usar como referência o verbo “vir” para conjugar o verbo “intervir”. Por isso, se dizemos veio, então interveio (e não interviu).
Antes de respondermos a essa questão, lembre-se de que a conjugação do primeiro verbo é “fui eu”. Não existe a forma “foi eu”, pois o verbo tem que necessariamente concordar com o sujeito (no caso, “eu”).
A forma fuipode ser [primeira pessoa singular do pretérito perfeito do indicativo de ir] ou [primeira pessoa singular do pretérito perfeito do indicativo de ser] .
A forma foi-nospode ser [terceira pessoa singular do pretérito perfeito do indicativo de ir] ou [terceira pessoa singular do pretérito perfeito do indicativo de ser] .