“A anestesia geral em si não é mais perigosa do que outras modalidades de anestesia. É na anestesia geral que o anestesista detém o maior controle das funções hemodinâmicas e respiratórias do paciente. Então na anestesia geral, o anestesista tem o paciente mais na mão do que em outras.
Para a anestesia raquidiana, basta uma pequena dose do medicamento para obter o bloqueio das terminações nervosas. Essa é uma grande vantagem, pois diminui consideravelmente o risco de intoxicação.
O anestésico mais seguro para gestantes é a lidocaína a 2%, pois tem a adrenalina 1:100.000, no máximo 2 tubetes por atendimento (14). O anestésico seguro para utilizar em crianças é a lidocaína 2% com adrenalina 1:200.000.
Na anestesia geral, o paciente está sob completa monitorização, com as vias aéreas protegidas sem riscos de engasgo e com a ventilação dos pulmões garantida. Além disso, há casos em que o paciente tem contra-indicação a receber anestesia raquidiana, por exemplo, tornando a anestesia geral a técnica mais segura.
A anestesia local com sedação é manuseada apenas em cirurgias plásticas no rosto, como rinoplastia, otoplastia, blefaroplastia e lipoaspiração de pequenas áreas. Esse é o tipo de anestésico mais forte.
A anestesia geral faz com que você fique inconsciente. Este tipo de anestesia, embora seja muito segura, é o tipo com maior probabilidade de causar efeitos colaterais.
Por exemplo, uma cirurgia que envolve o abdômen ou o peito, remoção da próstata e uma cirurgia importante em uma articulação (como artroplastia do quadril) são procedimentos com grau de risco muito alto na lista de procedimentos de maior risco.
Risco de Não Acordar: Um dos mitos mais comuns é o medo de não acordar após a anestesia geral. A verdade é que a anestesia moderna é muito segura, e complicações graves são extremamente raras.
Quais as sequelas que a anestesia raqui pode deixar?
O paciente pode sofrer com infecção no local da injeção, toxicidade sistêmica, problemas cardíacos ou pulmonares, calafrios e febre. A raquianestesia pode ter um efeito colateral específico, chamado cefaléia pós-raquianestesia, que pode ocorrer, nas primeiras 24 horas ou em até 5 dias após a cirurgia.
“A anestesia geral em si não é mais perigosa do que outras modalidades de anestesia. É na anestesia geral que o anestesista detém o maior controle das funções hemodinâmicas e respiratórias do paciente. Então na anestesia geral, o anestesista tem o paciente mais na mão do que em outras.
A anestesia local praticamente não apresenta efeitos colaterais: o cuidado é na dose administrada, para que não se torne tóxica, quando pode comprometer o funcionamento cardíaco e respiratório. Além disso, reações como vermelhidão no local da aplicação podem ocorrer.
Pacientes sem mobilidade total e que não conseguem manter uma postura que favoreça o procedimento podem não ser indicados para receber a ráqui. Do mesmo modo, outras contraindicações são apontadas: distúrbios de coagulação, infecções na área puncionada e comprometimentos dos nervos periféricos dos membros inferiores.
Existem basicamente quatro tipos de anestesia: local, plexular, geral e os bloqueios espinhais. Cada uma serve para um objetivo específico, e seja por questões de estética ou saúde, é sempre importante saber o que distingue uma da outra.
O que acontece com o coração durante a anestesia geral?
O efeito cardiovascular mais proeminente da indução anestésica com propofol é uma queda súbita na pressão arterial, sendo que o componente sistólico pode diminuir 25% a 40% em relação aos valores pré-anestésicos.
Quanto tempo a anestesia raqui demora para sair do organismo? Anestesia raqui é indicada para cirurgias que sejam de curta duração, pois existe um limite de quantidade de anestésico local que pode ser usado. O efeito da anestesia costuma durar entre 3 a 4 horas.
Soluções anestésicas (como a lidocaína) promovem uma leve vasodilatação que pode aumentar o sangramento1. Além disso, doses excessivas desse agente podem aumentar a pressão e causar arritmias em alguns pacientes1,2.
Dor leve na região lombar é uma queixa comum após a anestesia raquidiana. A anestesia raquidiana é um tipo de anestesia que envolve a injeção de um anestésico local na coluna vertebral, em vez de usar um anestésico que afeta o corpo todo (como na anestesia geral).
Qual é a verdade por trás do medo de anestesia geral?
Tomofobia, um termo que descreve o medo de procedimentos e intervenções médicas, é uma reação comum entre os pacientes. Muitos deles apontam o medo de anestesia como a principal fonte de apreensão antes de um procedimento cirúrgico.
Quais são as chances de acordar durante a cirurgia?
O que aconteceu para que a paciente acordasse durante a cirurgia? Enis Donizetti: O acordar durante uma cirurgia é o que denominamos Consciência Intraoperatória Acidental (CIOA), que é a intercorrência anestésica mais temida no que se refere à administração inadequada de agentes anestésicos.
Como no caso da anestesia raquidiana, isso pode provocar uma sensação de pequeno choque elétrico. É muito importante não se mexer durante a colocação da agulha e do cateter.
Dentre os mais dolorosos, destacam-se as cirurgias abertas (colectomia, hernioplastia hiatal, coledocotomia, colostomia, gastrostomia), com 100% de dor, e a laparotomia com aproximadamente 60%.
Lipoaspiração é o procedimento cirúrgico que mais mata no Brasil. Casos fatais estão ligados, em sua maioria, à falta de qualificação. Para um médico estar habilitado, ele precisa passar por 10 anos de estudos.
Existem as pequenas cirurgias como retirada de pintas, cistos, lipomas, unha encravada, drenagem de abscessos, sutura de ferimentos, biópsia de lesões, vasectomia, retiradas de tumores de pele com retalhos, correção de cicatrizes e até mesmo estéticas, como blefaroplastia ou otoplastia.