Estrategista: Débora sempre buscava maneiras de combater os inimigos, buscando inspiração junto ao Senhor, por isso tinha êxito em tudo que fazia. Conselheira: era preocupada com as pessoas e sempre dava conselhos, discutindo e sugerindo soluções para quem estava com problemas.
Débora, que era juíza (líder) de seu povo e profetisa, tomou para si a responsabilidade de pôr ordem naquela confusão. Era uma mulher com muitas habilidades, que mediava conflitos e também, estava à frente de batalhas. Além de tudo isso, louvava a Deus.
Débora era uma profetisa, uma líder israelita que foi inspirada pelo Senhor. Seu povo tinha parado de guardar os mandamentos do Senhor e os cananeus governavam sobre eles. Depois de 20 anos, os israelitas começaram a orar ao Senhor por ajuda. O Senhor ouviu a suas orações.
“E Débora, mulher profetisa, mulher de Lapidote, julgava a Israel naquele tempo.” Juízes 4:4 Débora, a profetisa, governou Israel durante o reinado de Jabim, um rei cananeu que foi muito cruel para com os filhos de Israel. A vida nas aldeias era dura.
Débora ajudou o povo a vencer uma guerra contra os inimigos, os cananeus. Ela até mesmo liderou exércitos para a batalha! Débora também era uma profetisa, o que significa que Deus falava com ela e ela compartilhava suas mensagens com o povo. Ela é lembrada como uma mulher corajosa e inspiradora na história da Bíblia.
Quem foi a Juíza Débora na Bíblia (estudo bíblico) | #77
O que podemos aprender com Débora?
Débora não só nos ensina a importância de uma conduta com humildade, mas sua postura firme e determinada nos mostra como enfrentar desafios com coragem e fé. Aprendemos com ela que a liderança eficaz requer não apenas competência profissional, mas também valores sólidos e uma base moral inabalável.
Juízes 4–5 relata como Israel foi libertado do cativeiro de seus inimigos sob a direção de uma mulher chamada Débora, que era juíza e também profetisa. Ela profetizou que uma mulher destruiria os líderes dos inimigos.
E em Juízes 5:7, ela faz como que uma auto-ministração, quando diz com força e auto desafio: “Desperta, Débora, Desperta, Desperta, Acorda”. Este é o perfil das mães intercessoras, mães biológicas, adotivas e espirituais.
Segundo a Bíblia, foi ela quem organizou a resistência e planejou o contra-ataque. Ao lado do guerreiro Barac, a quem confiou cerca de 10 mil soldados, Débora atraiu os inimigos para uma região pantanosa, onde o poder das carruagens canaanitas poderia ser neutralizado.
O propósito de Deus na vida de Débora foi o de inspirar confiança no exército israelita em batalha e aconselhar seu povo espiritualmente e militarmente.
A narrativa bíblica deixa claro que Josué foi um dos maiores estrategistas da História da Humanidade, tendo liderado o povo de Israel num conflito com cerca de trinta cidades da terra de Canaã, durante a campanha militar de invasão do seu povo.
Ela se definia como “mãe de Israel” e fazia de tudo para o bem da nação (Juízes 4:4-16). Débora era bastante virtuosa: mãe de família, profeta, temente a Deus e líder militar. Traçou estratégias de batalha e conquistou muitas vitórias para Israel na época dos juízes.
Antes de tornar-se juíza, Débora foi uma líder, uma conselheira. O texto bíblico, em Juízes 4, diz que as pessoas procuravam Débora para resolver os problemas. Ela “chegou ao poder em um tempo em que os israelitas ignoravam a Lei de Deus e viviam sob o domínio opressor do rei cananeu Jabim e do general Sisera”16.
Segundo o Primeiro Testamento, uma mulher assentava-se abaixo da palmeira localizada nas Montanhas de Efraim, entre Ramá e Betel. Tratava-se de uma profetisa, cuja autoridade era tamanha a ponto de hebreus de todas as tribos subirem ao monte levando a ela suas demandas para julgamento.
Carregando significados de força, resiliência e fé, Débora é um nome que destaca a independência da mulher e a sua forte capacidade de decisão, persuasão, determinação e confiança.
O Desperta Débora desafia mães a investirem um tempo diário de oração por ao menos 15 minutos, em busca de uma Geração Comprometida com Deus, com a Sua palavra e com a obra missionária, a começar por seus filhos. As chamadas “Déboras” oram individualmente, nos lares, nas igrejas, em encontros e congressos.
Assim sendo, o despertar está relacionado à percepção de cada um em relação ao mundo que o cerca, ou seja, a pessoa passa a perceber e se conectar com o universo, com a espiritualidade, as energias e tudo que o cerca além do material ou físico.
Podemos apenas supor que Deus o escolheu porque ele era a melhor pessoa para a tarefa. Da mesma forma, parece que Débora foi a melhor pessoa para a tarefa de liderar Israel em seu tempo, e assim Deus a levantou para salvar Israel de seus inimigos (Juízes 2:18).
Juízes 4 diz: “Débora, profetisa, mulher de Lapidote, julgava a Israel naquele tempo”. Ainda que Débora seja a única juíza mencionada no livro, não há nenhum verso que embase a defesa de que assim o fazia como uma maldição enviada por Deus.
Débora, ao liderar Israel contra os cananeus, demonstrou confiança na estratégia que Deus lhe deu. Ela convocou Baraque para a batalha e forneceu direções específicas, evidenciando uma confiança profunda na orientação divina. Esta mulher tinha fé na promessa de Deus sobre a vitória.
2 Louvai ao Senhor pela vingança de Israel, quando o povo se ofereceu voluntariamente. 3 Ouvi, reis; dai ouvidos, príncipes; eu, eu cantarei ao Senhor; salmodiarei ao Senhor Deus de Israel.