O personagem, dependente de remédios para controlar uma doença neurológica que o faz rir incessantemente em situações de nervosismo (um possível quadro de epilepsia gelástica), recorre ao serviço de saúde pública, onde é atendido por uma assistente social.
Originalmente, o filme que estreia no dia 3 de outubro, se chama “Joker: Folie à Deux”. No Brasil, a tradução ficou “Coringa: Delírio a Dois”. O que pouco se sabe, é que o termo francês 'Folie à Deux' se refere a um transtorno psicótico real que é conhecido como Transtorno Delirante Compartilhado (TDC).
O palhaço do crime, como é chamado o Coringa, apresenta desde a sua origem o riso incontrolável em situações nada engraçadas. Trata-se de uma condição neurológica rara chamada de síndrome pseudobulbar (PBA).
Muito pouco conhecido no mundo, o afeto pseudobulbar (ou PBA, em inglês) é uma doença psiquiátrica crônica que resulta em reações emocionais e comportamentais involuntárias, distintas dos sentimentos reais que a pessoa sente. Em “Coringa”, as cenas apresentam Arthur com um riso distinto de sua risada natural.
Em O Homem do Capuz Vermelho, Batman vai dar aula em uma universidade e conta um caso que ele não conseguiu resolver. Nele, um assaltante que o personagem perseguia em uma fábrica de baralhos caiu em um tonel com produtos químicos e sumiu. No final, revela-se que o criminoso era Coringa.
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Em Coringa, estrelado por Joaquin Phoenix e dirigido por Todd Phillips, foi mostrado que Arthur Fleck possivelmente é o filho do bilionário Thomas Wayne. A mãe do vilão, Penny, era ex-funcionária da Wayne Enterprises e escreveu cartas a Thomas sobre o caso (ele negou).
Ele nadou para fora do canal de drenagem da planta, mas os produtos químicos branquearam sua pele e deixaram seu cabelo verde e lábios vermelhos. Sua desfiguração, juntamente com a perda de sua esposa e filho, enlouqueceu o engenheiro e resultou no nascimento do Coringa.
Só que acabou funcionando com perfeição. O documentário sobre Heath Ledger revelou que o ator criou a mania de lamber os beiços para o personagem Coringa porque queria se livrar de um transtorno. E não exatamente por uma ideia para dar uma característica ao vilão. Só que acabou funcionando com perfeição.
O transtorno de personalidade histriônica ocorre em aproximadamente 2% da população dos Estados Unidos. Alguns estudos sugerem que ele afeta igualmente homens e mulheres.
Claro, o Coringa é um narcisista, profundamente melancólico e possível, que se regozija com sua loucura, que exulta com sua capacidade de subverter regras e galvanizar a atenção das pessoas que enxergam nele um escoamento para suas vidas sem sentido.
O delírio a dois (do francês Folie à deux), ou transtorno psicótico induzido é uma síndrome rara e acontece quando alguém com quadro psicótico delirante induz outra pessoa a ter os mesmos delírios. O sujeito responsável por compartilhar o delírio pode ter um quadro semelhante ao de esquizofrenia.
Sendo assim, Arthur pode ter vários diagnósticos, desde esquizofrenia até síndrome pseudobulbar. Para tentar chegar a um diagnóstico para este personagem seria necessário analisar, além dos sintomas descritos, os outros validadores acima citados.
O paciente com o transtorno da expressão emocional involuntária (involuntary emotional expression disorder ou IEED) é percebido como portador de um descon- trole emocional, que se mostra por meio de episódios de riso e/ou de choro incontrolável.
“A pior parte de ter uma doença mental é que as pessoas esperam que você se comporte como se não tivesse.” Entre tantas frases marcantes, essa com certeza é uma da qual não me esquecerei. O filme “Coringa” é capaz de nos fazer refletir sobre aquilo que, a maior parte do tempo, temos medo de encarar.
O que os policiais fizeram com o Coringa na cena do banheiro?
A cena em que o guarda deu um cigarro para o Coringa sem pedir, depois disse "Valeu, camarada" e então o guarda bate forte em vez de dizer "bem-vindo", por causa de poder e abuso. Além disso, os guardas deixam Lee Quinn entrar e eles transam. Os guardas queriam controlá-lo mental e fisicamente.
Assim, dá para repetir em alto em bom tom: não, Batman e Coringa nunca foram, e possivelmente, não serão irmãos — embora seja dizer “nunca” no setor de entretenimento, pelo menos isso parece ser algo que jamais vai mudar.
O personagem, dependente de remédios para controlar uma doença neurológica que o faz rir incessantemente em situações de nervosismo (um possível quadro de epilepsia gelástica), recorre ao serviço de saúde pública, onde é atendido por uma assistente social.
3. Anakin Skywalker. Em Star Wars, antes de virar o vilão Darth Vader, o jedi Anakin Skywalker demonstrava sinais de borderline, como preocupação excessiva com abandono, emoções intensas, sensibilidade, raiva e impulsividade.
Relembrando, o filme termina com Arthur Fleck, o Coringa, voltando para a prisão após seu julgamento ser interrompido por um atentado. Na cadeia, ele recebe uma visita e, no caminho para encontrar o visitante, o protagonista é assassinado por outro detento que lhe conta uma piada sem graça e o esfaqueia.
A causa mais frequente desse tipo de epilepsia "é um pequeno tumor no hipotálamo que chamamos de hamartoma hipotalâmico, mas também pode ser devido a outras causas, como o crescimento de tumores nos lobos frontal ou temporal".
Seu pai, em um momento de raiva, ao ver Joseph chorar, perguntou porque ele estava tão sério, e logo depois cortou a boca de seu próprio filho, deixando-o com uma cicatriz no lado esquerdo do rosto. As crianças com quem estudava o consideravam estranho, mas ele dizia que não era assim mas todos os demais eram.