No comando de um exército com 900 carros de guerra, estava um general de nome Sísera. Naquela época, uma israelita chamada Débora atuava como juíza – o termo “juiz” designava líderes carismáticos que acumulavam funções religiosas, políticas e militares.
O propósito de Deus na vida de Débora foi o de inspirar confiança no exército israelita em batalha e aconselhar seu povo espiritualmente e militarmente.
Ela, juntamente com Baraque, liderou os israelitas contra o domínio de Canaã, por volta do século XII a.C. Antes dela foram juízes em Israel Otniel, Eúde e Sangar. Ela é a única mulher citada na Bíblia a ter o status de juíza.
A vida de Débora nos ensina que Deus vê mais do que as aparências. No tempo de Débora, não era normal uma mulher ser líder. Mas Deus não rejeitou Débora por ser mulher. Ele a tornou no líder político e espiritual do país inteiro!
Débora ajudou o povo a vencer uma guerra contra os inimigos, os cananeus. Ela até mesmo liderou exércitos para a batalha! Débora também era uma profetisa, o que significa que Deus falava com ela e ela compartilhava suas mensagens com o povo. Ela é lembrada como uma mulher corajosa e inspiradora na história da Bíblia.
Juízes 4–5 relata como Israel foi libertado do cativeiro de seus inimigos sob a direção de uma mulher chamada Débora, que era juíza e também profetisa. Ela profetizou que uma mulher destruiria os líderes dos inimigos.
E em Juízes 5:7, ela faz como que uma auto-ministração, quando diz com força e auto desafio: “Desperta, Débora, Desperta, Desperta, Acorda”. Este é o perfil das mães intercessoras, mães biológicas, adotivas e espirituais.
Débora era uma profetisa, uma líder israelita que foi inspirada pelo Senhor. Seu povo tinha parado de guardar os mandamentos do Senhor e os cananeus governavam sobre eles. Depois de 20 anos, os israelitas começaram a orar ao Senhor por ajuda. O Senhor ouviu a suas orações.
Segundo a Bíblia, foi ela quem organizou a resistência e planejou o contra-ataque. Ao lado de Barac, a quem confiou cerca de 10 mil soldados, Débora atraiu os inimigos para uma região pantanosa, onde o poder das carruagens canaanitas poderia ser neutralizado.
Porque Débora julgava o povo debaixo de uma palmeira?
Entretanto, na Literatura Rabínica, a Palmeira de Débora é explicada como uma demonstração de recato: a personagem sentava-se abaixo daquela árvore para não ficar sozinha com homens dentro de casa (UNTERMAND: 1992, p. 79). Seria, portanto, um ponto de encontro público que garantiria sua honra enquanto mulher.
Traduzido como “abelha”, o nome Débora tem fortes conexões com características de doçura e trabalho árduo, com um poderoso significado de liderança e força da mulher.
Deus usou Débora para libertar Israel de uma condição opressora, e ao mesmo tempo usa sua história para nos mostrar que unidas a Ele estamos livres de opressões e estigmas que possam existir sobre nós. Uma mulher nas mãos de Deus é uma mulher valorizada, independente da época em que vive.
Assim sendo, o despertar está relacionado à percepção de cada um em relação ao mundo que o cerca, ou seja, a pessoa passa a perceber e se conectar com o universo, com a espiritualidade, as energias e tudo que o cerca além do material ou físico.
O Desperta Débora desafia mães a investirem um tempo diário de oração por ao menos 15 minutos, em busca de uma Geração Comprometida com Deus, com a Sua palavra e com a obra missionária, a começar por seus filhos. As chamadas “Déboras” oram individualmente, nos lares, nas igrejas, em encontros e congressos.
Ela se definia como “mãe de Israel” e fazia de tudo para o bem da nação (Juízes 4:4-16). Débora era bastante virtuosa: mãe de família, profeta, temente a Deus e líder militar. Traçou estratégias de batalha e conquistou muitas vitórias para Israel na época dos juízes.
Débora, que era juíza (líder) de seu povo e profetisa, tomou para si a responsabilidade de pôr ordem naquela confusão. Era uma mulher com muitas habilidades, que mediava conflitos e também, estava à frente de batalhas. Além de tudo isso, louvava a Deus.
Foi a única vitória, durante o período dos Juízes, no qual os hebreus reconquistaram o território. Era a participação divina. E do alto do Tabor, Débora viu a vitória do “Povo de Deus” e passou a ser chamada de “Mãe de Israel”.
2 Louvai ao Senhor pela vingança de Israel, quando o povo se ofereceu voluntariamente. 3 Ouvi, reis; dai ouvidos, príncipes; eu, eu cantarei ao Senhor; salmodiarei ao Senhor Deus de Israel.