O Ministério da Saúde confirmou na quinta-feira (25/7) duas mortes por febre oropouche. As vítimas são mulheres jovens, com menos de 30 anos, que viviam no interior do Estado da Bahia.
A febre Oropouche é uma doença causada por um arbovírus do gênero Orthobunyavirus, identificado pela primeira vez no Brasil em 1960, a partir da amostra de sangue de um bicho-preguiça capturado durante a construção da rodovia Belém-Brasília.
Febre alta, baixa, intermitente e emocional: saiba tudo sobre os tipos de febre. Tem momentos que você pode sentir que está meio quente, mas não apresenta nenhum outro sintoma. Em outros, a febre te derruba. E ainda há situações em que a temperatura varia, diminuindo, e logo depois, aumentando de novo.
O vírus H3N2 é uma variante do vírus Influenza A, que é um dos principais responsáveis pela gripe comum e pelos resfriados, sendo facilmente transmitido entre pessoas por meio de gotículas liberadas no ar quando a pessoa gripada tosse ou espirra.
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Como pega febre oropouche?
A transmissão do Oropouche é feita principalmente pelo inseto conhecido como Culicoides paraensis (maruim). Depois de picar uma pessoa ou animal infectado, o vírus permanece no inseto por alguns dias. Quando o inseto pica uma pessoa saudável, pode transmitir o vírus.
“As medidas de prevenção precisam ser otimizadas, principalmente ao evitar picadas pelo mosquito transmissor com o uso de repelentes especiais para gestantes nas áreas expostas do corpo; uso de roupas compridas de cor clara; mosquiteiros e telas nas residências”, relacionou a médica.
É uma doença causada por vírus e transmitida por um inseto. A transmissão do Oropouche é feita, principalmente, pela picada de um inseto chamado Culicoides paraensis, popularmente conhecido como “mosquito maruim” ou “mosquito-pólvora”.
Ambas apresentaram sintomas como febre, tosse, desconforto respiratório e diarreia, mas já receberam alta hospitalar após tratamento. O hMPV, um vírus respiratório amplamente conhecido, pertence à mesma família do Vírus Sincicial Respiratório (VSR).
Embora muitas pessoas se preocupem achando que a febre possa ser prejudicial, as elevações temporárias típicas da temperatura corporal para 38 °C a 40 °C (100,4° a 104° F) causadas pela maioria das infecções de curta duração (agudas) são bem toleradas por adultos saudáveis.
O repouso é essencial para a recuperação. A febre geralmente vem acompanhada de fadiga, e forçar o corpo a continuar em atividade pode prolongar a doença.
Ou seja, é aquela febre que vai e volta. Esse breve retorno à normalidade acontece pelo menos uma vez a cada 24 horas. Uma causa que pode levar a febre intermitente é o contato do ser humano com as bactérias intermitentes, como é o caso da malária, da tuberculose e da leptospirose.
O que é febre oropouche ? A febre oropouche é uma doença infecciosa aguda e é causada pelo vírus de mesmo nome. Além disso, a doença é causada por um arbovírus.
Os sintomas da mpox normalmente são febre, dor de cabeça intensa, dores musculares, dor nas costas, fraqueza, inchaço dos linfonodos e erupção cutânea ou lesões. A erupção cutânea geralmente começa dentro de um a três dias após o início da febre.
O início de 2025 trouxe um alerta preocupante para os frequentadores das praias brasileiras, especialmente na Baixada Santista, no litoral de São Paulo. Um surto de gastroenterite viral afetou o trato gastrointestinal, caracterizado por sintomas como febre, náusea, vômito, diarreia e mal-estar geral.
Os sintomas duram de 2 a 7 dias, com evolução benigna e sem sequelas, mesmo nos casos mais graves. As picadas do vetor costumam causar bastante incômodo e reações alérgicas. Não existe tratamento específico para a doença. Os pacientes devem permanecer em repouso, com tratamento sintomático e acompanhamento médico.
Surto recente de febre Oropouche foi causado por nova linhagem viral. Pesquisa liderada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) apontou que o início do surto de febre Oropouche em 2024 foi causado por uma nova linhagem viral que surgiu na Região Amazônica.
Durante a fase aguda da doença, que dura de dois a sete dias após o começo dos sintomas, é possível detectar o material genético do vírus Oropouche em amostras de soro dos pacientes por meio da técnica de RT-PCR.
Os vírus Influenza A e B são os responsáveis pela sazonalidade das epidemias de gripe. O tipo A é conhecido por sua capacidade de afetar humanos e várias espécies de animais, enquanto o tipo B circula quase exclusivamente entre humanos. Ambos podem causar doenças respiratórias que variam de leves a graves.
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“O metapneumovírus humano está associado a sintomas semelhantes aos de gripes e resfriados, podendo incluir, febre, tosse, congestão nasal e, em casos graves, dificuldade para respirar”, esclareceu.
O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, anunciou nesta quarta-feira (11), em Genebra, na Suíça, que a COVID-19, doença causada pelo novo coronavírus, é agora caracterizada como uma pandemia.
Também de forma semelhante à dengue, não existe tratamento específico: na febre do Oropouche, é preconizado o controle de sintomas, se necessário. Analgésicos e antitérmicos são opções usuais, principalmente paracetamol e dipirona, respectivamente.
Em geral, a transmissão do vírus Oropouche se dá através da picada do mosquito popularmente conhecido como “maruim” (Culicoides paraensis). No início de 2024, a doença chamou atenção devido ao rápido crescimento do número de casos na Região Norte, especialmente no Amazonas.