– Não precisa assinar, basta uma... «rubrica» ou «rúbrica»? A forma correta é rubrica. Esta é uma palavra grave, ou seja, com acento tónico na penúltima sílaba (-bri-) e, em geral, as palavras graves não levam acento gráfico.
Rúbrica ou Rubrica? Rubrica ✔️ A palavra rubrica escreve-se sem qualquer acento gráfico, seja qual for o seu significado: “assunto, apontamento, matéria”, “programa radiofónico ou televisivo” ou “assinatura abreviada”.
A principal função da rubrica é garantir que a pessoa que a fez leu e concorda com os termos e com o que está descrito no documento. O certo é utilizar a rubrica junto com outros pontos, como a assinatura. Dessa maneira, a rubrica contribui para que a validade do documento seja ainda maior.
O que é rubrica? Em síntese, a rubrica é a abreviação de uma assinatura. Seu uso visa fortalecer a validade jurídica de contratos com muitas folhas: as primeiras páginas são assinadas com a rubrica e a última página é assinada com o nome completo.
Uma rubrica é uma marca pessoal abreviada, geralmente formada pelas iniciais do nome, usada como uma forma de assinatura simplificada. Ela era comumente utilizada como um fator de segurança à integridade do documento assinado.
As rubricas são um conjunto de critérios coerentes relacionados à realização de determinada tarefa, que oferecem a descrição de níveis de desempenho, promovendo, assim, uma melhor compreensão de quão próximo ou distante o desempenho observado está em relação ao esperado.
Ou seja, Xerox, que é uma fotocópia, tornou-se assim por causa do nome da máquina. Quanto às formas corretas de falar e de escrever, saiba que os nossos dicionários permitem tudo: xérox, tal qual a pronúncia em inglês, e xerox, a forma aportuguesada.
Os dicionários Aurélio e Houaiss consideram, por exemplo, BLEFE e GRELHA com dupla pronúncia. Merecem atenção também as palavras que sofrem metafonia (mudança de timbre da vogal tônica no plural = /ô/ > /ó/): jogo – jogos; povo – povos; porco – porcos; novo – novos...
Fluido, sem acento, exibe o ditongo ui. As duas letrinhas se pronunciam em uma só emissão de voz como em cuidado e gratuito: fluido do isqueiro, substância fluida. Fluído, com acento, é o particípio do verbo fluir: O trânsito tem fluído bem, sem retenções.
A alternativa que traz a informação correta sobre a respectiva regra de acentuação da(s... Na palavra “saía”, o “i” recebe acento gráfico porque forma hiato com a vogal anterior, constitui sílaba e não está precedido de ditongo. Além disso, não é seguido de –nh.
Em alguns lugares e regiões, é comum ouvir a pronúncia “iorgute”, o que pode levar à dúvida na hora de escrever. No entanto, é importante esclarecer que a forma correta, segundo o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP), é “iogurte”.
A assinatura da identidade pode ser rubrica? Sim. Não existe nenhuma norma brasileira que impeça um cidadão de utilizar uma rubrica na assinatura da identidade. No entanto, por questões de falsidade ideológica, não é possível acrescentar nomes que não estejam registrados na certidão de nascimento.
Não existe, em Língua Portuguesa, a pronúncia “rúbrica”, assim, com acento tônico na antepenúltima sílaba. O certo é pronunciar e escrever “rubrica”, como se houvesse um acento agudo no “i”, ou seja, deve-se pronunciar e escrever como um vocábulo paroxítono (a sílaba tônica é a penúltima: ru-bri-ca), sem acento.
Assim como a assinatura, a rubrica pode ser registrada em cartório, a fim de garantir mais segurança aos registros. Isso, porém, não é obrigatório. Mas como criar uma rubrica? Geralmente, utiliza-se aqui o primeiro nome ou as iniciais do nome e sobrenome.
A assinatura é exigida pelo CFM, enquanto o carimbo, não. A assinatura valida o documento médico. O carimbo apenas completa com mais informações. A assinatura é sempre inserida pelo médico em pessoa.