O cará é o mais conhecido e o mais utilizado no preparo de bolos e pães. Esse tipo de inhame pode, sim, ser ingerido cru nos sucos. Porém, o taro não pode, em hipótese alguma, ser consumido cru!
Hmm, já bateu a fome por aí? É importante saber que assim com a mandioca, por ser uma raiz, o inhame não pode ser ingerido cru, porque assim apresenta substâncias tóxicas.
Os bulbos, tanto acima quanto abaixo do solo, têm propriedades tóxicas que os tornam perigosos para o consumo. Consumir esses bulbos pode levar a sangramento gastrointestinal, que pode ser sinalizado por fezes com sangue, cólicas e fraqueza.
Cozimento. Para eliminar as toxinas, basta cozinhar o tubérculo. Lave bem o inhame, coloque-o em uma panela com água morna e sal, e cozinhe até ficar macio. Depois, retire a casca.
O inhame cará tem um formato mais alongado e o seu interior é mais esbranquiçado. Ele é indicado para fazer o suco de inhame, pois pode ser consumido cru sem causar problemas para a saúde.
Inhame Cru - Mandioca, Batata Doce, Cará - São venenosos?
Qual tipo de inhame pode ser consumido cru?
O cará é o mais conhecido e o mais utilizado no preparo de bolos e pães. Esse tipo de inhame pode, sim, ser ingerido cru nos sucos. Porém, o taro não pode, em hipótese alguma, ser consumido cru!
“Não é recomendado o consumo de inhame cru, pois ele apresenta um composto chamado de ácido oxálico, que pode causar, em algumas pessoas, coceira e formigamento nos lábios, gargantas e mãos, além de uma sensação de queimação no esôfago e irritação da mucosa intestinal”.
Devido à presença de oxalato e toxinas em sua composição, o inhame deve obrigatoriamente ser cozido antes do início de qualquer preparação. O processo de cozimento ajuda a reduzir os níveis de oxalato e toxinas que podem causar irritação ou desconforto digestivo em algumas pessoas.
Os casos de alergia ao inhame são raros, mas quando ocorre, o ideal é excluir da dieta, conforme explicou a nutricionista Thaís Barca ao Paladar. Pessoas com doenças renais também precisam evitar o tubérculo, pois ele contém oxalatos, substâncias que podem contribuir para a formação de cálculos renais.
Assim como outros alimentos ricos em amido, o inhame é melhor digerido quando cozido, pois as propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias são melhor absorvidas pelo organismo.
Existem diferentes tipos de cará, como cará-moela, cará branco, cará roxo e cará-de-espinho, que variam de acordo com o formato e cor da casca e da polpa, podendo ser consumidos cozidos, ou usados em receitas como chips, sopas, purês, pães e bolos.
Entre os nutrientes do inhame, destacam-se a vitamina C, vitamina B6, potássio, magnésio e folato (B9), que desempenham funções cruciais no fortalecimento do sistema imunológico, formação de glóbulos vermelhos, função muscular e saúde cardiovascular.
Ao cozinhar alimentos crus, como leguminosas e vegetais verdes, o teor de oxalato pode ser significativamente reduzido. Métodos de processamento úmidos, como fervura e cozimento a vapor, são eficazes na redução do teor de oxalato devido à sua solubilidade em água e devem ser reforçados.
O inhame é ótimo, sim, é certo mas, você precisa saber de que inhame se está falando pois, um deles não se pode, de jeito nenhum, comer cru. ❌O inhame peludinho, Colocasia esculenta ou taro, faz um mal danado se consumido cru, pelo menos para algumas pessoas.
Raramente o inhame provoca efeitos colaterais, mas em casos específicos ocorrem náuseas e dores de estômago por conter uma substância chamada saponina em sua composição. E o organismo não consegue eliminar de maneira natural essas toxinas presentes no alimento.
Ao analisar toda a família do inhame, é possível encontrar variações que sequer ouvimos falar. Por exemplo, em alguns estados do Nordeste, a subclasse Cayennensis é mais comum em regiões costeiras. Outra popular é o cará-moela, cujo nome científico é Dioscorea bulbifera e lembra um bulbo pelo seu formato mais achatado.
As manchas escuras são resultado da ação da enzima polifenoloxidase. Embora elas não signifiquem que o alimento estragou, seu aparecimento deixa a comida bem menos apetitosa.
O cará é um tubérculo cujo nome científico é Dioscorea Alata. É um alimento que pode ser encontrado na maioria das feiras e mercados, geralmente nas barraca em que também se vende batata-inglesa e inhame. A casca do cará não tem “pelos” e parece-se com a da mandioca, com a diferença que é marrom e mais arredondada.