Percorreu cerca de 15 mil km e enfrentou todo tipo de dificuldades: foi açoitado, apedrejado, preso, assaltado; naufragou, sentiu-se traído, passou fome, frio e noites sem dormir (2 Coríntios 11, 24-27), exposto “ao perigo a todo o momento” (1 Coríntios 15, 30).
Apesar de apóstolo, Paulo pode ser tomado como exemplo de um pastor que sofre. Ele foi submetido a uma grande variedade de angústias, tensões, pressões e dores durante toda a sua vida. É feito um levantamento sobre alguns sofrimentos enfrentados por Paulo enquanto desenvolvia seu ministério.
💥 O QUE ERA O ESPINHO NA CARNE DO APÓSTOLO PAULO? 📖 "E, para que me não exaltasse pelas excelências das revelações, foi-me dado um ESPINHO NA CARNE, a saber, um mensageiro de Satanás, para me esbofetear, a fim de não me exaltar." (2 Coríntios 12:7).
AS PROVAÇÕES DO APÓSTOLO PAULO ( TODAS AS DIFICULDADES E SOFRIMENTOS QUE PAULO ENFRENTOU )
O que Paulo diz sobre o sofrimento?
Os sofrimentos de Paulo
O apóstolo São Paulo começa a Carta aos Colossenses com uma declaração que, ao olhar humano, pode ser insana: “Alegro-me nos sofrimentos que tenho suportado por vós e completo, na minha carne, o que falta às tribulações de Cristo em favor do seu corpo que é a Igreja” (Cl 1,24).
Paulo escreveu: “Três vezes fui açoitado com varas, uma vez fui apedrejado, três vezes sofri naufrágio, uma noite e um dia passei no abismo” (2 Coríntios 11:25).
Por considerar essa religião uma traição ao Judaísmo, perseguia os seguidores de Cristo, porque, eles tinham abandonado a Lei Mosaica para seguir um tal de Jesus, sobre o qual um monte de fanáticos cristãos pregavam e diziam que havia ressuscitado dos mortos.
Aliás, o apóstolo Paulo tinha algumas fraquezas. Paulo escreveu que, para não se tornar orgulhoso, o Senhor lhe dera um “espinho na carne” (2 Coríntios 12:7). Não sabemos o que era, mas era algum tipo de fraqueza. Paulo não apenas pediu ao Senhor, mas implorou ao Senhor que afastasse essa fraqueza.
O rei não achava que Paulo deveria ser morto, mas teve que mandá-lo para Roma para ser julgado. Paulo ficou dois anos na prisão em Roma. Muitas pessoas vieram vê-lo e ele ensinou-lhes o evangelho. Paulo escreveu cartas aos santos de outras terras e algumas dessas cartas, chamadas epístolas, estão no Novo Testamento.
Durante o período de divulgação do cristianismo, Paulo reclamava de um incomodo físico: “E, para que não me exaltasse pela excelência das revelações, foi-me dado um espinho na carne, a saber, um mensageiro de Satanás para me esbofetear, a fim de não me exaltar” (2 Coríntios: 12: 7).
No Novo Testamento, Paulo relaciona dezessete pecados mortais: “Adultério, prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias.” Há os pecados contra a fé (incredulidade de Deus e heresia), contra a ...
Paulo, who else? Paulo, o falso apóstolo que de modo nenhum era amigo de Jesus, pois não fazia o que ele tinha ensinado, e pregava uma outra doutrina. Se Pedro era amigo de Paulo então não podia ser amigo de Jesus também. Já dizia Jesus, nenhum homem pode servir dois senhores…
Paulo tinha cerca de 28 anos quando ocorreu seu encontro místico com Jesus. Depois de ter se tornado um fervoroso discípulo do Nazareno, viveu algum tempo na comunidade cristã damasquina, até ser expulso pelos judeus.
A conversão sensacional de São Paulo foi um dos fatos mais marcantes da história do Cristianismo. Cristo o escolheu e designou para ser o apóstolo dos pagãos, os que eram chamados de gregos pelos judeus.
O apóstolo Paulo provavelmente estava com mais de 60 anos – um ancião para os padrões de sua época, quando fez sua última viagem missionária. Ele precisava da assistência integral de um companheiro de viagem por causa de seu problema de visão.
Paulo levou o evangelho com o mesmo fervor que com que levava o judaísmo. Foi perseguido e preso por várias vezes como ele fazia com outros antes, mas não desanimou pois sabia em quem estava sua fé. Não abandonou Jesus em nenhum momento de luta, pois conhecia quem Ele era.
Paulo cuidou das roupas dos apedrejadores, então ele foi cúmplice do assassinato de Estêvão (Atos 7:57 - 8:1). Mas Deus transformou a desobediência de Paulo em uma paixão pela graça. Foi através da graça que Deus aceitou e perdoou Paulo, mesmo que ele tivesse feito coisas terríveis.
O "espinho na carne" de Paulo, que muitos acreditam ser uma metáfora para suas lutas físicas ou espirituais, é apresentado como um instrumento essencial para impedir o orgulho e promover a verdadeira humildade e dependência em Deus. Este não é apenas um livro para leitura, mas um companheiro para a vida toda.
Durante seus estudos, Paulo desenvolveu sua paixão pelo judaísmo e passou a perseguir fervorosamente os cristãos. Após o apóstolo presenciar a morte do Estevão, um fiel seguidor de Cristo, sua revolta contra os cristãos se intensificou, pois ele acreditava ser inadmissível alguém morrer em nome de sua fé em Jesus.
E, estando um certo jovem, por nome Êutico, assentado numa janela, caiu do terceiro andar abaixo, tomado de um sono profundo que lhe sobreveio durante o extenso discurso de Paulo; e foi levantado morto. Porque a sua casa se inclina para a morte, e as suas veredas para os mortos.