05/10 – Dia de Santa Faustina Kowalska – A Santa que visitou o céu, inferno e purgatório. A misericórdia divina revelou-se manifestamente na vida desta bem-aventurada, que nasceu no dia 25 de agosto de 1905, em Glogowiec, na Polônia Central.
Santa Faustina Kowalska, a quem foi revelada a Divina Misericórdia, foi concedida por Deus visões do céu, do purgatório e do inferno, suas visões nos devem auxiliar a buscar a verdadeira amizade com Deus, sem demora, deixemos o pecado e retornemos a amizade com Cristo Jesus , nosso Senhor! 1.
Viram-se homens de uma grande virtude, santos, que passaram no purgatório, segundo o testemunho de revelações particulares, como as de Santa Brígida, Santa Teresa, Santa Margarida Maria e outras.
Permitam-me contar-lhes uma famosa aparição de um Papa a uma santa. O Papa Inocêncio III morreu no dia 16 de julho de 1216. No mesmo dia, ele apareceu a Santa Lutgarda, no monastério de Aywières, região central da Bélgica.
Santa Francisca Romana recebeu o dom de enxergar os pensamentos das almas, além do discernimento dos espíritos e do aconselhamento dos pecadores para conduzi-los ao Céu. Ainda, Santa Francisca também teve muitas visões e, dentre elas, as mais impressionantes foram as do inferno.
Quem mais difundiu a doutrina do purgatório foi o Papa Gregório Magno (papa desde o ano de 590 até 604). A convicção eclesiástica criou diversas formas de expressão na liturgia. Já no século II, atesta-se uma oração pelos falecidos.
Alguns biblistas percebem a confirmação do purgatório nas palavras de Jesus em Mateus 5,25-26: “Põe-te depressa de acordo com o teu adversário, enquanto estás ainda em caminho (da vida) com ele; a fim de que teu adversário não te entregue ao juiz, e o juiz ao guarda, e sejas metido na prisão.
Santa Francisca Romana viu no Purgatório almas que sofriam cruelmente, mas os anjos de Deus as visitavam e assistiam em seus sofrimentos. A região mais baixa é repleta de um fogo violento, mas não tão obscuro quanto o do Inferno; trata-se de um vasto mar de fogo, do qual são expelidas chamas imensas.
A noção de Purgatório é particularmente associada com o rito latino da Igreja Católica, também presente nas igrejas católicas orientais (embora muitas vezes sem usar o termo "Purgatório"); os anglo-católicos geralmente também acolhem essa crença.
Ela recebeu a graça de ver o purgatório, o céu e o inferno. Em seus escritos, a santa polonesa conta que uma noite seu anjo da guarda pediu-lhe para segui-lo e ela chegou a um lugar cheio de fogo e de almas que sofriam, entretanto, aquele não era o inferno.
“São Nicolau, recorro a ti pelas almas dos meus familiares, aqueles que já faleceram e estão no purgatório esperando a sua purificação. Que alcancemos, pela tua intercessão, a salvação das famílias e dos pecadores. A ti recorremos e pedimos. Amém!”
As Revelações de Santa Brígida apresentam um conteúdo e um estilo muito variado. Às vezes, a revelação apresenta-se sob a forma de diálogos entre as Pessoas divinas, a Virgem, os santos e também os demônios; diálogos nos quais também Brígida intervém.
Vídeo trata de visão da beata Maria Serafina sobre Lutero no inferno. Muito oportuno para esses dias em que desejam celebrar os 500 anos dessa pseudo reforma.
[Ouvi então uma voz interior] que me dizia: 'A Minha misericórdia não deseja isto, mas a justiça exige'”. Em um retiro de oito dias em outubro de 1936, santa Faustina Kowalska viu o abismo do inferno com vários tormentos.
O conceito de purgatório, segundo o Catecismo da Igreja Católica 1, desafia a superficialidade com que muitas vezes enxergamos nossa caminhada espiritual. Ele é descrito como um estado de purificação final, destinado às almas que, embora já tenham sido salvas, ainda carregam as consequências temporais dos pecados.
Francisca deu muita assistência aos doentes e pobres, a ponto de ser chamada "Mãe de Roma", e na sua viuvez atendeu aos apelos do coração a chamá-la a uma consagração total. Sendo assim, viveu até sua morte, em 1440, numa congregação abençoada pelo Papa e iniciada por ela e amigas na caridade.
“Eles não são punidos, aqueles que se arrependem obtêm o perdão de Deus e vão entre as fileiras das almas que o contemplam”, afirmou o padre em aspas reproduzidas pelo jornal britânico. “Mas aqueles que não se arrependem e, portanto, não podem ser perdoados, desaparecem.”
Por que os evangélicos não acreditam no purgatório?
É que o purgatório não cabe na religião protestante, cuja doutrina não aceita a santidade humana. Para eles, todos os homens são profundamente pecadores e irão entrar no Céu ainda profundamente pecadores, com Deus olhando tão somente para a sua fé.
Foi no Concílio de Florença e de Trento que se desenvolveu a fé no purgatório. Na Bíblia, há algumas passagens que falam desse fogo que purifica (I Cor 3,15; I Pd 1,7).
A palavra 'purgatório' não existe na Bíblia, foi criada pela Igreja, mas a realidade, o “conceito doutrinário” deste estado de purificação existe amplamente na Sagrada Escritura. A Igreja não tem dúvida desta realidade por isso, desde o primeiro século reza pelo sufrágio das almas do purgatório.
Três anos, três meses e quinze dias. Assim, um bom cristão que vigia a si mesmo, que se aplica na prática da penitência e das boas obras, encontra-se sujeito a três anos, três meses e quinze dias de Purgatório.