Escrita por São Malaquias, bispo irlandês do século 12, a suposta profecia afirma que Francisco será o último papa da história. Não é exatamente uma previsão de apocalipse – apenas que o novo líder da Igreja Católica irá governar na “desolação do mundo” e que Roma será destruída.
Malaquias profetizou a respeito da Segunda Vinda de Jesus Cristo. O Senhor ordenou aos judeus que retornassem a Ele pagando seus dízimos e suas ofertas. Ele assegurou aos justos que seu empenho em servir a Ele seria recompensado e que, quando Ele retornasse à Terra, eles seriam Seus.
No tempo do profeta Malaquias, após o exílio, o dia de Javé é o grande julgamento contra quem não observa a lei. O sol da justiça de Deus irá manifestar a diferença entre o justo e o ímpio, entre o bem e o mal, entre quem serve a Deus e quem não o serve. Por meio dos justos, Deus fará justiça.
O Senhor falou por intermédio do Profeta Malaquias sobre Sua Segunda Vinda, e Ele pediu ao povo que se voltasse a Ele, pagando seus dízimos e suas ofertas. O Senhor indicou ainda o destino que aguardava o ímpio em Sua Segunda Vinda e prometeu enviar Elias, o profeta, antes do grande e terrível Dia do Senhor.
Malaquias, Malaque ou Mal'akhi (em hebraico: מַלְאָכִי; em hebraico moderno: Mal'akhi; em hebraico tiberiano: Malʼāḵî - "Mensageiro") foi um profeta judeu, ao qual as revelações dadas estão escritas no Livro de Malaquias, encontrado no Antigo Testamento da Bíblia cristã e no Tanakh da Bíblia Hebraica.
A HISTÓRIA DO PROFETA MALAQUIAS ( O ÚLTIMO PROFETA DO ANTIGO TESTAMENTO )
Qual foi a profecia de Malaquias?
Escrita por São Malaquias, bispo irlandês do século 12, a suposta profecia afirma que Francisco será o último papa da história. Não é exatamente uma previsão de apocalipse – apenas que o novo líder da Igreja Católica irá governar na “desolação do mundo” e que Roma será destruída.
Os 400 anos do Período Interbíblico caracterizam-se pela cessação da revelação bíblica, pelo silêncio profundo em que Deus permaneceu em relação ao seu povo, pois durante esse tempo nenhum profeta se levantou em nome de Deus.
Por intermédio do Profeta Malaquias, o Senhor abordou o declínio do comprometimento dos judeus para com Deus. O Senhor instruiu Seu povo do convênio a voltar-se a Ele trazendo-Lhe seus dízimos e suas ofertas com mais fidelidade, e Ele prometeu abençoar e proteger aqueles que assim fizessem (ver Malaquias 3:7–12).
Os temas tratados na obra seriam o amor de Deus, o pecado dos sacerdotes, o pecado do povo e a vinda do Senhor. Nas últimas linhas deste livro do Antigo Testamento bíblico, vemos uma exortação de Deus às famílias: "converter o coração dos pais aos filhos e dos filhos aos seus pais".
Malquias/Luciér (Daniel Blanco) perdeu o resto de humanidade que lhe restava após testemunhar a morte de Lavínia (Pâmela Tomé) e Belá (Lorenzo Mello) em Reis. O príncipe culpou Micael (Thiago Amaral) pela tragédia, e, cego de ódio, matou o amigo na novela bíblica da Record.
Pela boca de Caifás, o Antigo Testamento pronuncia suas últimas palavras, antes de ser selada, no sangue do Cordeiro, a Nova e Eterna Aliança: “É melhor um só morrer pelo povo do que perecer a nação inteira”, a fim de que sejam reunidos os filhos de Deus dispersos pelo mundo.
No episódio de The chosen, Jesus cura Malaquias, um samaritano, que passava por um momento difícil, pois não podia trabalhar devido a sua perna enferma, cuja ferida foi causada na queda de um cavalo que havia sido roubado de um Judeu.
O que significa converter o coração dos pais aos filhos?
A conversão do coração, de pais a seus filhos e dos filhos a seus pais, fará um encontro que Deus almejou desde a criação do homem. O pecado então apaga a trilha, desfaz o caminho e enegrece a luz que outrora apontava a direção de um coração ao outro.
Em sua profecia, Malaquias escreveu a respeito de João Batista, da lei do dízimo, da Segunda Vinda do Senhor e do retorno de Elias, o profeta. Aprenderemos com essas profecias que o Pai Celestial nos abençoa quando pagamos o dízimo, que nos Templos Santos somos selados com nossas famílias para a eternidade.
"No dia em que eu agir", diz o Senhor dos Exércitos, "eles serão o meu tesouro pessoal. Eu terei compaixão deles como um pai tem compaixão do filho que lhe obedece. Então vocês verão novamente a diferença entre o justo e o ímpio, entre os que servem a Deus e os que não o servem.
Qual era o principal ponto da profecia de Malaquias?
As chamadas “Profecias de São Malaquias” são, conforme seus divulgadores, de autoria de Malaquias de Armagh, monge do mosteiro de Bangor e depois arcebispo de Armagh. Vez ou outra, alguém relembra as profecias atribuídas a São Malaquias († 1148). Elas preveem o fim do Papado e do mundo.
O livro de Malaquias é um livro profético que dá descrições mostrando a necessidade de reforma antes da vinda do Messias. Sendo um livro curto, Malaquias é o último dos profetas menores de acordo com a catalogação, escrito por volta de 430 a.C., e o seu nome não é mencionado em nenhum outro livro da Bíblia.
Há um vácuo de tempo de Malaquias até Mateus. Dentro da teologia bíblica, esses anos são chamados de período intertestamentário, ou “400 anos de silêncio”, porque nessa fase não há nenhum escrito profético.
A mensagem principal do livro de Malaquias gira em torno de um chamado à fidelidade ao pacto. Ele aborda vários aspectos do relacionamento do povo com Deus, incluindo suas práticas de adoração, comportamento ético e justiça social.
Qual foi o último profeta antes do período interbíblico?
O Período Interbíblico tem início com a interrupção da atividade profética entre o povo de Deus. Malaquias foi o último profeta a transmitir as palavras do Senhor até o começo do ministério de João Batista.
São João Batista é o último profeta do Antigo Testamento. Ele veio fazer a ligação do Antigo ao Novo Testamento iniciado com a vinda de Jesus Cristo. O perfil de João é marcado pela humildade. Não quis ser confundido com o Messias Jesus.
400 anos! Esse é o tempo que decorre entre o fim do Antigo Testamento e os acontecimentos do Novo Testamento. Esse tempo é conhecido como Período Interbíblico, que marca o silêncio profético de Malaquias até a pregação de João Batista. Durante muito tempo, esse período de silêncio recebeu muita atenção.
Os judeus não reconhecem o Novo Testamento, cuja história é centrada em Jesus. Os judeus reconhecem apenas os cinco primeiros livros da Bíblia, do Velho Testamento, que narra que Deus criou o mundo e o ser humano, que explica a história dos judeus e que conta que Deus fez uma aliança com esse povo.