Resumo: A Carta a Filêmon é a mais curta e pessoal do epistolário paulino. Em apenas vinte e cinco versículos, Paulo escreve do cárcere para defender a causa de Onésimo, um escravo de Filêmon, que por alguma ocasião desconhecida fugiu do seu patrão e encontrou com Paulo.
As epístolas paulinas ainda podem ser divididas em: Eclesiásticas - Romanos, I Coríntios, II Coríntios, Gálatas, Efésios, Filipenses, Colossenses, I Tessalonicenses e II Tessalonicenses.
A redação da Carta se dá por volta de 57 d.C., em Corinto, na terceira viagem de Paulo quando ficou três meses na Grécia. A Carta aos Romanos é a mais longa de todas as cartas de Paulo e também é a mais teológica.
Cronologia da vida de Paulo (estudo bíblico) | #122
Qual carta de Paulo devo ler primeiro?
Acredita-se que a Primeira Epístola aos Tessalonicenses seja a mais antiga epístola escrita por Paulo que ainda exista hoje e é possível que seja o livro mais antigo do Novo Testamento.
A Epístola aos Romanos é a carta mais longa escrita pelo Apóstolo Paulo, além de ser considerada por muitos como a mais grandiosa. Ela contém a mais completa explicação de Paulo sobre a doutrina da justificação pela fé em Jesus Cristo, e não pela obediência à lei de Moisés.
São as cartas 2ª aos Tessalonicenses, Colossenses e 2ª a Timóteo. As quatro restantes certamente não foram escritas por Paulo, mas por alguém que o conheceu e com ele trabalhou. São as elas: Efésios, 1ª a Timóteo, Tito e Hebreus.
Os estudiosos da Bíblia concordam que ela foi escrita pelo apóstolo Paulo aos romanos para explicar como a salvação é oferecida por meio do Evangelho de Jesus Cristo. É a primeira e a mais longa das Epístolas Paulinas, e é considerada a epístola com o "mais importante legado teológico".
A Segunda Epístola a Timóteo, geralmente referida apenas como II Timóteo, é o décimo-sexto livro do Novo Testamento da Bíblia, a segunda carta que o apóstolo Paulo redigiu a Timóteo e a última epístola de Paulo em ordem cronológica.
O Livro de Obadias, também chamado de Livro de Abdias na Bíblia católica, faz parte da Bíblia hebraica, da qual é o menor livro, com apenas um capítulo, vem depois do Livro de Amós e antes do Livro de Jonas.
Temos as cartas de Paulo, são 13 escritos que carregam a sua assinatura. Destas, 7 cartas foram compostas por ele: Romanos, 1ª e 2ª Coríntios, Gálatas, 1ª Tessalonicences, Filipenses e Filêmon.
Onésimo tinha roubado Filemon. Em Roma, ele procurou Paulo, que o levou a Cristo. Por lei, Filemon poderia matar seu escravo pelo roubo, mas Paulo intercedeu em nome do novo cristão, salvando sua vida.
De Roma até Colossos, dependendo da rota utilizada, teria de se percorrer de 1500km até 2000km de distância. 23 Conforme se verá no decorrer deste artigo, Onésimo era um escravo fugitivo.
Paulo escreveu com certeza cinco cartas aos coríntios. A primeira, mencionada em 1Co 5,9, é chamada de “pré-canônica” e se perdeu. Vem depois a Primeira Carta aos Coríntios, como está na Bíblia. Uma outra, chamada de “dolorosa” também se perdeu e é mencionada em 2Co 2,4.
A carta aos Efésios sempre despertou muitas críticas dos biblistas. O seu conteúdo diverge do pensamento de Paulo. A primeira suspeita é que ela não faz parte das cartas autênticas de Paulo.
Acredita-se que a Primeira Epístola de Tessalonicenses seja a primeira das epístolas existentes de Paulo, e pode ser o livro mais velho no Novo Testamento.
Resumo: A Carta a Filêmon é a mais curta e pessoal do epistolário paulino. Em apenas vinte e cinco versículos, Paulo escreve do cárcere para defender a causa de Onésimo, um escravo de Filêmon, que por alguma ocasião desconhecida fugiu do seu patrão e encontrou com Paulo.
Particularmente notável é a saudação que o apóstolo Paulo usa em cada uma de suas cartas, preservadas para nós na Bíblia, às congregações da igreja: “Graça a vós e paz, da parte de Deus, nosso Pai, e da do Senhor Jesus Cristo”.
A compreensão tradicional cristã é que Marcos e Lucas não foram escritos por ninguém que conhecesse Jesus pessoalmente. O evangelho de Lucas até começa com uma explicação de que ele está coletando relatos do que aconteceu de outras pessoas, que o próprio autor não é uma testemunha ocular.