Os escritos atribuídos a João revelam uma personalidade extraordinária. De acordo com as descrições, ele era imaginativo em suas comparações, pensativo e introspectivo em suas reflexões, e pouco falador como discípulo. Seu amadurecimento na fé é perceptível pela evolução de sua escrita ao longo do tempo.
No Evangelho vemos claramente que João tinha um temperamento ao mesmo tempo manso, mas profundo, inclinado à contemplação, mas que pede que desça fogo sobre à Terra. Certa vez foi chamado por Jesus de “Filho do Trovão”, pois reagia com grande intensidade à não adesão das pessoas.
Este apóstolo, de temperamento ciumento, impulsivo e vingativo ( foi chamado uma vez por Jesus de “Filho do Trovão” – Boanergesd), tornou-se apóstolo do amor sempre enfatizando que “Deus é amor”, e que o amor nossa leva a Deus e nos prende ao próximo.
Com uma habilidade natural para liderar e conectar-se com os outros, as pessoas que carregam o nome João geralmente apresentam uma personalidade introspectiva, pensativa e reflexiva.
O apóstolo Paulo exemplifica o temperamento colérico na Bíblia. Ele era conhecido por sua determinação inflexível em perseguir os cristãos antes de seu encontro com Cristo, e depois usou essa mesma energia para propagar o Evangelho, enfrentando adversidades e perseguições com resiliência e coragem (Atos 14:19-20).
Foram de temperamento melancólico o Apóstolo São João, São Bernardo, São Luís Gonzaga, Santa Teresinha do Menino Jesus, Pascal. Santa Teresinha do Menino Jesus tinha um temperamento melancólico.
Significa agraciado por Deus e indica uma pessoa com forte espírito de liderança. Impulsivo, às vezes é mal interpretado, mas seus atos sempre visam o benefício da maioria, pois possui nobreza de caráter.
Tiago evidenciava uma personalidade tão intensa, franca e convicta, que se tornou o primeiro alvo do rei Herodes contra os discípulos do Senhor Jesus, após a ressurreição – ele foi morto por espada (Atos 12.2).
Ele falava mais que qualquer outro, era ousado e tomava muitas atitudes sem pensar. Prova disso é como atendeu o chamado de Jesus (Mateus 4:20), a ousadia em pedir para andar sobre as águas com o Mestre (Mateus 14:28) e a forma como reagiu quando Ele foi preso (João 18:10).
Quantos anos tinha João quando foi chamado por Jesus?
Se Jesus exerceu seu ministério público por volta do ano 30, i. e., 60 anos antes da redação do 4º. Evangelho, podemos supor que João tinha cerca de 10 anos na ocasião em que acompanhou Jesus como discípulo.
No evangelho de João, o discípulo amado surge como um amigo íntimo e pessoal do Senhor. Com Marta, Lázaro e Maria, João é descrito claramente nesse evangelho como alguém a quem Jesus amava (ver João 11:3, 5). Sua posição na mesa durante a Última Ceia refletia não apenas honra, mas também proximidade.
Tiago aqui é retratado com uma deficiência na perna. E Jesus o convocou para uma missão de curar pessoas, deu este dom à ele. Então, Tiago questiona Jesus porque até agora Ele não o curou e como ele poderia curar outras pessoas sendo que ele mesmo não tinha sido curado.
Seu testemunho era plural, testificado por muitos irmãos. João assim afirma que o maior gozo que tinha era de ouvir: QUE OS MEUS FILHOS ANDAM NA VERDADE. Nenhum pastor devia se alegrar mais com outra alegria acima dessa.
João: Era irmão de Tiago e seu companheiro de pesca, com um perfil comunicador, Tinha um comportamento sensível e de bom relacionamento foi considerado o discípulo amado pelo Mestre, acompanhou Jesus em todos os seus momentos era confiável, recebeu a incumbência de cuidar da mãe de Jesus, manipulador através dos ...
Alguns apelidos comuns associados ao nome João são Joãozinho, Janjão, Janinho, Jão, Juca e Jojô. Esses apelidos são utilizados como formas carinhosas de se referir a alguém chamado João.
“João” é um nome de origem hebraica, derivado de “Yohanan,” que significa “Deus é gracioso” ou “agraciado por Deus.” É um dos nomes mais difundidos no mundo e está presente em diversas culturas, com variações como “John” em inglês, “Juan” em espanhol, e “Jean” em francês, entre outros.
Os escritos atribuídos a João revelam uma personalidade extraordinária. De acordo com as descrições, ele era imaginativo em suas comparações, pensativo e introspectivo em suas reflexões, e pouco falador como discípulo. Seu amadurecimento na fé é perceptível pela evolução de sua escrita ao longo do tempo.
O temperamento mais profundo é o melancólico. Os melancólicos são sensíveis em suas emoções, são pessoas detalhistas, que gostam de ficar mais quietinhas. Possuem dificuldade de expor as suas emoções e sentimentos, são fiéis e desconfiados. São pessoas leais, sensíveis e dedicadas.
O mais amável, João, era emocionalmente bipolar e ambicioso. O mais pragmático, Tomé, era paranoico, desconfiava de tudo. O mais lógico, Mateus, tinha fama de corrupto. O mais culto e comedido, Judas, era dissimulado.
Outro personagem bíblico de muita relevância e que chegou ao extremo da ansiedade, cogitando, inclusive, dar cabo à própria vida, foi Jonas, o evangelista a contragosto.