E fizemos crescer, ao lado dele, uma aboboreira. E o enviamos a cem mil (indivíduos) ou mais. E creram nele, e lhes permitimos deleitarem-se por algum tempo. O Alcorão não menciona o pai de Jonas, mas a tradição muçulmana ensina que Jonas era da tribo de Benjamim e que seu pai era Amitai.
Mas o povo de Nínive era inimigo dos israelitas. Jonas não queria pregar a eles. Então, embarcou em um navio para ficar longe de Nínive. Enquanto Jonas estava no navio, surgiu uma grande tempestade.
O Profeta Jonas era hebreu do norte do Reino de Israel, natural de Gade-Hefer, que fica em Zebulom, ao Norte de Nazaré, na Galiléia. Isso mesmo, Jonas era galileu. Yoná ben Amitai, significa que Yoná, Jonas era filho de Amitai, que também foi profeta, e cujo nome significa “minha verdade”.
Jonas era um profeta, alguém que conhecia o Senhor e que já era “um mensageiro de Deus” no Antigo Testamento. Sua missão era ir a Nínive, uma grande cidade que estava muito corrompida pela maldade e pelo pecado.
Portanto, Jonas não queria ir para Nínive porque acreditava que eles mereciam sofrer a punição divina, e não ser alvos da misericórdia. Ele estava em conflito com a natureza compassiva e perdoadora de Deus, temendo que a graça divina pudesse absolver até mesmo os mais cruéis.
Társis ficava no sudoeste da Espanha. Era uma colônia fenícia próxima ao estreito de Gibraltar que liga o mar Mediterrâneo ao oceano Atlântico. Ficava a quase 4.000 km de distância de Jope.
1 E orou Jonas ao Senhor seu Deus, das entranhas do peixe. 2 E disse: Da minha angústia clamei ao Senhor, e ele me respondeu; do ventre do inferno gritei, e tu ouviste a minha voz.
E fizemos crescer, ao lado dele, uma aboboreira. E o enviamos a cem mil (indivíduos) ou mais. E creram nele, e lhes permitimos deleitarem-se por algum tempo. O Alcorão não menciona o pai de Jonas, mas a tradição muçulmana ensina que Jonas era da tribo de Benjamim e que seu pai era Amitai.
A tradição judaica, que dá uma grande importância ao livro do profeta Jonas, durante os dias que precedem o yôm hakippurîm, afirma algo muito interessante. Associa o profeta Jonas ao filho da mulher sunamita, que foi concebido e ressuscitado pela intervenção direta do profeta Eliseu (2Rs 4,8-37; 8,1-6).
Trabalha-‐‑se a hipótese de que o peixe grande, no texto bíblico, seria marcado por uma função de constituição e manutenção da identidade, enquanto, no romance, o monstro apareceria como desconstrutor de sistemas de significação que pretendem ser imutáveis e herméticos.
Társis é uma cidade ou local, mencionado no Antigo Testamento, mas cuja localização não foi determinada, indo desde um porto no Oceano Índico até Cartago ou um porto fenício na Espanha.
No contexto do livro de Jonas, é afirmado que Deus determinou que Jonas viajasse para pregar em Nínive. Jonas desobedeceu a Deus, e não ficou por isso mesmo. Ao invés de fazer o que Deus mandou, Jonas foi para Társis.
Jonas começou a percorrer a cidade caminho de um dia, e pregava, dizendo: — Ainda quarenta dias, e Nínive será destruída. Os ninivitas creram em Deus. Proclamaram um jejum e vestiram roupa feita de pano de saco, desde o maior até o menor.
Qual o motivo de Jonas não queria pregar em Nínive?
Ele ainda desprezava o povo daquela grande cidade e queixou-se da misericórdia e compaixão de Deus! Falou que não queria pregar ao povo exatamente por este motivo, pois poderiam aceitar a palavra para serem salvos.
Um dos importantes símbolos religiosos de Nínive era o peixe. Os ninivitas adoravam muitas divindades. Entre elas, havia Dagom, ídolo metade homem, metade peixe. Além disso, na antiga língua acadiana, o nome Nínive tem relação com a palavra peixe.
O Jonas do livro é chamado a ser amigo das nações, inclusive um dos grandes inimigos de Israel, os assírios. Com isso, o autor quer mostrar que Israel não pode se fechar em si mesmo. O livro de Jonas tem o objetivo de instruir os leitores e mostrar que Javé é o Deus de todos os povos.
Ir a Nínive significava se deslocar oitocentos quilômetros para o nordeste através do deserto. Társis ficava a mais de três mil quilômetros para o oeste, numa direção totalmente oposta.
Este complexo se refere à pessoa que tem medo das mudanças, do sucesso, de ser diferente e, por isso, de ser rejeitado; prefere renunciar à originalidade e viver isolado, conformado com seu destino, dizendo que o dinheiro atrai a inveja e a infelicidade e o melhor a fazer é deixar as coisas como estão.
Capital do reino da Assíria, na margem esquerda do rio Tigre, na antiga Mesopotâmia, Nínive, cujo nome significava "bela", encontra-se próxima da atual cidade de Mossul, no norte do Iraque.