O segredo de Maria foi revelado pelo Espírito Santo através de Isabel: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto de teu ventre! Como posso merecer que a mãe do meu Senhor me venha visitar?”
O Segredo de Maria pode ser considerado uma síntese do Tratado da verdadeira devoção à Santíssima Virgem Maria. Escrito no estilo de uma carta de exortação à santidade pela perfeita devoção a Nossa Senhora, tornou-se a segunda obra mais conhecida de São Luís Maria Grignion de Montfort, depois do Tratado.
Por obra do pecado consumado pela irmã, Maria Santa cresceu de antolhos para a vida. Tornou-se mulher na absoluta ignorância, assustada dos homens, forçada a esconder o corpo para evitar despertar desejos naquela tal raça maldita - a dos machos.
De acordo com os Evangelhos, Maria nasceu em Nazaré, na Galileia, e era descendente da casa de Davi, uma linhagem importante na tradição judaica. Ela foi prometida em casamento a José, um carpinteiro, quando o anjo Gabriel a visitou, anunciando que ela daria à luz o salvador, Jesus Cristo, por obra do Espírito Santo.
Maria foi a escolhida entre as mulheres para trazer o Messias ao mundo. O sonho das meninas da época era ser a mãe daquele que havia sido prometido pelos Profetas. Maria, então, recebeu a visita do Anjo Gabriel que lhe anunciou a grande missão. Ela encontrou graça diante de Deus e o Senhor estava com ela (Lc 1,28).
Quando Teu Pai Revelou O Segredo A Maria. (Letra Na Descrição)
Porque Deus escolheu Maria para gerar Jesus?
Se a humildade de Maria não fosse gigantesca, ela não suportaria tudo isso, poderia se desesperar, blasfemar contra o céu… no entanto, Ela era a mais humilde e submissa criatura desta terra. Ela confiava sem questionar. Por isso Ela foi a escolhida, e não outra mulher.
O que aconteceu com Maria depois da morte de Jesus?
Assim definiu pelo Papa Pio XII em 1950 através da Constituição Apostólica Munificentissimus Deus: “A Imaculada Mãe de Deus, a sempre Virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre foi assunta em corpo e alma à glória celestial.”
Maria é nossa Mãe, que intercede por nós junto a Jesus. Como nas Bodas de Caná, Ela continua a ver nossas necessidades e leva-las ao Filho. Ao mesmo tempo continua sempre a nos dizer: “Façam tudo o que meu Filho vos disser” (cf. Jo 2,5).
Trata-se da Festa da Assunção de Maria, o dia em que, segundo a tradição católica, Nossa Senhora, a mãe de Jesus, teria subido aos céus de corpo e alma — uma morte incorruptível, segundo a crença.
Cristo disse que ainda não era a sua hora, mas sua Mãe lhe pediu ajuda. A Bíblia é clara: Maria influencia o seu Filho. A Santíssima Mãe fez parte da encarnação, do nascimento, do primeiro milagre, da paixão e da morte de Jesus e recebeu o Espírito Santo junto com os apóstolos.
Maria é o poder feminino em ação, que concretiza tudo aquilo que se pede. Orar para Maria é preencher a vida com a luz mais pura e com o amor mais incondicional.
O segredo de Maria foi revelado pelo Espírito Santo através de Isabel: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto de teu ventre! Como posso merecer que a mãe do meu Senhor me venha visitar?”
Na anunciação disse o anjo à Maria que ela conceberia e daria à luz um filho, cujo nome seria Jesus (Lc 1,31), o Salvador da Humanidade. Ela viveu o plano do Senhor, onde em tudo se faria a vontade dele, segundo a palavra de Deus, dita pelo anjo (Lc 1,38).
A tradição da Igreja e os apócrifos canônicos afirmam que os pais de Maria eram um casal de idosos, São Joaquim e Santa Ana. A Bíblia registra o papel de Maria em eventos importantes da vida de Jesus, desde o seu nascimento até a sua ascensão.
Algumas passagens do Evangelho são, aparentemente, um culto a Maria. Uma se encontra no Evangelho de Lucas, no capítulo 11, 27-28. A uma moça que grita: “Bem-aventurado o ventre que te gerou e o seio que te amamentou”, Jesus responde: “Bem-aventurados ainda mais aqueles que escutaram a Palavra de Deus e a observaram”.
A ortodoxia ensina que Maria passou por uma morte natural, como qualquer outro ser humano; que sua alma foi recebida por Cristo após a sua morte e que seu corpo foi ressuscitado no terceiro dia, no qual este corpo foi finalmente elevado ao céu para se juntar à sua alma. Seu túmulo foi encontrado vazio no terceiro dia.
E uma das provas da Imaculada Conceição de Maria está na saudação do Anjo Gabriel. São Lucas, ao registrar que a Maria é “cheia de graça” utiliza a palavra grega “charitoo”, que é utilizada na Sagrada Escritura para designar a Graça no sentido pleno ou em toda sua plenitude.
Celebrar a Assunção de Maria, em nossos dias, significa não retomar o poder glorioso e triunfalista a ela atribuído na sua Assunção, o que representou o poder da Igreja Medieval, mas resgatar o poder libertador que ela nos mostrou no canto Magnificat, em Lc 1,39-57 e no Apocalipse.
Maria não teve outros filhos, em vista da doação total e devotamento única a Jesus. Pois, se Ela tivesse outros filhos, assim como qualquer mulher – mãe, ela dividiria seu amor com os demais. Sendo Mãe e Serva, ao mesmo tempo, de seu Filho e de seu Deus, Ela não poderia se dispensar de um amor total.
Quantos anos tinha José quando casou com Maria, mãe de Jesus?
Assim escreveram autores como F. Suárez (1548-1617) que atribuía a José a idade entre 30 a 40 anos, ou como Jerônimo Graccián, que lhe atribuía a idade entre 40 a 50 anos. O mesmo seguiram grandes pintores como El Greco, Rafael e inúmeros outros, assim como alguns escultores.
A “morte” e assunção corporal da Virgem são registradas como Dormição (Dormitio) e Trânsito (Transitus). O momento final é um simples sono (o corpo foi poupado de corrupção), e o segundo corresponde ao conjunto- morte e assunção ou, simplesmente, à assunção.
As ricas celebrações da Custódia da Terra Santa na festa da Assunção de Maria aconteceram em Jerusalém, entre a Gruta dos Apóstolos e a Basílica do Getsêmani: aqui, aos pés do Monte das Oliveiras, está o Túmulo de Maria, um lugar guardado e venerado pelos cristãos desde os primeiros séculos.
Maria foi a primeira humana a ser elevada à glória da ressurreição, como ocorreu com Jesus que ressuscitou e ascendeu aos Céus. A diferença é que Maria foi assunta, foi levada, pelo seu Filho aos Céus.