O maior satélite de comunicações do mundo, o Jupiter 3, foi lançado ao espaço, neste sábado (29), por volta das 0h04, a bordo de um foguete Falcon Heavy, da SpaceX, de uma base na Flórida, nos Estados Unidos.
O satélite GOES-U vai além das capacidades dos seus antecessores com um novo instrumento meteorológico espacial, o Compact Coronograph-1, que bloqueia a luz brilhante do Sol para que os cientistas possam observar a atmosfera solar relativamente mais fraca.
O Brasil já lançou outros seis satélites de sensoriamento remoto, mas o Amazonia 1 é o primeiro totalmente completamente projetado, integrado, testado e operado pelo país.
A Terra será orbitada por um novo satélite temporário, um asteroide chamado 2024 PT5, que será invisível a olho nu. A partir de 29 de setembro, a Terra será orbitada por um novo satélite temporário, um asteroide chamado 2024 PT5.
Um morador local no Canadá registrou recentemente um fenômeno impressionante: duas luas apareceram lado a lado no céu noturno. Embora ocorrências como múltiplos sóis, geralmente causadas pelo efeito halo, tenham se tornado relativamente familiares, uma “lua dupla” é uma visão totalmente nova e intrigante.
O Star One D2 é um satélite de comunicação geoestacionário brasileiro construído pela Space Systems/Loral (SS/L). Ele está localizado na posição orbital de 70 graus de longitude oeste é operado pela Embratel (Claro). O satélite foi baseado na plataforma SSL-1300 e sua expectativa de vida útil é de 18 anos ou mais.
O Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) está recebendo imagens do satélite meteorológico considerado o mais poderoso do mundo, o GOES-16.
Por que o satélite Amazonia 1 foi lançado na Índia?
O lançamento foi feito na Índia porque, além de o Brasil não possuir um foguete com tamanho suficiente para colocar o Amazonia-1 em órbita, o Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão, com capacidade para lançar foguetes do porte do Veículo Lançador de Satélites (VLS), com 19,7 metros de altura, não possui ...
Sem imprevistos, a missão foi um sucesso e o primeiro Satélite de Observação da Terra, totalmente projetado, integrado, testado e operado pelo Brasil já está no espaço, situado a uma altitude média de 752 km acima da superfície terrestre.
A Voyager 1 é atualmente a nave espacial mais distante da Terra, a cerca de 24 bilhões de quilômetros de distância, enquanto a sua gêmea Voyager 2 viajou mais de 20 bilhões de quilômetros do nosso planeta.
A velocidade da Lua é tangencial à sua trajetória ao redor da Terra e, sendo assim, ela está em uma espécie de movimento de queda perpétuo e nunca atingirá a superfície terrestre. O valor de sua velocidade é suficientemente grande para que ela permaneça em órbita acompanhando a curvatura da Terra.
Trata-se de um pequeno asteroide chamado 2024 PT5 que está sendo temporariamente capturado pela gravidade do nosso planeta. Esse corpo recebeu o apelido de “quase lua” ou “mini-lua”. Contudo, ao contrário da nossa Lua, o 2024 PT5 permanecerá na órbita terrestre por apenas dois meses.
As imagens de satélite em tempo real são fruto dos avanços tecnológicos dos últimos anos na área de sensoriamento remoto. Todos os dias os satélites captam uma grande quantidade de imagens nas mais diversas resoluções, algumas com até 30 cm por pixel.
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Satélites geoestacionários para comunicação, por exemplo, podem chegar a 15 anos em funcionamento. Já os satélites em baixa órbita, mais próximos da superfície terrestre, costumam durar menos. Isso porque o arrasto atmosférico é maior e, para compensar, eles precisam de mais energia.
O Brasil não possui sistema próprio de posicionamento por satélite. Assim, é mero usuário do sistema de GPS dos Estados Unidos. Por isso, há riscos geopolíticos para o Brasil na dependência da tecnologia de GPS dos Estados Unidos.
Quantos satélites o Brasil tem em órbita da Terra?
Segundo o Escritório das Nações Unidas para Assuntos do Espaço Sideral, quase 11 mil satélites estão em atividade na órbita da Terra. Só os EUA têm mais de 8 mil deles, seguido da Rússia (3.670) e China (900). O Brasil não fica fora da lista com 13 satélites em órbita, com o primeiro lançado em 1993.