O inseto é uma fonte rica em fibras, proteínas, vitaminas e minerais. Essa pode não parecer uma ideia muito atraente, mas adicionar grilos às refeições diárias traz benefícios para o sistema digestivo, indica estudo publicado no periódico Scientific Reports.
O sabor do inseto pode ser salgado, ácido, aromático ou gorduroso, e delicado. Às vezes, associado ao gosto de camarão ou peixe. Animais, como o grilo, absorvem bem o sabor do tempero; os tenébrios têm um aroma terroso; as larvas possuem sabor leve de cereais; e a barata possui um gosto forte, de frescor incomum.
Tem um gostinho de pombo de rua frita. Tem gosto de Tenébrio, né, gente? É um gostinho, assim, muito saboroso, uma coisa croca, uma crocância, arrebentei, gente, muito bom.
Em países europeus, a Agência Europeia de Segurança Alimentar aprovou, em 2021, as 'larvas-de-farinha' – larva do besouro tenébrio – como o primeiro inseto seguro para consumo humano no continente. Já no Brasil, ainda não há regulamentação específica para a criação voltada ao uso de insetos na alimentação humana.
Mais de 80 espécies de insetos são apreciadas na Tailândia, das áreas rurais às ruas da capital Bangkok. Muitos deles podem ser encontrados enlatados, como grilos cozidos, pupas de bicho-da-seda e larvas de bambu. Indonésia, Laos, Malásia, Mianmar, Filipinas e Vietnã também consomem de 150 a 200 espécies diferentes.
A pesquisa de Jayaraman, contudo, é a primeira evidência de que os insetos têm neurônios que processam a “direção de cabeça”, encontrados até então somente em mamíferos. Esse guia mental fica no complexo central do cérebro dos insetos, uma região similar aos gânglios da base da mente humana, responsáveis pela cognição.
Adriana Stavro informa que mais de 2 mil espécies de insetos são comestíveis. “Globalmente, as mais consumidas são besouros, lagartas, abelhas, vespas, formigas, gafanhotos, grilos, cigarras, cupins, libélulas e moscas. O maior consumo ocorre na África e na América Latina.
Insetos são capazes de liberar apêndices¹ através de mecanismos especializados para este fim, evitando sua morte durante fugas, ataques ou lutas. Exemplos disso são as esperanças, grilos e gafanhotos (Orthoptera), que conseguem “perder” as pernas saltatórias, porém jamais as regeneram 🦗.
Atualmente, quatro espécies são aprovadas para consumo humano: larva da farinha (Tenebrio molitor), gafanhoto migratório (Locusta migratoria), grilo (Acheta domesticus) e a larva de besouro de esterco (Alphitobius diaperinus).
Conclusão: o grilo-doméstico é um alimento de excelente qualidade para os habitantes dos terrários. O grilo-doméstico é um inseto bastante popular tanto entre donos como residentes de terrários. Desde que bem cuidados, são ótimas fontes de importantes nutrientes e vitaminas.
😋🐛🥥 Essa larva que também é conhecida como bicho-do- coco, tapuru ou gongo é uma larva de besouro que se desenvolve dentro do coco-babaçu. Por seu alto teor de proteína é consumida pelos guerreiros de selva em situações de sobrevivência. É viscosa, mas é limpinha!
Eles servem de alimento nos exercícios de sobrevivência na selva, pois dizem que são muito proteicos e embora com aparência meio repugnante e advindos de moscas, são comestíveis pois se alimentam principalmente das polpas dos cocos.
Larva de palmeira: consumida em países como Malásia, Nigéria e Papua Nova Guiné, é rica em proteínas, potássio e cálcio. Essa larva gorducha pode ser consumida in natura, diretamente retirada da madeira, tostada, furta e dizem que crua tem gosto de coco e, frita, lembra bacon.
Na Austrália, a formiga de mel tem barrigas do tamanho de uvas, cheias de um néctar açucarado apreciado pelos Aborígenes. Na Colômbia, tosta-se o traseiro de formigas cortadeiras, que têm sabor de pipoca ou amendoim. Já os tailandeses consomem as formigas vermelhas e suas larvas salteadas ou em saladas.
Proveniente da alcatra, a aranha de alcatra tem esse nome por sua aparência que lembra uma linda teia de aranha. O corte possui fibras curtas e macias que a tornam uma ,escolha perfeita para bifes, picadinhos, ensopados e churrascos.
As ninfas, recém saídas da terra, são perfeitas para comer, pois suas cascas ainda não endureceram, explica Jadin no livro. Depois de capturadas, elas podem ser cozinhadas imediatamente, guardadas no freezer ou na geladeira.
O bicho do amendoim ou besouro do amendoim é um inseto pertencente à ordem Coleoptera, sendo que suas larvas constituem ótimo alimento para os peixes. Cultura que disperta o interesse de muitos aquaristas por requerer pouca manutenção.
Um fenômeno que intriga, mas que é explicado cientificamente em estudos acadêmicos conduzidos pelo entomologista islandês, Erling Ólafsson. Ele conta que a ausência desses insetos na Islândia está relacionada a uma junção de fatores ambientais adversos, a começar pelo clima.
Muito usado na alimentação de aves de cativeiro, rãs e sapos, bichinho já virou até chocolate para consumo humano e, segundo pesquisadora, é rico em ômega 3 e 6.