Qual é o principal poluente emitido pelos veículos elétricos?
Durante a produção De acordo com um estudo realizado pelo Conselho Internacional de Transporte Limpo (ICCT), a produção de carros elétricos pode gerar emissões significativas de gases de efeito estufa, especialmente devido à extração de materiais como o lítio, usados para a fabricação de baterias.
Essa emissão é composta de gases como: monóxido de carbono (CO), óxidos de nitrogênio (NOx), hidrocarbonetos (HC), óxidos de enxofre (SOx), material particulado (MP), etc. O monóxido de carbono (CO) é um gás resultante da queima incompleta do combustível e, inalado, reduz a capacidade do sangue de transportar oxigênio.
A análise mostra que os carros elétricos emitem no máximo metade do dióxido de carbono de veículos a combustão movidos a diesel ou gasolina, independente do país onde circulam. Conforme fontes renováveis substituem a geração fóssil, as emissões relacionadas a operação de BEVs podem cair 86%.
Um dos principais problemas reportados é o desgaste do motor, que pode ocorrer em veículos que atingiram entre 50.000 e 100.000 quilômetros, como é o caso de algumas unidades do Tesla Model S. Outro componente crítico para a operação de um veículo elétrico é o carregador a bordo.
Deve-se considerar as emissões indiretas associadas à produção de eletricidade necessária para carregar as baterias do veículo. Se essa eletricidade é gerada a partir de fontes de energia não renováveis, como carvão ou gás natural, então o carro elétrico indiretamente contribui para a emissão de gases de efeito estufa.
A quilometragem de rodagem é o maior problema desde que o elétrico foi inventado, no século 19, antes mesmo do motor a combustão. Nenhum problema no trânsito urbano, onde se roda poucos quilômetros por dia. Mas na rodovia é que o bicho pega, pois o valor declarado pelo fabricante é um conto da carochinha.
Por possuir hidrocarbonetos mais densos do que a gasolina, além de metais pesados em sua composição, o diesel é considerado o combustível que polui mais.
Os primeiros fatores são os mais conhecidos: a falta de infraestrutura e o tempo necessário para recarga do veículo. Mas existem outras questões, como o desconhecimento da tecnologia e a preocupação com o que será do futuro do veículo. "As pessoas temem o fim da vida útil da bateria e a desvalorização do carro.
O valor da bateria de carro elétrico hoje, está em torno de R$ 61 mil reais, porém, esse preço pode variar de acordo com a capacidade de armazenamento da bateria, que é medida por quilowatts/hora (Kw/h).
A produção de baterias acaba sendo intensiva em questões de energia: da mineração ao processamento, transporte e fabricação, a jornada da matéria-prima ao produto finalizado é longa e árdua. Por causa disso, os elétricos usam mais energia e emitem mais CO2 durante sua fabricação do que os carros a combustão.
Quais metais tem nas baterias dos carros elétricos?
Mas como são feitas as baterias dos carros elétricos? São produzidas com minerais que irão armazenar a eletricidade utilizada pelo motor. Lítio, cobalto, níquel, manganês, grafite, alumínio, cobre, aço e ferro, terras raras, nióbio, entre outros, combinados entre si, serão matérias-primas para essas baterias.
Os óxidos de azoto (NOx) compreendem vários compostos de azoto e oxigénio como o monóxido de azoto (NO), o dióxido de azoto (NO2), o óxido nitroso (N2O), entre outros. Os NO e NO2 são os mais relevantes como poluentes atmosféricos e o N2O é mais conhecido por ser um gás com efeito de estufa.
A resposta à pergunta inicial: qual combustível polui mais? Sem dúvidas é o diesel, ele se tornou o grande vilão no trânsito, e para agravar a situação, os veículos movidos a diesel, como ônibus e caminhões, não são equipados com bons catalisadores.
Os carros elétricos possuem algumas demandas diferentes dos modelos com motor a combustão, e isso resulta em uma alteração do projeto para os pneus. O pneu para os modelos movidos a bateria precisam de alguns compostos mais resistentes e desenhos de banda de rodagem mais sofisticados, além de reforços estruturais.
Como vimos no descritivo dos tipos de carros elétricos, a principal desvantagem ainda é a autonomia da bateria. O desafio consiste em desenvolver baterias cada vez mais tecnológicas que ofereçam um bom desempenho e ao mesmo tempo que não demandem tantas recargas.
Autonomia. Mais uma desvantagem causada pelos períodos de recarga, é a baixa autonomia dos carros elétricos. Por exemplo, em uma viagem de 500km, seria necessário ao menos uma recarga de bateria, o que demoraria horas, aumentando o tempo de viagem.
A infraestrutura é um dos principais obstáculos que impedem a adoção em massa de carros elétricos no Brasil. Isso porque esses veículos precisam ser carregados regularmente, mas a rede de carregamento ainda é limitada no país.
Quem veio primeiro, o carro elétrico ou a gasolina?
O veículo elétrico: uma viagem por mais de 200 anos de história. Os carros movidos a eletricidade existem há quase dois séculos, mas os de gasolina assumiram a liderança que era deles depois da Primeira Guerra Mundial.
Em 2030, o carro elétrico representará 35% das vendas mundiais. Número que saltará para 61% em 2035 e 77% em 2040. A pesquisa ainda destaca que, essa escalada, no entanto, poderá ser ainda maior, dependendo do avanço das regulações, da tecnologia das baterias e da estratégia de produção das montadoras.
Queimar o diesel, um combustível com 18 carbonos, produz 18 moléculas de CO2. Portanto, o diesel é o maior poluente em termos de gás carbônico, que é o grande problema que se tem hoje e que se faz esforço para reduzir.
Essa má fama deriva, em grande parte, das emissões maiores de duas substâncias particularmente nocivas: os óxidos de nitrogênio (NOx) e os óxidos de enxofre (SOx).
A pesquisa revelou (rigorosamente ao contrário do que afirma…) que o álcool emite cerca de 24% mais carbono que a gasolina devido às emissões geradas pelas mudanças do solo para a plantação do milho, dos fertilizantes, e dos demais processos de obtenção e combustão.