As pimentas do gênero Capsicum (em grego, Kapso significa picar ou arder) são procedentes do continente americano. Elas ganharam a culinária mundial depois de serem levadas para Europa, África e Ásia a bordo dos navios dos exploradores europeus.
O cultivo de pimenta teve início há centenas de anos na Índia, local de onde ela é nativa, e foi, rapidamente, introduzida nas maiores ilhas da Indonésia por mercadores. Duas espécies de pimenta foram domesticadas: a pimenta-longa (Piper longum) no noroeste da Índia e a pimenta preta (Piper nigrum) no sudeste.
No Brasil, na época da chegada dos europeus, o cultivo de pimentas era prática comum entre os indígenas. Interessantes relatos sobre as pimentas cultivadas pelos índios brasileiros no século 16 foram feitos pelo alemão Hans Staden.
Os países com os maiores volumes de consumo de pimenta em 2018 foram Vietnã (166 mil toneladas), Índia (86 mil toneladas) e EUA (68 mil toneladas), com uma participação combinada de 41% do consumo global.
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Espírito Santo se destaca como primeiro, a nível nacional, na produção e exportação de café conilon em grãos, pimenta-do-reino, gengibre e pimenta-rosa. E maior produtor de ovos de codorna, chuchu, inhame e taioba.
A Escala de Scoville, utilizada para indicar o grau de ardência das pimentas, tem uma nova rainha: a organização Guinness World Records declarou oficialmente a Pepper X como a pimenta mais ardida do mundo, avaliada em uma média de 2.693.000 unidades de calor Scoville (Scoville Heat Units ou SHU).
O termo malagueta ou pimenta-malagueta é usado para variedades de Capsicum frutescens. Em Portugal, o termo é aplicado sobretudo para o género piper e para condimentos obtidos a partir de Capsicum, como a pimenta-caiena.
O pimentão teve sua origem no sul do México e América Central há 7 mil anos atrás, de acordo com as sementes da planta que foram encontradas. Por ser um vegetal adaptável a vários climas, foi rapidamente espalhado por espanhóis e portugueses no continente europeu e outras partes da América.
A pimenta também é um fruto rico em vitamina C, conhecida por fortalecer o sistema imunológico, pois melhora a multiplicação das células de defesa do organismo, diminui o estresse oxidativo e estimula a produção de glóbulos brancos, responsáveis pela defesa do organismo.
O primeiro registo de uso de canela foi no antigo Egito, mas também é mencionada no Antigo Testamento como um ingrediente do óleo de unção sagrado. Tem sido utilizada em todo o mundo como um alimento e como um perfume, e o seu aroma revelou-se particularmente popular entre os romanos.
No Brasil, na época da chegada dos europeus, o cultivo de pimentas era prática comum entre os indígenas. Interessantes relatos sobre as pimentas cultivadas pelos índios brasileiros no século 16 foram feitos pelo alemão Hans Staden.
As pimentas do gênero Capsicum (em grego, Kapso significa picar ou arder) são procedentes do continente americano. Elas ganharam a culinária mundial depois de serem levadas para Europa, África e Ásia a bordo dos navios dos exploradores europeus.
A designação malagueta era já dada, antes da chegada dos europeus à América em 1492, a uma especiaria picante da África Ocidental - a pimenta-da-guiné (Aframomum melegueta).
A pimenta Aji Charapita é uma variedade pequena, redonda e extremamente rara de pimenta originária da região da Amazônia no Peru. Conhecida por seu sabor frutado e intenso, a Aji Charapita é considerada uma das pimentas mais caras do mundo devido à sua escassez e dificuldade de cultivo.
O Sicoob ES – maior grupo empresarial do Espírito Santo – superou, por mais um ano, a marca de R$ 1 bilhão em resultado. A cooperativa reportou um crescimento acelerado tanto dos indicadores financeiros como da base de cooperados em 2024.
O maior estado produtor de café do Brasil é Minas Gerais, que é responsável por mais de 50% da produção nacional: são 27,8 milhões de sacas na safra 2023. Quase que a totalidade (99%) do café produzido no estado é da cultivar arábica. A variedade Robusta, por sua vez, é cultivada em 100% da área no estado de Rondônia.
Os principais países produtores de mamão são Índia, Brasil, México, Indonésia, República Dominicana e Nigéria (Tabela 1). O mamão tornou-se um item importante na exportação agrícola para os países em desen- volvimento, embora os volumes exportados representem apenas 2,82% da produção global da fruta.