O GOES-16 permite aos pesquisadores observar qualidade do ar e visibilidade, clima, formação de nuvens, incêndios, furacões, cobertura de superfície, raios, nevoeiros, ambientes costeiros e marinhos, precipitações e inundações, tempestades severas e tornados, clima espacial e vulcões.
O Viasat-3 Américas tem 16 painéis solares, oito em cada "asa", e é o satélite de telecomunicações mais poderoso a ser lançado no espaço. Com um custo estimado de US$ 97 milhões, o satélite foi lançado todo dobrado, assim como com o telescópio James Webb.
1. Sputnik. O pontapé da corrida espacial foi dado pela União Soviética ao colocar com segurança o primeiro satélite artificial na órbita da Terra. O lançamento ocorreu em 4 de outubro de 1957 a partir de uma base no Cazaquistão, local que até hoje é usado para lançamentos espaciais russos.
O satélite GOES-U vai além das capacidades dos seus antecessores com um novo instrumento meteorológico espacial, o Compact Coronograph-1, que bloqueia a luz brilhante do Sol para que os cientistas possam observar a atmosfera solar relativamente mais fraca.
Batizado de PACE (siga em inglês para Plâncton, Aerossol, Nuvem, Ecossistema Oceânico), o satélite deverá ajudar cientistas a monitorar o fitoplâncton, conjunto de microrganismos que vivem no fundo dos oceanos e são a base da cadeia alimentar marítima.
Para sua surpresa, os cientistas descobriram ecossistemas vibrantes em volta dos respiradouros, repletos de organismos marinhos, como o peixe-caracol transparente e anfípodes — crustáceos que se parecem com pulgas — que nunca haviam sido vistos antes.
O Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) está recebendo imagens do satélite meteorológico considerado o mais poderoso do mundo, o GOES-16.
Atualmente, a empresa possui 6.350 satélites em órbita, visando expandir o acesso à internet em áreas remotas do país. A Starlink já tem autorização da Anatel para operar no Brasil.
Ganímedes é o maior satélite natural existente no Sistema Solar, chegando a ser maior até que o planeta Mercúrio. Ela possui 5,2 mil km de diâmetro e é o único satélite natural de que se tem conhecimento da existência de campo magnético interno.
No dia 4 de janeiro de 1958, há exatos 60 anos, um incêndio marcou o fim da aventura do Sputnik-1, o primeiro satélite artificial a orbitar em torno da Terra.
O Brasil já lançou outros seis satélites de sensoriamento remoto, mas o Amazonia 1 é o primeiro totalmente completamente projetado, integrado, testado e operado pelo país.
A Lua é o único satélite natural do planeta Terra e o quinto maior do Sistema Solar, maior do que qualquer planeta anão conhecido até o momento. É o satélite com maior tamanho e massa relativos ao seu respectivo planeta do Sistema Solar.
O Telescópio Espacial James Webb (JWST) está revolucionando nossa compreensão do Universo, e agora está fornecendo novas pistas sobre a formação de planetas.
No Brasil, a implementação da tecnologia 5G impactará amplamente as frequências da banda C. No entanto, esse movimento preservará os canais abertos de TV (TVRO, do inglês “Television Receive Only”) em todo o país, que historicamente dependiam da banda C para transmitir seu conteúdo ao público brasileiro.
Um satélite da Claro será lançado no dia 30 de julho de 2021. O StarOne D2 deve substituir o antigo StarOne C2 da Embratel, que era voltado para TV por assinatura com tecnologia DTH. O novo equipamento terá capacidade para transmitir internet e deve auxiliar a expansão da cobertura móvel 4G no Brasil.
Lua é sinônimo de satélite natural ou planeta secundário. Trata-se de um corpo celeste que gira em torno de um planeta principal e não em torno de uma estrela.
Ou seja, quando a Lua passa entre a Terra e o Sol, faz uma sombra na superfície do nosso planeta. O mesmo acontece quando é a Terra que passa na frente do Sol e projeta uma sombra na Lua. Eles também podem ser divididos em parcial, quando um não cobre totalmente o outro, e total, quando um tampa totalmente o outro.
A nossa galáxia foi batizada de Via Láctea por causa do seu aspecto esbranquiçado. Os gregos antigos a chamaram assim porque viam um “caminho de leite” ao observar o céu. Essa aparência leitosa fica mais visível a olho nu em noites de inverno e em locais com pouca poluição luminosa.
Qual foi a coisa mais estranha encontrada no fundo do mar?
Uma supernova que virou jantar. Ao perfurar o fundo do Oceano Pacífico, um grupo de pesquisadores liderado pelo físico Peter Ludwig, da Universidade Técnica de Munique, encontrou os restos de uma supernova que explodiu há de 2,7 milhões de anos, depois de eles serem comidos por bactérias.
Os cientistas da NASA Weijia Quang e Andrew Tangborn notaram que a anomalia do Triângulo das Bermudas está se movendo para o leste e crescendo em tamanho . Pelos seus cálculos, em cinco anos poderá aumentar cerca de 10 por cento em relação aos últimos valores registados em 2019.