De acordo com Dias Junior (1996), o grau de compactação é o resultado da razão entre a densidade do solo obtida no campo e a densidade máxima do solo resultante de um teste de compactação. Dentre os vários testes de laboratório para determinação de compactação do solo, o ensaio Proctor normal é um dos mais utilizados.
Acerca do conteúdo estudado observou-se que o ideal é compactar o solo de forma a obter um grau de compactação superior ou igual a 100% para se ter um melhor resultado, caso contrário é preciso compactar novamente e realizar novos ensaios no campo.
O grau de compactação do solo (GC) foi calculado pela equação: GC = 100Ds/Dsref, em que: Ds é a densidade do solo e Dsref é a densidade do solo após a aplicação de determinada pressão em laboratório.
O grau de compactação é a relação entre a densidade seca do solo obtida no teste e a densidade seca máxima. Esse valor é expresso em porcentagem e indica o quão bem o solo foi compactado.
Determinação do grau de compactação do solo pelo método do Hilf
Qual a diferença entre o CBR e o grau de compactação?
A principal diferença entre o ensaio de CBR e o grau de compactação é que o CBR é uma medida da capacidade do solo de suportar cargas, enquanto o grau de compactação é uma medida da qualidade da compactação do solo durante a construção.
NBR 7182. É responsável por determinar quais os métodos serão utilizados para que seja possível identificar o teor de umidade e a massa classificada como específica, que esteja visível no solo compactado.
O ensaio CBR (California Bearing Ratio) ou ensaio ISC (Índice de suporte Califórnia) consiste em um método para avaliar a resistência do solo a penetração de um cilindro padronizado com relação a penetração em uma brita padrão, ou seja, compara as propriedades mecânicas deste solo a uma brita padrão.
O ensaio mais comum é o de Proctor (Normal, Intermediário ou Modificado), que é realizado através de sucessivos impactos de soquete padronizado na amostra. No Brasil, este ensaio é normatizado pelas normas ABNT NBR-7182/2016 e DNER- M162/94.
Pega-se uma amostra de solo previamente seca ao ar e destorroada. Inicia-se o ensaio, acrescentando-se água até que o solo fique com cerca de 5% de umidade abaixo da umidade ótima.
Como medir a compactação do solo? Para medição de resistência a penetração do solo, pode-se utilizar penetrômetros, equipamentos portáteis que podem ser levados para o campo.
No ensaio de compactação Proctor normal, o solo é compactado em camadas iguais usando um martelo padrão de 2,5 kg e 25 golpes de compactação. A energia total de compactação é de 596 Joules/m³.
O “grau de compactação” do solo, GC, foi calculado pela relação: GC = 100 Ds/ Dref onde Ds é a densidade atual do solo e Dref é a densidade do mesmo solo em um estado de referência obtido em laboratório. O grau de compactação é expresso em porcentagem.
Qual o limite mínimo recomendado pelo DNIT do grau de compactação em campo?
c. 6) o grau de compactação deve ser, no mínimo, 100% em relação à massa específica aparente seca máxima, obtida no ensaio DNIT-ME 164/13 (energia intermediária);
O procedimento é executado de forma crescente de umidade, quantas vezes forem necessárias para determinar a curva de compactação. Os CPs moldados são usados para o ensaio de penetração e de expansão. Como descrito na norma, os corpos de prova são submetidos a imersão durante um período de 96 horas (4 dias).
O Ensaio de Integridade (PIT), é um ensaio de fundação de baixa deformação. É uma técnica não destrutiva que avalia a integridade estrutural de estacas por meio da medição de velocidade de onda gerada por um golpe de martelo manual.
Constatou-se que a adição de cal ao solo traz um aumento de sua umidade ótima e também há um aumento do CBR. Este trabalho tem como finalidade analisar o estudo de experimentos do solo com o uso de cal, para que se ampliem suas características físicas do CBR e umidade.
Para calcular o ISC, é preciso definir as perguntas certas e uma escala de resposta adequada. As perguntas devem abordar diferentes aspectos da experiência do cliente, como a qualidade do produto, o atendimento prestado, a facilidade de uso, entre outros.
Apresenta os procedimentos para a determinação da estabilidade e da fluência de misturas betuminosas de cimento asfáltico, usinado a frio, com emulsão asfáltica catiônica, com emprego da prensa Marshall.
- nos cortes onde o material do subleito não apresentar CBR mínimo de 10%, deve ser feita a substituição do material, numa espessura mínima de 0,40 m, com materiais que atendam os parâmetros CBR ≥ 10% e expansão ≤ 2%.
O método de Hilf permite determinar o grau de compactação e o valor do desvio de umidade, sem necessidade do conhecimento prévio do teor de umidade do solo compactado no ponto de controle.
1.2 Esta Norma estabelece características complementares ao uso dos rótulos de risco, dos painéis de segurança, dos rótulos especiais e dos símbolos de risco e de manuseio, bem como a identificação das unidades de transporte e o emprego de rótulos nas embalagens de produtos perigosos, discriminados na Portaria nº 204 ...