João continua sua repreensão aos fariseus e saduceus, agora com um grave alerta. Após seu insulto inicial, chamando os fariseus e saduceus de “raça de víboras”, João oferece a eles um caminho para a reconciliação.
Você pode explicar-lhes que uma enfermidade é uma doença, uma fragilidade ou fraqueza.) Como o Salvador nos cura ou nos fortalece em nossas fraquezas, se Ele não está entre nós hoje? (Por meio de Sua Expiação.
Portanto, a mensagem de João Batista em Mateus 3 estava focada no arrependimento e na preparação para a vinda do Messias. Ele anunciava a chegada de Jesus, o Salvador prometido, e conclamava as pessoas a se voltarem para Deus e a se prepararem para receber a salvação oferecida por meio de Cristo.
O que ficou explícito no batismo de Jesus de acordo com Mateus 3?
Em Mateus 3:14, ao se encontrar com Jesus, João diz: "Eu é que preciso ser batizado por ti, e tu vens a mim?". Porém, Jesus o convence a batizá-lo mesmo assim. Na cena batismal, após Jesus emergir da água, o céu se abre e uma "voz divina" diz: "Tu és o meu Filho dileto, em ti me agrado.".
Palavra: Qual o fruto que você tem produzido? Mateus 3:8-10
Por que Jesus se batizou se ele não tinha pecado?
Jesus não foi batizado para se purificar, mas para nos purificar! Ao ser batizado, Jesus purificou a água e lhe conferiu a virtude de santificar os que depois dele viriam ser batizados. Jesus assumiu a nossa condição, sendo em tudo semelhante a nós, exceto no pecado.
Esta expressão pode indicar que as árvores estavam produzindo frutos podres ou nenhum fruto. O resultado final é serem cortadas e lançadas no fogo. O fogo na Bíblia é tipicamente um sinal de juízo. As árvores da metáfora de João seriam cortadas e lançadas no fogo.
Com o batismo, começamos uma vida nova. Essa é a razão por que ele é um novo nascimento. Jesus disse que, a menos que nasçamos da água e do Espírito, não poderemos entrar no reino de Deus (ver João 3:3–5).
O tema principal em Mateus é de que Jesus Cristo veio estabelecer Seu reino na Terra. Mateus mencionou “o reino dos céus” inúmeras vezes e ele é o único autor dos evangelhos a incluir ensinamentos de Jesus que mencionam a “igreja” (ver Mateus 16:18; 18:17).
Portanto, Deus governa o mundo de tal maneira que traga para Ele a máxima glória. Isto significa que Deus deve agir com justiça e julgar o pecado (ou seja, responder com ira), senão Deus não seria Deus. O amor de Deus por sua glória motiva a ira de Deus contra o pecado.
Como vocês podem falar coisas boas, sendo maus? Porque a boca fala do que está cheio o coração. A pessoa boa tira do tesouro bom coisas boas; mas a pessoa má do mau tesouro tira coisas más.
Cristo certa vez Se referiu a Herodes como sendo uma raposa (Lc 13:31, 32). Chamou os escribas e fariseus de “raça de víboras”, repetindo os termos de João Batista (Mt 3:7; 23:33).
Neste Evangelho Ele curou um homem que condicionou a sua cura ao querer de Jesus: “Senhor, se queres, tu tens poder de me purificar”. É esta também a atitude mais certa para nos aproximar de Jesus e suplicar a nossa cura e a cura dos nossos mais queridos: “Se queres”, isto é, seja feita conforme a Tua vontade!
O que a Igreja ensina sobre o trecho: “Não nos deixeis cair em tentação” Esta petição ressalta a importância de nos dirigirmos a Deus para que Ele nos proteja contra as tentações que podem nos levar ao pecado.
Por que Jesus não era digno de entrar na casa do centurião?
Quando Jesus falou que ia à sua casa, ele disse que não era digno de recebê-lo, porque passava o seu dia dando ordens para que os empregados obedecessem. O oficial romano entendeu que, diante de Jesus, era ele quem devia receber as ordens.
O maior ensinamento que Jesus nos deixou sobre a sua morte e ressurreição é que, mesmo com toda a dor e sofrimento, nunca devemos perder a esperança de uma vida melhor!
Jesus ensinou uma parábola sobre um homem que semeava. Suas sementes caíram em diferentes tipos de solo, o que gerou resultados diferentes. Da mesma forma, a palavra de Deus é recebida de várias maneiras por aqueles que a ouvem. Esta lição o ajudará a preparar seu coração para receber e nutrir a palavra de Deus.
Jesus Cristo desejou ser batizado, como lembra Santo Agostinho, “para proclamar com a sua humildade o que para nós era uma necessidade”. É por meio do batismo que ingressamos na vida da Igreja. É quando nos tornamos fiéis ao projeto do Senhor, momento único em nossas vidas cristãs.
O batismo de Jesus, ao contrário do nosso, não era um momento de adesão ao projeto de Deus, afinal ele era o próprio Deus encarnado. O Batismo de Jesus foi o momento de revelação de Jesus como o enviado de Deus para a redenção da humanidade. Naquele momento, iniciou-se o caminho que conduz ao Reino de Deus.
O próprio Senhor afirma que o Batismo é necessário para a salvação. Por isso, ordenou aos seus discípulos que anunciassem o Evangelho e batizassem todas as nações. O Batismo é necessário para a salvação de todos aqueles a quem o Evangelho foi anunciado e que tiveram a possibilidade de pedir este sacramento.
Mateus 3:8 afirma: "Produzam frutos que mostrem arrependimento" (NVI). Este versículo é um poderoso chamado à transformação genuína e está situado no contexto do ministério de João Batista. Para apreciar plenamente seu significado, é essencial mergulhar nas dimensões históricas, teológicas e práticas desta passagem.
A Lei era, no Antigo Testamento, algo que impedia as pessoas de fazerem o mal; enquanto os Profetas, na verdade, eram algo que impulsionava as pessoas a fazerem o bem, através do anúncio de promessas futuras. Então, Jesus veio não abolir isso, mas levá-lo à perfeição, ao cumprimento.
Caso a árvore não der esse fruto, que aos olhos de Deus é considerado bom, então ela será arrancada. É por isso que o texto diz que “o machado já está posto à raiz das árvores”. Isso quer dizer que a pessoa morrerá espiritualmente.