Pterossauros são divididos em dois grupos. As primeiras espécies a surgir são os ranforrincos: tinham mandíbulas cheias de dentes e cauda longa. Já os pterodáctilos, do período Jurássico (há cerca de 160 milhões de anos), possuíam mandíbulas em formato de bico, cauda curta, cabeça maior e poucos (ou nenhum) dentes.
Os estudos sugerem que haviam apenas uma espécie, mas há pesquisadores que defendem haver mais. São do gênero Pterodactylus, que pertence à ordem Pterosauria, em que estão diversos tipos de répteis voadores.
Enquanto os dinossauros dominavam a terra, um outro grupo tinha conquistado os céus: os pterossauros. Estes répteis voadores foram os primeiros dentre os vertebrados a desenvolver o vôo ativo, como fazem os morcegos e as aves nos dias de hoje.
Pelo que sei, a única razão pela qual eles são classificados como criaturas separadas é porque os pterossauros evoluíram a capacidade de voar. A divisão entre eles é simplesmente "este grupo evoluiu para voar, e este grupo não" e chamamos o grupo que não voou de dinossauros.
Répteis voadores chamados pterossauros, que alcançaram o tamanho de pequenos aviões, dominaram os céus 215 milhões de anos atrás. O registro fóssil também mostrou evidências de dinossauros voadores, como microraptores, bem como outras criaturas que poderiam voar de árvore em árvore.
PTEROSSAUROS: EVOLUÇÃO dos AZDARCÓIDES do CRETÁCEO | ESPECIAL PTEROSSAUROS #5
Qual foi o maior dinossauro voador que já existiu?
O seu nome deriva do deus asteca também chamado Quetzalcoatl, uma serpente alada. O quetzalcoatlus pertencia à família Azhdarchidae, de pterossauros sem dentes, e foi o maior animal alado da história geológica da Terra, com cerca de 12 metros de envergadura e um peso de 200 quilogramas.
Como era o Dearc, o maior pterossauro do Jurássico
Os pterossauros posteriores encontrados em outras partes do mundo, como o Quetzalcoatlus, atingiram gigantescas envergaduras – de 5,7 metros ou mais durante o período Cretáceo, que durou de 145 milhões a 66 milhões de anos atrás.
Os pterossauros constituem uma ordem extinta da classe Reptilia (ou Sauropsida), que corresponde aos répteis voadores do período Mesozóico. Embora sejam seus contemporâneos, estes animais não eram dinossauros.
mesembrinus, pterossauro que viveu no Nordeste brasileiro há 110 milhões de anos. Segundo Kellner, além de ser o esqueleto de pterossauro gigante mais completo já encontrado, o achado revela a época em que esses animais viviam.
Os pterossauros foram extintos porque tinham uma dieta muito especializada, ao contrário das aves. Mesmo assim, uma grande quantidade de dinossauros aviários no final do Cretáceo foi extinta porque sua dieta era muito especializada.
Qual a diferença entre pterodáctilo e pterossauro?
Pterossauro é o clado que abrange quase todos os répteis voadores da era mesozoica. Pterodáctilo é uma forma abreviada do nome Pterodactylus, o primeiro pterossauro a ser descrito.
Esse grupo inteiro de dinossauros é conhecido comumente como os dinossauros de pescoço longo, mas o Mamenchisaurus, que viveu na atual China no final do período Jurássico, teria provocado a inveja de outros saurópodes.
Apesar de serem conhecidos como "dinossauros voadores", os pterossauros não eram dinossauros, mas sim uma espécie de répteis voadores. Esta é a sexta espécie pré-histórica encontrada na cidade, hoje conhecida como "berçário dos pterossauros" e que, na época dos dinossauros, era uma espécie de oásis no meio do deserto.
Os dinossauros e pterossauros eram arcossauros, e as aves e crocodilos modernos também são arcossauros. Anatomicamente falando, a maior diferença entre dinossauros e pterossauros está nos ossos do quadril.
😅 De fato, o Quetzalcoatlus é comumente considerado o "maior animal voador conhecido". Mas provavelmente não estaríamos em sua dieta: evidências recentes sugerem que eram especializados em capturar caranguejos, vermes e moluscos no fundo de rios e lagos. > Mais informações nos comentários.
A paleontóloga reforça que, hoje, não existe nenhum outro dinossauro na Terra a não ser as aves, pois graças às penas e asas, eles conseguiram voar e sobreviver às consequências do meteoro que levou à extinção dos dinossauros não-avianos.
A baleia de cerca de 18 metros de comprimento foi descrita na revista Nature. Mario Urbina, paleontólogo da Universidade Nacional de San Marcos, no Peru, e coautor do estudo, encontrou o esqueleto parcial há 13 anos entre as rochas do Vale de Ica, no sul do Peru.
Como muitos viviam perto do mar, acredita-se que os pterossauros se alimentavam de peixes e moluscos. Mas outras espécies teriam habitado florestas, com modo de vida parecido com os de aves atuais, como os tucanos – voavam em espaços estreitos, comendo frutos e insetos.
Esse movimento teria permitido que alguns dos antigos gigantes se lançassem ao ar em menos de um segundo. Habib calcula que um pterossauro de 250 quilos, chamado Hatzegopteryx thambema, decolava a uma velocidade de 68 km/h.
Extintos há cerca de 65 milhões de anos, os pterossauros são conhecidos como répteis voadores, apesar de não terem relação com os répteis atuais. Até hoje, no Brasil, foram descritas 24 espécies desse grupo.