As estrelas relativamente frias, cuja temperatura fica em torno dos 3 000 graus Kelvin (3 273 graus centígrados), parecem vermelhas; as amarelas, como o Sol, possuem temperatura superficial de cerca de 6 000 graus Kelvin e, finalmente, as de cor branco-azulado apresentam temperaturas superiores a 10 000 graus Kelvin.
Em temperaturas mais baixas, um espectro mais raso com mais “vermelhos” (o corpo humano emite radiação infravermelha, por exemplo). O espectro de emissão das estrelas é freqüentemente aproximado por um corpo negro e, portanto, a cor das estrelas é considerada como sendo o pico de um corpo negro.
Quando olhamos para o céu numa noite limpa e sem luar, longe das luzes da cidade, facilmente constatamos que muitas estrelas têm uma cor peculiar. Sírius e Vega, por exemplo, cintilam como diamantes branco-azulados. Capella tem um brilho amarelo, como um sol distante, enquanto Arcturus é levemente alaranjada.
Você sabia que as estrelas do universo podem possuir diferentes cores? Astrônomos criaram até uma classificação específica para elas, por cor e temperatura.
A cor de uma estrela é determinada pela parte de seu espectro visível que mais contribui para sua luminosidade total. Estrelas azuis são as mais quentes, as vermelhas as mais frias. No caso de estrelas, "frio" significa temperaturas da ordem de 2000 ou 3000K, umas 15 vezes mais quente do que nosso forno de casa.
O mesmo artigo explica que as estrelas também podem mudar e variar de cor devido à sua temperatura. As estrelas mais quentes são brancas ou azuis, enquanto as estrelas mais frias podem ser laranja ou vermelhas.
A lua cheia muda de cor conforme se eleva no céu. No nascente apresenta-se amarelada e depois, quando já se encontra elevada no céu, é branca. Durante um eclipse total, a Lua pode se apresentar com uma variedade de cores en- tre marrom e amarelo. Discutimos as razões pelas quais a lua cheia exibe cores variadas.
As estrelas relativamente frias, cuja temperatura fica em torno dos 3 000 graus Kelvin (3 273 graus centígrados), parecem vermelhas; as amarelas, como o Sol, possuem temperatura superficial de cerca de 6 000 graus Kelvin e, finalmente, as de cor branco-azulado apresentam temperaturas superiores a 10 000 graus Kelvin.
O brilho das estrelas surge durante o processo de fusão do hidrogênio em hélio, que libera grandes quantidades de energia na forma de radiação eletromagnética.
As estrelas piscam no céu noturno por causa de turbulências ocorridas na atmosfera, de uma forma simplista a imagem de uma estrela é basicamente um ponto de luz no céu. Quando há um desequilíbrio na atmosfera (agitação), a luz da estrela recebe um desvio para vários rumos diferentes.
Proxima Centauri, a mais instigante delas, foi descoberta pelo astrônomo Robert Innes em 1915 e hoje se sabe que ela é uma estrela eruptiva pois passa por aumentos drásticos em seu brilho.
Fazendo uma vez mais apelo a cálculos teóricos podemos saber que uma estrela com uma massa igual a metade do valor da massa do Sol terá um tempo de vida de 51 mil milhões de anos; uma estrela como o Sol poderá viver 10 mil milhões de anos ao passo que uma estrela com uma massa dez vezes superior à do Sol viverá apenas ...
Estrelas laranjas – Na superfície, sua temperatura está entre 4.000°C; Estrelas amarelas – Temperatura superficial de, mais ou menos, 6.000°C; Estrelas brancas – Em torno de 11.000°C na sua superfície; Estrelas azuis – Possuem temperatura superficial em torno de 25.000°C.
E para saber se o que estamos vendo é uma estrela ou um destes planetas, é preciso observar se o brilho é fixo ou cintilante. Como as estrelas têm luz própria, elas piscam, e por isso, seu brilho é cintilante. Já os planetas apenas refletem a luz do Sol, sendo assim, seu brilho é fixo.
Legenda da foto, Do espaço, o Sol aparece em sua verdadeira cor: o branco. No entanto, quando os raios solares passam pela atmosfera da Terra, algumas moléculas do ar distorcem os fótons das ondas mais curtas, fazendo com que as ondas mais longas cheguem até nós de forma antecipada.
A impressão que temos de que as estrelas piscam é causada pela grande distância que as radiações estrelares percorrem até o ponto do observador (quanto mais distante, menor será o brilho), além das distorções ópticas provocadas pela turbulência terrestre.
Vénus atinge seu brilho máximo algumas horas antes da alvorada ou depois do ocaso, sendo por isso conhecido como a estrela da manhã (Estrela-d'Alva) ou estrela da tarde (Vésper); também é chamado Estrela do Pastor.
1º - VY Canis Majoris: também conhecida como VY Cma, essa hipergigante possui um brilho avermelhado, sendo 2.100 vezes maior que o Sol em diâmetro. Para se ter ideia de sua magnitude, dentro dela caberia quase três bilhões de planetas iguais à Terra.
Estima-se que a nossa galáxia, a Via Láctea, possui de 200 a 400 bilhões de estrelas. As galáxias possuem em média centenas de bilhões de estrelas. E as estimativas também apontam para centenas de bilhões de galáxias no Universo. Isto resultaria na existência de mais de 10 sextilhões de estrelas.
Como as estrelas podem ser consideradas um corpo negro com boa aproximação, os astrônomos usam a radiação detectada da estrela através de filtros de diferentes comprimentos de onda, para inferir a sua temperatura na superfície, além de outras importantes propriedades.
As estrelas se formam, amadurecem e deixam de existir como a maioria dos corpos celestes do Universo. O ciclo de vida de uma estrela pode ter duração de milhões ou bilhões de anos. Uma característica que todas elas apresentam, no entanto, é o fato de a sua fase madura corresponder a cerca de 90% de todo esse ciclo.
As estrelas são muito tênues para serem facilmente vistas a olho nu durante o dia, mas você pode usar binóculos ou um telescópio. O melhor alvo para observação de estrelas durante o dia é Sirius, a estrela mais brilhante do céu depois do Sol.
Os astronautas só identificam a Terra como Planeta Azul quando olham para ela em seus momentos iluminados pelo Sol. Do outro lado, onde é noite, a Terra é escura, pois não há luz solar para interagir com os oceanos e gerar sua cor azulada característica.
Por outro lado, nuvens menos espessas são brancas porque as gotículas de vapor d'água que a compõem dispersam todas as cores do espectro luminoso. A soma desse arco-íris, do nosso ponto de vista, é branca.
Elas são determinadas pelo comprimento de onda dos raios luminosos que suas moléculas refletem. Por exemplo, enxergamos o sangue humano na cor vermelha porque ele absorve todas as outras cores, menos o comprimento de onda vermelho. Assim, ele dispersa essa cor! O fenômeno é chamado na física de espalhamento.