Planck recebeu o Prêmio Nobel de Física em 1918. Quarenta anos depois, Planck proferiu uma palestra intitulada "Religião e Ciência", expondo suas visões sobre religião e Deus. Ele também fazia parte de uma família luterana cristã e foi diácono da igreja de 1920 até sua morte, sendo um profundo crente em Deus.
Quando perguntaram a Einstein se ele acreditava em Deus, ele respondeu: “Acredito no Deus de Spinoza, que se revela por si mesmo na harmonia de tudo o que existe, não no Deus que se interessa pela sorte e pelas ações dos homens”.
Newton acreditava na criação por Deus e, para resolver o problema de um tempo tão curto, observou que a Bíblia não afirma quantas horas durava um dia no momento da Criação. Como ainda não existia Terra nem movimento de rotação, um dia poderia ser quanto Deus decidisse.
R. Albert Einstein tinha uma ideia de Deus não vinculada a nenhuma igreja ou fé estabelecida. Não acreditava num Deus que premiasse os bons e castigasse os maus ou que prometesse a imortalidade. Mas ele acreditava num Deus que havia criado o universo.
Cientista é premiado por provar existência de Deus
A ciência comprova a existência de Deus?
A comunidade científica tende a distanciar-se de uma corroboração ou refutação de Deus. Atualmente não existe nenhuma prova científica conclusiva de existência ou inexistência de Deus, o que é perfeitamente coerente com a declaração de que Deus não faz parte do escopo analítico da Ciência.
A) As cinco vias para provar a existência de Deus, em São Tomás de Aquino são: Primeira prova - Pelo movimento (Primeiro Motor Imóvel), Segunda prova - Causa eficiente, Terceira prova - Pelo necessário e possível (ser necessário e ser contingente), Quarta prova - pelos Graus de Perfeição e Quinta prova - Finalidade do ...
Albert Einstein acreditava em um Deus totalmente destoante do conceito pregado pela maioria das igrejas ocidentais e monoteístas. Acreditava em um Deus que se manifestava nas formas da natureza e na complexidade da vida.
Hawking. Stephen Hawking (1942-2018) era conhecido por seu ateísmo declarado. Ele via o Universo regido apenas por leis físicas, sem a necessidade de uma intervenção divina. Em várias ocasiões, o inglês expressou sua visão sobre a inexistência de um criador divino.
Aliás, ao olharmos em retrospectiva para a história da ciência, vemos que a grande maioria dos cientistas era cristão: Francis Bacon, Galileu Galilei, Blaise Pascal, Robert Boyle, Isaac Newton, Johannes Kepler, Michael Faraday, Louis Pasteur, Gregor Mendel, Georges Lemaître, Werner Heinsenberg, Robert Boyd, Denis ...
Foi um cristão devoto, mas pouco ortodoxo, que rejeitava, em particular, a doutrina da Trindade. Também se recusava a receber ordens sagradas da Igreja da Inglaterra, o que era incomum para um membro da faculdade de Cambridge da época.
- O cientista britânico Isaac Newton, descobridor da lei da gravidade, previu que o fim do mundo chegará em 2060, segundo uma exposição inaugurada hoje na Universidade Hebraica de Jerusalém.
Todos os seus biógrafos concordam que ao morrer, em abril de 1882, era [Darwin] um agnóstico, se não um ateu. Quando exatamente a fé foi perdida é matéria de debate. Ao desembarcar do Beagle em outubro de 1836, havia deixado de acreditar nos fatos descritos da Bíblia como verdadeiros.
Espinosa pensava Deus de outra maneira: se ele existe, então é porque tudo faz parte dele. Deus é a causa da sua existência e de tudo o que existe, ele é a absoluta potência produtiva, ele é a natureza. Ou seja, é por ter proposto um Deus tão, mas tão diferente, que Espinosa foi considerado Ateu.
"A palavra Deus não é para mim mais que a expressão e resultado da fraqueza humana, a Bíblia é uma coleção de lendas veneráveis, mas primitivas", dizia Einstein no texto do documento posto hoje à venda, que foi enviado ao filósofo alemão Eric Gutkind.
Desse modo, Isaac Newton se situava clandestinamente na posição herética tanto para a Igreja Católica como para a Igreja Anglicana (protestante), da qual era um crente fervoroso, pois considerava o dogma da Santíssima Trindade como una corrupção alheia ao cristianismo primitivo.
É aí que, de fato, a ciência e a religião diferem. A ciência requer prova, a crença religiosa requer fé. Os cientistas não tentam provar ou refutar a existência de Deus porque sabem que não existe um experimento que possa detectar Deus.
A restrição de religiosos a Darwin acontece porque a teoria do britânico, ao defender a evolução dos seres vivos por meio da seleção natural, prescinde de um criador para explicar a origem das diferentes espécies.
Embora explicasse a origem da vida e a formação das diferentes espécies de uma forma diferente daquela descrita na Bíblia, Lamarck não era ateu. Ele acreditava na existência de um Deus, mas colocava este Deus fora do processo natural.
O criacionismo tem suas raízes em várias tradições religiosas, culturais e mitológicas em todo o mundo. Em muitos casos, o criacionismo é associado a narrativas mitológicas que explicam a origem do universo e da vida de acordo com as crenças de um grupo específico.
A primeira via que leva à demonstração da existência de Deus, baseia-se no movimento ou motor primário, ou seja, no mundo todas as coisas estão em constante movimento, transformação, isto é perceptivo a todos, sendo assim, há algo que move todas as coisas, não tem como alguma coisa mover-se por sim mesma.
Entre historiadores é praticamente consenso que Jesus foi um personagem real. Sem evidências arqueológicas, sua existência pode ser comprovada em antigos relatos não ligados ao cristianismo.
Para provar a existência de Deus, Aristóteles criou o argumento do motor. Diz ele que tudo o que está em movimento é movido por outra coisa. Tomemos o Sol como exemplo. Ele está em movimento; portanto, outra coisa o movimenta.