Principais Obras de Leibniz: - Acta Eruditorum Lipsienium(Anotações dos eruditos de Leipzig) (1682). Leibniz observou que a diferenciação e a integração eram operações inversas e assim, enunciou o teorema fundamental do cálculo.
Segundo Leibniz, o universo consiste apenas de mônadas, e estas consis- tem apenas de percepções. Dentre os tipos distintos de mônada, um ele chama de “alma racional” (Leibniz, 1974 [1714], p. 66), de modo que é de supor-se que percepções ou ideias de relações pertençam somente a tais mônadas.
Por um lado, Leibniz sempre defendeu a máxima racionalidade de todos os fatos, o que acaba por indicar que todos estes estão absolutamente predeterminados.
A teoria de mônadas, um termo derivado do grego, significando "aquilo que é um" ou "unidade" é elaborada em 'Monadology'. A teoria tenta descrever um universo harmonioso composto de um número infinito de mônadas, ou unidades, organizadas em uma hierarquia e originadas no Mônada Supremo que é Deus.
Leibniz professa um idealismo racional, marcando a reflexão consciente dos fins e das leis de uma vida racional. A felicidade não pode prescindir do instrumento da razão. A lei moral quer que o homem cumpra sua obra de ser inteligente e livre, seguindo a razão.
Leibniz concebe Deus como um ser absolutamente positivo. Substância absoluta com infinitos atributos, cada um dos quais inteligível por si e integralmente positivos. Um ser que encerre um máximo de realidade e perfeição, que não envolva nenhuma negação, nada de limitado, um ser do qual nada de positivo pode ser negado.
Geralmente se diz que o Cálculo foi inventado por Issac Newton (1642-1727) e por Gottfried Wilhelm Leibniz (1646-1716) durante a década de 1665-1675, mas isso não é inteiramente verdadeiro.
Leibniz formula esse princípio de várias maneiras, por exemplo, "A é idêntico a A", "A é o mesmo que A", "A não é não A", "cada coisa é o que é" e "cada coisa é igual a si mesma".
O mal alimenta a bondade, o que leva a um sistema perfeito. Embora isso faça parecer que Deus criou o mal, o seria contra sua natureza, Leibniz emprestou a mesma ideia que Agostinho usou para corrigir esse problema. “O mal, embora real, não é uma 'coisa', mas uma direção para longe da bondade do Um”.
Leibniz fundamenta o conhecimento universal na racionalidade por meio do que ele chamou de mônadas. As mônadas seriam entidades separadas e fragmentadas que se juntavam (como os átomos) para dar origem ao conhecimento racional. A existência das mônadas é, para o filósofo, apenas conceitual.
Leibniz afirmava que o Universo tinha de ser imperfeito, para poder ser distinto de Deus. Também afirmava que era o melhor Universo possível, sem ser perfeito. Em 1714 Leibniz escreveu Monadologia que sintetizava as idéias de Théodicée.
Monadologia é o princípio de Leibniz, segundo o qual ele explica a existência do Mundo e, por conseguinte o conhecimento humano. Leibniz pensa que do “nada” brota o SER (como significado da essência de tudo quanto possa existir, incluso aquilo que exista apenas na imaginação, na razão).
É um cilindro com um conjunto de dentes de comprimentos incrementais que, quando acoplado a uma roda de contagem, pode ser usado na máquina de calcular. Foi inventada por Leibniz em 1673, e usado por cerca de 300 anos até o advento da calculadora eletrônica em meados da década de 1970.
Provavelmente a mais antiga e mais famosa lista de axiomas são os 4 + 1 postulados de Euclides da geometria plana. Os axiomas são ditos como "4 + 1" pois por volta de dois milênios o quinto postulado era questionável por ser uma derivação dos quatro primeiros.
O princípio da identidade diz respeito à veracidade das ideias, isto é, dizer que uma mesa é uma mesa, que um livro é um livro etc. Ele assegura que uma proposição é igual a si mesma. O princípio da não contradição estabelece que uma proposição não pode ser, ao mesmo tempo, falsa e verdadeira.
do Cálculo -- coube a Isaac Newton e Gottfried Wilhelm Leibniz. Newton nasceu em Woolsthorpe, na Inglaterra. Em 1661 ele foi admitido no Trinity College, em Cambridge, com certa deficiência em geometria.
Concluímos, então, que a resposta à pergunta “Quem inventou o zero?” é a seguinte: os babilónios inventaram o primeiro símbolo do zero, os gregos foram os primeiros a compreender o conceito de zero e os indianos utilizaram o zero pela primeira vez como número de pleno direito.
São considerados filósofos racionalistas modernos o holandês Baruch de Espinoza, o francês René Descartes e o alemão Gottfried Wilhelm Leibniz. Todos eram também matemáticos.
Qual foi o objetivo da briga entre Newton e Leibniz?
A disputa mais célebre da história da ciência foi protagonizada por Isaac Newton e Gottfried Leibniz há 300 anos. O objetivo da árdua briga, que marcou o procedimento para resolver – ou pelo menos tentar – conflitos posteriores desse tipo, era determinar a prioridade no descobrimento do cálculo infinitesimal.
A definição de derivada como é conhecida hoje, deve-se a Cauchy, que a apresentou por volta de 1823 como razão de variação infinitesimal, embora Newton e Leibniz, já no século XVII tenham utilizado os fundamentos desse conceito como um método para relacionar problemas de quadraturas e de tangentes.
O nome Cálculo Integral foi criado por Johann Bernoulli e publicado pela primeira vez por seu irmão mais velho Jacques Bernoulli em 1690. Principalmente como conseqüência do Teorema Fundamental do Cálculo de Newton, as integrais foram simplesmente vistas como derivadas "reversas".