História. Há várias hipóteses para a origem do cururu. Alguns pesquisadores afirmam que é uma dança de origem tupi-guarani, de função ritualística. Hoje, como outras tradições folclóricas, está deixando de ser passada para as novas gerações.
Manifestação popular que envolve dança e música, encontrada na região Centro-Oeste e parte do Sudeste do Brasil, nos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo, com predominância nas áreas rurais. A dança surge de um provável resultado do encontro cultural entre povos indígenas e europeus.
O surgimento das danças em grupo aconteceu através dos rituais religiosos, em que as pessoas faziam agradecimentos ou pediam aos deuses o sol e a chuva. Os primeiros registros dessas danças mostram que elas surgiram no Egito, há dois mil anos antes de Cristo.
O cururu é outra dança de origem indígena e a performance abrange a participação exclusiva de homens. Os dançarinos formam duas filas indianas. A máxima da apresentação ocorre no momento em que chega o Divino e quando o cururueiro canta e faz saudações por conta da chegada dele.
Teve origem à época dos jesuítas, quando era executado dentro das igrejas. Mais tarde, após a vinda de outras ordens religiosas, caiu na marginalidade e ruralizou-se.
Segundo a lenda, o cururu cantava sempre que o inverno estava pra chegar, ele tinha uma garganta privilegiada, sempre que alguém ouvia, ficava muito animado pôs sábia que naquele ano haveria um bom inverno.
O cururu é um desafio entre cantadores, que improvisam seus versos ao som da viola caipira, como descreve outro clássico da música de raiz, Peito Sadio (1961), de Raul Torres e Rubens Bueno, imortalizada por Zé Carreiro & Carreirinho.
O CURURU É CARACTERIZADO POR SER UM ESTILO MUSICAL CAIPIRA E UMA DANÇA EM RODA, PREDOMINANTEMENTE PRATICADA POR HOMENS, AO SOM DA VIOLA DE COCHO, GANZÁ, PALMAS E SAPATEADO. A DANÇA COMEÇA COM SAUDAÇÕES E REVERÊNCIAS AOS SANTOS, SEGUIDA POR IMPROVISAÇÕES CONSTANTES, ABORDANDO GERALMENTE TEMAS RELIGIOSOS E PROFANOS.
Uma das mais expressivas manifestações culturais de Mato Grosso, o cururu é um folguedo popular autêntico, dos mais antigos de Cuiabá, podendo se apresentar como roda de cantoria e dança e que é realizado tanto em festas religiosas, como profanas.
Rudolf Laban, também conhecido como Rudolf Von Laban, nasceu em 15 de dezembro de 1879, em Pressburg, Áustria-Hungria, atual Bratislava, Eslováquia. Bailarino e coreógrafo, Laban é considerado o maior teórico da dança do século XX e é conhecido como o pai da dança-teatro.
Ela permite que o indivíduo tenha consciência corporal e saiba como o seu corpo se relaciona com o espaço. Assim, ele pode desenvolver coordenação motora, equilíbrio e flexibilidade, por exemplo.
As evidências mais antigas de dança remontam a pinturas rupestres encontradas em cavernas na Índia e na África, datadas de cerca de 9.000 anos atrás. Essas pinturas retratam figuras humanas em poses dançantes, sugerindo que a dança já era uma forma de expressão artística e social na antiguidade.
Rhinella marina (antigamente chamado de Bufo marinus), conhecido como sapo-cururu, sapo-boi ou cururu, é um sapo nativo das Américas Central e do Sul. Pertence ao gênero Rhinella, que inclui centenas de espécies de sapos diferentes, distribuídas principalmente pelo Brasil.
A origem é indígena e, ao longo dos anos, o siriri e o cururu ficaram restritos às comunidades ribeirinhas. Há 15 anos, ganharam os palcos e se espalharam por todos os segmentos sociais.
Cururu é um ritmo musical bastante utilizado na música caipira. Cururu é o repente, um combate poético, um desafio em trovas ao som de violas caipiras. Nasceu como canto religioso, marcado pela batida de pé.
A dança Cururu tem caráter religioso, por isso é importante que aqueles que a praticam, chamados de cururueiros, conheçam a vida dos santos. Nas festas religiosas, o Cururu marca o início das rezas. Os cururueiros cantam a história dos santos, levantam o mastro, rezam e recitam ladainhas em homenagem ao santo.
O cururu acontece com maior frequência durante as comemorações católicas, em especial aquelas do ciclo joanino. Nessa ocasião os homens dançam em círculo, tocando violas-de-cocho e ganzás, e cantam louvações ao santo homenageado.
Cururu: dança realizada em círculo e apenas por homens, também ao som da viola. Durante a dança são feitos repentes com temáticas religiosas e mundanas, como desavenças e amores. Chupim: típico do Mato Grosso do Sul, o chupim é dançado aos pares por homens vestidos com calça e camisa, e mulheres de vestidos longos.
Sua origem é creditada a uma mistura de tradições indígenas, europeias e africanas. A origem do termo cururu é envolta em controvérsia, sendo que alguns especialistas atribuem o nome a uma referência ao sapo cururu, do qual a antiga dança associada ao canto seria uma imitação de seus saltos.
Roberto Corrêa explica a origem da viola de cocho, que é “uma tora de madeira escavada em que se coloca sal para o gado”, adianta. A viola de cocho é produzida artesanalmente pelos mestres cururueiros e “é confeccionada em um tronco de madeira e depois escavado” em uma madeira mole.
Também conhecida por Função ou Cururu, é uma dança formada em círculos, geralmente em homenagem a algum santo, executada ao som de uma ou mais violas de cocho acompanhada de um ou mais ganzás, segundo os relatos dos cururueiros João Ramos e seu pai, José de Jesus Ramos.
Quais são as principais características do cururu?
O sapo-cururu é um anfíbio grande, venenoso e com verrugas nativo da América do Sul e América Central. É considerado uma das piores espécies invasoras do mundo.
Sapo Cururu é uma cantiga popular brasileira que foi transformada num belo conto infantil. Conhecido como o poeta do rio, o Sapo Cururu canta para espantar o frio e espiar as rãs que por ali saltitam. Ele está à procura de uma rã para se casar.