A Terra Indígena Guarani de Bracuí é a que tem a maior população, cerca de 320 indivíduos. Mais da metade é constituída por crianças menores de 14 anos. Os Guarani que vivem hoje em território brasileiro somam, aproximadamente, cinco mil pessoas.
Os povos guarani somam mais de 85 mil pessoas, sendo o mais populoso do Brasil. Destacam-se também os povos caingangues, ticuna, macuxi e yanomami. A região Norte concentra quase 45% de toda a população indígena do Brasil, com destaque para o estado do Amazonas, onde vivem 490 mil pessoas que se autodeclaram indígenas.
Os nomes de povos indígenas são aportuguesados e escritos com inicial minúscula, como os demais povos e grupos étnicos: espanhóis, ingleses, iorubás. Use no plural: os ianomâmis, os carajás, os caiapós, os tupis, os caingangues, os guaranis, os uaimiris, os xavantes.
A Amazônia peruana, na fronteira com o Brasil, é o lar do maior grupo de indígenas isolados do mundo: os Mashco Piro. A Survival acredita que os Mashco Piro somam aproximadamente 750 indivíduos.
O município que lidera a tabela é Uiramutã, em Roraima, com 96,6% de sua população indígena. Além dele, outros destaques são Santa Isabel do Rio Negro (96,2%) e São Gabriel da Cachoeira (93,2%), ambos no Amazonas.
No Censo de 2022, mais de 92,1 milhões de brasileiras e brasileiros se declararam pardos, o equivalente a 45,3% da população do Brasil, estimada em 203 milhões de pessoas. Foi a primeira vez desde 1991, quando a pesquisa censitária nacional passou a incluir “cor ou raça”, que a população parda foi maioria.
O mesmo estudo agrupou pessoas de una amplia diversidade de nacionalidades e comprovou que os que mais pelo corporal têm são as pessoas da costa mediterrânica e da Escandinávia, e quem menos tinha eram as etnias mongóis, chinesas e indianas.
A etnia chinesa Han é o maior grupo étnico do mundo, sendo 19% da população global em 2011. A língua materna mais falada no mundo é o mandarim chinês (falado por 12,44% da população global), seguido pelo espanhol (4,85%), inglês (4,83%), árabe (3,25%) e o hindustâni (2,68%).
Parte de uma população conhecida como povo de Lagoa Santa, Luzia foi tida como a mais antiga brasileira já encontrada, com idade estimada por Feathers et alii, a partir de evidências indiretas, em até 16,4 mil anos, mas há dúvidas sobre essa antiguidade, aceitando-se em geral c. 11,5 mil anos.
Em 2022, o maior continente de localidades indígenas do país encontrava-se no estado do Amazonas (2.571), com 30,00% das localidades. Na sequência vieram Mato Grosso, com 924 localidades (10,78%), seguido por Pará, com 869 localidades (10,14%), e pelo Maranhão, com 750 (8,75%).
Raposa Serra do Sol - Como surgiu a maior reserva indígena em área contínua do mundo ( 04' 02" ) O dia 15 de abril de 2005 marcou a história dos 15 mil índios das tribos macuxi, wapichana, ingarikó e taurepang, localizadas em Roraima.
A Terra Indígena Guarani de Bracuí é a que tem a maior população, cerca de 320 indivíduos. Mais da metade é constituída por crianças menores de 14 anos. Os Guarani que vivem hoje em território brasileiro somam, aproximadamente, cinco mil pessoas.
A Terra Indígena Yanomami (AM/RR) tem o maior número de pessoas indígenas, com 27.152, o equivalente a 4,36% do total em terras indígenas no Brasil, aponta o Censo 2022 Indígenas: Primeiros resultados, divulgado nesta segunda-feira (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O número de pessoas que se declaram pardas superou, pela primeira vez no censo, o de brancos e se tornou o maior grupo étnico-racial do Brasil. Os pardos somam 92,1 milhões de habitantes, o que representa 45,3% de todos os brasileiros.
“Índio”, portanto, reforça estereótipos preconceituosos, que geralmente retratam os povos indígenas como selvagens, atrasados e preguiçosos. Por outro lado, o termo "indígena” significa "natural do lugar em que vive".
Segue um breve levantamento de alguns povos indígenas que habitam ou já habitaram o território brasileiro: Araweté, Avá-Canoeiro, Bororo, Cinta larga, Guarani, Javaé, Kaingang, Karajá, Kayapó, Krahó, Munduruku, Pataxó, Tapirapé, Terena, Ticuna, Tupinambá, Xakriabá, Xavante, Xerente, Xingu, Yanomami, entre outros.
Ou seja, quando questionada, a pessoa pode se declarar como preta, parda, branca, amarela ou indígena. De acordo com os resultados do Censo 2022, pela primeira vez, desde 1991, a maior parte da população brasileira (45,3%) se declarou como parda; o equivalente a cerca de 92,1 milhões de pessoas.
O termo pardo é empregado no Brasil para se referir a pessoas de cor intermediária entre a branca e a preta, podendo incluir descendentes de brancos, negros, indígenas, entre outros.
Assim, no Brasil, normalmente é reconhecida como "branca" a pessoa que tem uma aparência física mais próxima da europeia, e o fato de a pessoa ter sabida ancestralidade africana e indígena não impede que ela seja vista e veja a si mesma como branca.