Joker é um mestre da improvisação, podendo achar meios para matar qualquer um, ou, ao menos atacar para livrar-se de inimigos e conseguir fugir, em praticamente qualquer situação. Seus novos objetivos e ataques são praticamente imprevisíveis, ora por serem construídos sobre grande lógica, ora por serem absurdos.
No Brasil, a palavra é bastante usada para a carta do baralho que muda de valor e combinação dependendo do local em que é colocada em um jogo. Mas também pode se referir a um bobo da corte: uma pessoa esperta, engraçada, sem escrúpulos e polivalente.
O CURINGA é um inseticida e acaricida organofosforado com ação de contato e ingestão, recomendado para o controle das pragas nas culturas de algodão, café, feijão, milho, soja e tomate.
O que o filme Coringa pode nos ensinar sobre a inclusão e a exclusão da pessoa com doença mental no mercado de trabalho? “A pior parte de ter uma doença mental é que as pessoas esperam que você se comporte como se não tivesse”. Em tradução livre. Essa é uma frase marcante escrita no diário de Arthur Fleck, o Coringa.
Em A Piada Mortal, Coringa era um humorista mal-sucedido que tinha uma esposa grávida, e temia que seu filho nascesse e tivesse uma vida ruim, temia não poder sustentá-lo, então começou a se envolver com criminosos para assaltar uma fábrica de baralho usando a identidade de Capuz Vermelho.
Assim o objetivo do Palhaço Príncipe do Crime não é roubar, enriquecer, dominar o mundo, se vingar, mas apenas levar sua loucura a tudo e todos e derrotar o único adversário que considera à sua altura, o Cavaleiro das Trevas.
Sendo assim, Arthur pode ter vários diagnósticos, desde esquizofrenia até síndrome pseudobulbar. Para tentar chegar a um diagnóstico para este personagem seria necessário analisar, além dos sintomas descritos, os outros validadores acima citados.
No filme, o diretor deixa clara a causa da risada descontrolada do Coringa, mostrando que, quando pequeno, sofreu uma lesão muito grave no cérebro que resultou na risada patológica do personagem.
Curinga ou jóquer, também conhecido como coringa ou melé em algumas regiões, é a carta do baralho que, em certos jogos, muda de valor conforme a combinação de cartas que o jogador tem em mãos. Exemplo de um Curinga.
Hoje, ela é uma carta de conteúdo especial, normalmente caracterizada pela figura de um palhaço, ressaltando o caráter jocoso da carta. Ela pode assumir os valores de outras cartas, surpreendendo os jogadores adversários.
O Poder Curinga desta semana se chama Poder Sem Volta. Quem conseguir comprá-lo terá o direito de vetar um dos emparedados da Prova Bate e Volta. Ou seja: mandará esse brother direto ao Paredão sem a oportunidade de escapar da berlinda.
E mesmo no filme Batman: O Cavaleiro das Trevas, em que o Coringa teve uma atuação espetacular com Heath Ledger, ele deixa claro que não tem qualquer filosofia de vida, pois apenas faz as coisas, sem qualquer propósito. Quando a gente joga qualquer jogo de Cartas, em geral a carta Coringa é uma carta de Sorte.
Por conseguinte, o personagem, ao longo do filme, vai demonstrando uma falta de empatia e uma tendência violenta. O filme aborda diversas questões psicológicas que são intensificadas com as situações propiciadas pelo ambiente. Em virtude disso, Arthur apresenta uma personalidade complexa e delicada.
Ele nadou para fora do canal de drenagem da planta, mas os produtos químicos branquearam sua pele e deixaram seu cabelo verde e lábios vermelhos. Sua desfiguração, juntamente com a perda de sua esposa e filho, enlouqueceu o engenheiro e resultou no nascimento do Coringa.
No Brasil, a tradução ficou “Coringa: Delírio a Dois”. O que pouco se sabe, é que o termo francês 'Folie à Deux' se refere a um transtorno psicótico real que é conhecido como Transtorno Delirante Compartilhado (TDC).
Se depender do que Arthur fala sua risada, é decorrente da síndrome pseudobulbar, porém no filme ela ganha um significado a mais, pois ela vira um argumento de um sujeito marginalizado que sonha com a glória. Sendo assim, sua risada pode ser considerada uma alegoria do estado mental da sociedade.
Claro, o Coringa é um narcisista, profundamente melancólico e possível, que se regozija com sua loucura, que exulta com sua capacidade de subverter regras e galvanizar a atenção das pessoas que enxergam nele um escoamento para suas vidas sem sentido.
“A pior parte de ter uma doença mental é que as pessoas esperam que você se comporte como se não tivesse.” Entre tantas frases marcantes, essa com certeza é uma da qual não me esquecerei. O filme “Coringa” é capaz de nos fazer refletir sobre aquilo que, a maior parte do tempo, temos medo de encarar.
O Coringa é um filme ambientado nos anos de 1980 com o gênero drama numa obra de ficção e evidenciam comportamentos sociais que potencializam a exclusão, tais como bullying, indiferença social, abandono familiar, exclusão social, entre outras situações conflitantes.
A história contada foi uma origem do vilão Coringa, quando ainda era conhecido como Arthur Fleck e vivia desoladamente na Gotham dos anos 80. Arthur cuidava da mãe, já idosa e doente, enquanto trabalhava como palhaço em funções constrangedoras e nutria o sonho de lançar carreira no stand up comedy.
O riso descontrolado e involuntário é o sintoma de uma série de condições médicas e, no caso do personagem interpretado por Joaquin Phoenix, pode ser uma "crise de epilepsia gelástica", diz Francisco Javier López, coordenador do grupo de estudo sobre epilepsia da Sociedade Espanhola de Neurologia.
Em Coringa, estrelado por Joaquin Phoenix e dirigido por Todd Phillips, foi mostrado que Arthur Fleck possivelmente é o filho do bilionário Thomas Wayne. A mãe do vilão, Penny, era ex-funcionária da Wayne Enterprises e escreveu cartas a Thomas sobre o caso (ele negou).