A disfonia é caracterizada por toda e qualquer dificuldade ou alteração na emissão natural da voz. Em alguns casos, a perda repentina da voz pode estar relacionada a alergias, irritações, cigarro, poluição, estresse, ar-condicionado, mudanças bruscas na temperatura, medicamentos ou pelo câncer de laringe.
A afonia pode surgir subitamente e ser total ou gradual e progressiva, começando como rouquidão até a perda completa da voz. Em geral, tem cura e, nem sempre, é preciso fazer uso de medicamentos. Em alguns casos, repousar a voz e manter a hidratação é suficiente para a recuperação.
Entre os fatores que desencadeiam a afonia estão inflamações na garganta ou nas cordas vocais, resfriados, alergias, nódulos nas cordas vocais e substâncias consideradas irritantes, como o tabaco.
A rouquidão é um sintoma caracterizado pela alteração na qualidade vocal. Ela pode simplesmente estar ligada a fatores como o uso abusivo e mau uso da voz ou até servir de alerta para uma doença mais grave. A otorrinolaringologista Dra.
A afasia é resultado de danos às áreas do cérebro que controlam a linguagem. O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é a causa mais comum, mas ela também pode ocorrer em decorrência de tumores cerebrais, processos neurodegenerativos ou traumatismos.
Disartria, afasia e distonia. Essas são alterações que acontecem depois de um trauma orgânico no cérebro, decorrido de trauma cranioencefálico, AVC ou demência por envelhecimento. Esses distúrbios modificam a compreensão, articulação da fala e movimentação. Vale ressaltar que essas alterações são mais comuns em idosos.
A disartria é a perda da capacidade de articular as palavras de forma normal. A fala pode ser espasmódica, com a respiração interrompida, irregular, imprecisa ou monótona, mas as pessoas podem compreender a linguagem e usá-la corretamente.
Nem sempre ficar sem voz é reflexo de falar demais ou consequência da gripe. Se você ficar sem voz por mais de 15 dias, isso pode indicar uma doença séria. As lesões e infecções nas pregas vocais evoluem para calos, cistos, hemorragias e até tumores malignos, como o câncer na laringe.
refluxo — quem costuma regurgitar os sucos estomacais experimenta frequentemente a sensação de garganta irritada, prejudicando as cordas vocais; idade — o envelhecimento é mais um fator que provoca a rouquidão, pois as cordas vocais vão perdendo a tensão com o tempo, mudando a voz das pessoas.
“Alguns casos podem ser resolvidos cirurgicamente, com um implante de acrílico mas, quando o buraco é muito grande, é preciso utilizar uma prótese móvel”, diz a fonoaudióloga Maria Inês Pegoraro-Krook, da Faculdade de Odontologia de Bauru da Universidade de São Paulo (USP).
É a inflamação da laringe, geralmente resultante de infecção viral ou abuso vocal. O resultado é uma mudança abrupta da voz, com intensidade reduzida e rouquidão. O diagnóstico baseia-se em achados clínicos.
A paralisia das cordas vocais é a incapacidade de mover os músculos que controlam as cordas vocais. A paralisia pode ser causada por tumores, lesões ou danos a nervos. Os sintomas comuns são mudanças da voz e, possivelmente, dificuldades para respirar. O diagnóstico é baseado no exame da laringe, brônquios ou esôfago.
A disfonia é caracterizada por toda e qualquer dificuldade ou alteração na emissão natural da voz. Em alguns casos, a perda repentina da voz pode estar relacionada a alergias, irritações, cigarro, poluição, estresse, ar-condicionado, mudanças bruscas na temperatura, medicamentos ou pelo câncer de laringe.
Na grande maioria dos casos, está associada à doenças respiratórias (rinite, gripes, resfriados etc), mas pode estar associado também a: “calos vocais” e pólipos, câncer de laringe, refluxo, alergia, paralisia de cordas vocais, problemas na tireóide, uso abusivo da voz (gritar ou cantar), ingestão alcóolica, entre ...
O câncer de laringe que se forma nas cordas vocais (glote), muitas vezes, causa rouquidão ou alterações na voz. Isso pode levar a um diagnóstico em estágio inicial. As pessoas que apresentam alterações na voz, como rouquidão que não melhora em duas semanas, devem procurar um médico.
Caroços no pescoço: O aparecimento de nódulos ou caroços no pescoço pode ser um sinal de câncer na garganta, especialmente se esses caroços são firmes e não se movem facilmente. Perda de peso inexplicada: Perder peso sem tentar pode ser um sintoma de muitas doenças, incluindo câncer.
De acordo com os especialistas, o câncer de laringe responde muito bem ao tratamento, sendo grandes as chances de cura total. A taxa de cura nos casos de radioterapia e quimioterapia associadas ou radioterapia exclusiva são de 80%, sendo que, em 70% dos casos, a laringe é inteiramente preservada.
Um sintoma inicial de câncer de laringe costuma ser a rouquidão, mas dor de garganta, dificuldade para engolir, sensação de um corpo estranho na altura do pescoço e dificuldades para respirar, desde que persistentes por mais de três semanas, também são sugestivos de câncer de laringe.
Problemas com a voz podem ser de origem neurológica. A doença de Parkinson, por exemplo, pode desencadear um tremor vocal e prejudicar muito a qualidade da voz.
Qual a diferença entre faringite e laringite? Como mencionei, a faringite designa um quadro inflamatório que acomete a faringe. Por sua vez, a laringite corresponde à inflamação da laringe. Essa é a porção logo abaixo da faringe, onde se localizam as cordas vocais.
O paciente com afasia pode apresentar dificuldades para se comunicar por meio da fala, podendo omitir algumas palavras ou até mesmo esquecê-las e trocá-las por outras semelhantes, apresentar repetição persistente de palavras, discurso confuso e dificuldade de compreensão.
A ataxia é definida como sendo uma dificuldade ou mesmo incapacidade de se manter a coordenação motora como normalmente. São, essencialmente, dos movimentos voluntários que se perdem o controle, ou seja, aqueles movimentos que o paciente deseja fazer, como levantar ou mesmo erguer um garfo para se alimentar.
▫️Plegia refere-se à paralisia completa de um ou mais membros do corpo. Isso significa que a pessoa não consegue mover o membro afetado de forma alguma, devido à perda total de função motora.