O azeite de oliva era oferecido entre as “primícias” (Ex 22.29) e misturado com algum as ofertas de alimentos (Lv 8.26). O óleo de unção para consagrar os sacerdotes era um a mistura especial. Quanto a produção são poucos os ingredientes de Êxodo 30.22-33 que podem ser identificados.
A diferença entre óleo e azeite tem a ver com o processo de fabricação dos ingredientes. Enquanto o primeiro produto é feito por pressão, o segundo é tratado com solventes purificados ou refinados. Apesar disso, o óleo passa pelo mesmo tipo de produção que o azeite, devendo ser reduzido, mas não banido da sua rotina.
No antigo Testamento encontramos o uso do óleo para ungir objetos. Era uma forma de consagrar os objetos para o culto a Deus. (Êxodo 29:36-37; 30:25-29). Os objetos ungidos se tornavam santos ao serviço do Senhor.
A principal característica que diferencia o azeite dos outros óleos é a sua composição. O azeite é rico em ácido oleico, um tipo de ácido graxo monoinsaturado, que possui diversos benefícios para a saúde, como a redução do colesterol ruim (LDL) e o aumento do bom (HDL).
Óleo ou azeite? Ao contrário do óleo vegetal, que tem alto teor de gordura e contribui para o entupimento de vasos sanguíneos, aumento de peso e risco de câncer, o azeite de oliva está não só entre os óleos, mas entre os alimentos mais saudáveis para serem consumidos pelo homem.
O consumidor deve realizar dois tipos de teste: Sentir o aroma do produto e, logo depois, prová-lo. TESTE DE AROMA: Coloque pelo menos 15ml de azeite em um recipiente de vidro, que seja fácil de aproximar o nariz (em casa é bom de fazer com um copo raso de vidro);
Sabemos que três tipos de azeite eram separados. O primeiro é mais puro era entregue a Deus no templo. O segundo era usado pelas pessoas. O terceiro era usado em lamparinas.
O óleo que usavam para ungir os seguidores e doentes continha um ingrediente chamado «kanesh-boson», identificado como extracto de «cannabis». Bennet - que chamou ao artigo «Was Jesus stoned?» (Jesus estava pedrado?) - cita académicos para defender a sua tese.
O óleo tinha a função de “separar” pessoas e objetos que ministraram os holocaustos diante de Deus. Tudo o que era consagrado com óleo, era santificado. Êxodo 30:29. Ao longo do Antigo Testamento o óleo foi utilizado para a unção de reis.
Na Bíblia, o azeite carrega um profundo significado espiritual, representando o Espírito Santo. Ele foi usado para consagrar sacerdotes, reis e profetas, como no momento em que Samuel tomou o chifre do azeite e ungiu a Davi (1 Samuel 16:13), simbolizando a união dele com Deus.
O azeite tem a ver com o Espírito Santo, pois é seu símbolo, mas nessa figura bíblica não representa A PESSOA dele, e sim algo que cabe a cada um de nós decidir se iremos oferecer ou não.
3) Permitir excepcionalmente que a unção com óleo seja realizada, exclusivamente em pessoas, nunca em objetos, pelos pastores e presbíteros somente quando forem convidados por membros enfermos de suas igrejas, em suas casas, orando por eles e suplicando de Deus o seu pronto restabelecimento.
Azeite é um óleo vegetal extraído da azeitona, o fruto da oliveira. Trata-se de um alimento antigo, clássico da culinária contemporânea, regular na dieta mediterrânea e nos dias atuais presente em grande parte das cozinhas. Além dos benefícios para a saúde o azeite adiciona à comida um sabor e aroma peculiares.
O azeite pode ser usado frio, para temperar saladas e legumes, e fazer molhos, para o preparo de ensopados, além de também poder ser utilizado no pão, por exemplo, em substituição da manteiga.
Dendê: óleo de dendê sai da polpa e é de uma massa gordurosa (bambá) que vem o óleo alaranjado de gosto característico. Amendoim: muito usado no País até os anos 1960, ele é bom para fritura de imersão e saltear. Tem sabor neutro e , por isso é indicado para ingredientes delicados. Açaí: bom para flambagens.
Na Bíblia Sagrada, ele foi o ponto de contato entre o poder de Deus e a fé, consagrando reis, curando enfermos, santificando servos e mantendo o candelabro aceso no Tabernáculo. Ainda hoje, o azeite continua a ser usado para santificar, proteger, curar e representar a presença do Espírito Santo.
Resumindo um pouco sobre o óleo na bíblia: O óleo da unção tinha objetivo definido e era o de santificar os elementos do culto, consagrá-los completamente para Deus. Por isso, após preparado, deveria ser aspergido sobre o tabernáculo, sobre os móveis, sobre o altar e sobre os sacerdotes.
O Evangelho segundo João narra como “Maria, tendo tomado uma libra de perfume de nardo puro e muito caro, perfumou os pés de Jesus e, com seus cabelos, enxugou os pés dele”, sendo que “a casa ficou repleta do odor do perfume” (Jo 12,3).
O azeite de oliva era considerado um como essencial. Era usado para iluminação, aquecimento, na cozinha e como remédio. Eliseu pediu à viúva e seus filhos e pegar tantas vasilhas vazias quanto possíveis, de seus vizinhos.
No antigo testamento, era utilizado para ungir os Reis e sacerdotes de Israel. Para fins medicinais, ele era muito útil na limpeza e cicatrização de feridas; também era usado como repelente, quando os pastores ungiam a cabeça de suas ovelhas para protegê-las dos insetos.
Como vimos no vídeo e na explicação acima, para extração do azeite, a azeitona passa por três prensas. Da mesma forma, antes de sua morte na cruz, Jesus escolheu intencionalmente este lugar onde repetiu três vezes uma oração. Cada vez que Jesus repetiu essa oração significou que ele estava passando por uma prensa.
Os azeites podem ser reconhecidos pelos seus aromas. O azeite de oliva extra virgem genuíno é produzido a partir de azeitonas frescas, portanto deve ter aroma de frutas frescas (verdes ou maduras), ervas recém cortadas e flores do campo. Produtos com cheiro estranho podem ter sido falsificados.
Tente espalhá-lo por toda a cavidade bucal, e concentre-se nas sensações que surgem. O amargor é especialmente sentido no final da língua, enquanto a picância aparecerá quando você engolir, pois é uma sensação tátil que é percebida principalmente na garganta e pode até fazer você tossir.