Qual é o tipo de mioma uterino mais perigoso? O tipo que oferece mais risco a paciente é o mioma uterino submucoso já que dependendo da sua localização, do tamanho e da sua quantidade, pode afetar diretamente e com mais facilidade a fertilidade feminina.
Escore 1: mioma que tem sua maior porção na cavidade uterina e menor porção no miométrio; Escore 2: mioma que tem a sua maior parte no miométrio; Escore 3: este tipo de mioma é completamente intramural (no miométrio), embora se conecte com o endométrio (mucosa da cavidade uterina);
Miomas uterinos localizados dentro da cavidade uterina (os do tipo submucoso) causam mais sintomas e estão mais comumente relacionados à infertilidade. Por esse motivo, nesses casos, pode ser considerado que o mioma uterino é perigoso.
São eles: subserosos, intramurais, submucosos. Os miomas subserosos são aqueles que se localizam na parte externa do útero, entre o miométrio e o perimétrio. Na maioria das vezes são assintomáticos, exceto nos casos em que seu volume é extremamente grande.
O mioma uterino deve ser retirado quando a mulher apresenta sangramento aumentado refratário ao uso de medicamentos ou anticoncepcionais. Ele também deve ser operado quando há desejo de engravidar e a paciente apresenta miomas uterinos grandes e volumosos, ou quando ocupam a porção interna do útero (mioma submucoso).
As lesões do tipo 4 são leiomiomas intramurais que estão inteiramente dentro do miométrio, sem extensão para a superfície endometrial ou para a serosa.
Geralmente, miomas uterinos são tumores benignos e não apresentam risco de evoluírem para câncer ou se espalharem para outras partes do corpo. No entanto, é importante dizer que o leiomioma atípico é um subtipo raro de mioma que pode apresentar maior risco de evoluir para câncer.
Miomas múltiplos podem causar hemorragia mais frequente do que um mioma único. Situação fácil de se entender, pois quanto maior o número, maior a chance de deformar o útero e a sua cavidade.
Embora o mioma uterino seja bem comum, as causas exatas do surgimento desse nódulo não são conhecidas. O que se sabe é que o mioma tende a crescer por causa do efeito de hormônios como o estrogênio, podendo aumentar durante a gravidez e reduzir na menopausa.
Onde os miomas podem estar localizados? Miomas intramurais (FIGO tipo 3, 4, 5) – estão localizados dentro da parede uterina. Eles podem aumentar o suficiente para distorcer a cavidade uterina ou a superfície serosa. Alguns miomas podem ser transmurais e se estender da superfície serosa à mucosa.
Agora, os miomas intramurais, que estão na parede uterina, podem diminuir a fertilidade, ainda mais se forem grandes (com mais de 2,8cm). Nesses casos, a remoção do mioma (miomectomia) é indicada, mas os resultados disso na fertilidade ainda não são certos, sendo necessários mais estudos a respeito.
O tumor maligno infiltra as células adjacentes, tem crescimento rápido, e pode reincidir e se espalhar pelo organismo, atacando outros órgãos, por via linfática ou sanguínea: a metástase.
Miomas geralmente crescem lentamente e tendem a diminuir ou desaparecer após a menopausa. Se você convive com eles e nem percebe, pode não precisar de tratamento. Mas o acompanhamento periódico com o ginecologista é fundamental.
O aumento do útero pode indicar problemas de saúde sérios em alguns casos. Suas possíveis causas variam desde gravidez, pós-parto recente ou uso de contraceptivos hormonais até miomas uterinos, adenomiose, doença trofoblástica gestacional ou câncer.
Miomas intramurais: crescem no interior da parede uterina e se expandem, fazendo com que o útero aumente de tamanho. São os tipos de miomas mais comuns e geralmente provocam um intenso fluxo menstrual, dor pélvica ou sensação de peso abdominal.
A resposta é não, miomas não saem na menstruação. 🚫🩸 Miomas são tumores benignos compostos por tecido muscular e fibroso, que crescem dentro ou fora do útero. Durante a menstruação, o que acontece é o desprendimento do revestimento interno do útero, chamado endométrio. Os miomas, no entanto, permanecem no útero.
Entretanto, dependendo da localização, da quantidade e do tamanho, o mioma submucoso, que é o que mais pode afetar a fertilidade da mulher, pode obstruir as tubas uterinas ou atrapalhar o processo de implantação/ desenvolvimento da gestação, podendo levar também a abortamentos ou partos prematuros.
Essa pergunta é bastante comum, por isso resolvi esclarecer esse mito. 👉 Não, isso não ocorre! O que pode acontecer em alguns casos é o mioma se degenerar (muda a sua confirmação e geralmente se torna mais amolecido), ou até mesmo torcer se for pediculado.
No entanto, à medida que o mioma cresce, ele pode causar uma protuberância ou aumento do volume abdominal, que pode ser confundido com ganho de peso ou até mesmo gravidez. Este inchaço abdominal pode ser desconfortável e afetar a autoimagem e a confiança da mulher.
O principal risco da cirurgia para retirada do útero é o sangramento. Além disso, como todo procedimento cirúrgico, há o risco de infecção. No caso da histerectomia, podem ocorrer infecções na pele (cicatriz), no abdome, ou na cúpula vaginal (fundo da vagina).
A maioria dos miomas são pequenos, com menos de 5cm. Desta forma, não fazem engordar ou crescer a barriga. Somente miomas muito grandes fariam a barriga crescer. No entanto, eles são muito raros e acometem mulheres que ficaram muito tempo sem acompanhamento de rotina e tratamento.
Classificação da Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia (FIGO) Por esse motivo, e para sistematizar as descrições dos miomas, foi criada a classificação da Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia (FIGO) para a localização dos miomas uterinos.
Exercício aeróbicos estimulam a contração natural da musculatura intestinal e os exercícios de força, como abdominais, também podem ajudar a estimular esta região, uma vez que a cavidade intestinal é formada por músculos. A dor lombar é um outro sintoma de quem vive com miomas uterinos.
A embolização de miomas uterinos é um procedimento minimamente invasivo recomendado para o tratamento de miomas uterinos e dos sintomas desagradáveis causados por este problema médico: ciclo menstrual intenso, micção frequente, dor pélvica intensa.