Entre as virtudes adquiridas pelo homem, estabelecem-se quatro, que são fundamentais, ou capitais, às quais estão subordinadas outras, que são acessórias, ou subordinadas. Desde a antiguidade, classificou-se como virtudes cardiais: a prudência, a justiça, a fortaleza e a temperança.
O Catecismo da Igreja lembra que todas as virtudes humanas, que são muitas, giram à volta das quatro virtudes cardeais, que são as virtudes-eixo: prudência, justiça, fortaleza e temperança (nn. 1805-1809).
No estoicismo, defende-se a ideia das quatro virtudes cardinais como um roteiro para uma vida virtuosa: coragem, temperança, justiça e sabedoria. Estou convencido que essas virtudes não só se aplicam no exercício da liderança, como são um bom parâmetro para viver uma vida mais virtuosa e liderar melhor.
Nos diálogos socráticos de Platão, Sócrates examina as principais virtudes: sabedoria, piedade, coragem, temperança e justiça. Examinar as virtudes significa, para Sócrates, procurar conhecer a natureza ou essência () de cada uma e a relação que mantêm entre si.
A grande popularidade deste trabalho na Idade Média ajudou a espalhar este conceito pela Europa. São elas: castidade (em latim: castitas), caridade (caritas), temperança (temperantia), diligência (industria), paciência (patientia), bondade/benevolência (benevolentia) e humildade (humilitas).
A maior virtude de um homem é sua nobreza, sua grandeza de caráter e generosidade, além de sua elegância, não apenas no modo de se vestir, mas em suas atitudes.
As 24 forças de caráter são criatividade, curiosidade, julgamento, amor pela aprendizagem, perspectiva, bravura, perseverança, honestidade, entusiasmo, amor, bondade, inteligência social, trabalho em equipe, justiça, liderança, perdão, humildade, prudência, autorregulação, apreciação da beleza e excelência, gratidão, ...
A virtude é um pré-requisito para entrar nos templos santos do Senhor e para receber a orientação do Espírito. A virtude “é um padrão de pensamento e conduta com base em padrões morais elevados”. Ela inclui a castidade e a pureza moral. A virtude começa no coração e na mente.
A maior de todas as virtudes, porém, é o amor, pois amor/compaixão/misericórdia designa a própria essência de Deus. Esta virtude designa a seguinte realidade: Deus se doa sem reservas a nós, seres humanos, e nós podemos acolhê-lo totalmente e participar plenamente da sua intimidade.
Por exemplo, considerando quais são as virtudes mais importantes, Aristóteles propôs as seguintes nove: sabedoria; prudência; justiça; fortaleza; coragem; liberalidade; magnificência; magnanimidade; temperança.
Para combater a inveja, a Igreja nos ensina a cultivar virtudes que são opostas a esse pecado, como a gratidão, a humildade e a caridade. A gratidão nos leva à ação de graças a Deus pelo que Ele nos proporciona e, assim, desvia o nosso foco da comparação com os outros.
As virtudes cardeais são aquelas que abrem a porta para todas as outras virtudes, elas são denominadas principais por serem as geradoras das outras virtudes. São classificadas cardeais a prudência, a justiça, a fortaleza e a temperança.
São três as virtudes teologais: a fé, a esperança e a caridade. Elas são infundidas por Deus e se adaptam às faculdades do homem, levando-o à participação na vida divina. Além disso, são estas três que orientam e vivificam todas as virtudes morais.
Deus é Hylezoísta, ou seja, ele é a vida e a matéria do universo se manifestando. Uma vida e uma matéria eternamente em movimento. Por isso dizemos que ele é o sopro divino, que anima tudo. Deus é a razão, o logos, a ordem de todas as coisas na natureza, ele é o destino e a necessidade suprema.
O termo grego ataraxía, introduzido por Demócrito (c. 460-370 a. C.), significa tranquilidade da alma, ausência de perturbação. É um conceito fundamental da filosofia epicurista e dos céticos, e pode traduzir-se como imperturbabilidade, ausência de inquietação ou serenidade do espírito.