Este exame mostra ao seu médico o quão grave pode ou não ser a DPOC, pois existem vários estágios da doença. A extensão da DPOC é classificada em 4 estágios diferentes que são definidos pelos seus sintomas e pelos resultados do seu exame de Espirometria, são esses graus: leve, moderada, grave e muito grave.
Os principais sintomas são falta de ar, tosse e chiado no peito. Para a confirmação do diagnóstico, é necessário avaliação clínica e exame de espirometria. O diagnóstico precoce e a interrupção do tabagismo são ações importantes para evitar agravamento da doença, hospitalizações, invalidez e morte.
Os médicos podem avaliar a obstrução do fluxo de ar com espirometria expiratória forçada (testes que medem o quanto e quão rapidamente o ar pode ser exalado dos pulmões — veja Teste de função pulmonar).
Qual a expectativa de vida de uma pessoa com DPOC?
1 em cada 5 pacientes morrerá dentro de um ano após sua primeira hospitalização pela doença. Apesar do enorme fardo e do fato de que a sobrevivência da DPOC é comparável a alguns tipos de câncer, ninguém fala sobre isso.
Qual é o tempo médio de vida de quem tem enfisema pulmonar?
Qual a expectativa de vida do paciente diagnosticado com enfisema pulmonar? Após o diagnóstico, a expectativa de vida do paciente varia bastante de acordo com a gravidade do acometimento. A maioria das pessoas vive mais de 10 anos, entretanto nos casos graves a expectativa pode ser menor que 5 anos.
Estágio 4 (DPOC muito grave ou em estágio final): Os sintomas do estágio 3 pioram e se tornam mais persistentes. Apenas respirar torna-se um esforço. Os surtos podem ser mais frequentes e graves.
O médico ressalta ainda que a DPOC mata mais que câncer e infarto e é uma inflamação que atua em espalhamento, provocando mais infartos e AVCs (acidentes vasculares cerebrais). Stirbulov também alerta para os cuidados redobrados com a Covid-19, pois a DPOC é um fator de risco para seu agravamento.
Qual o normal da saturação de uma pessoa com DPOC?
Normalmente, a saturação deve estar acima de no mínimo 90% para garantir que o organismo esteja recebendo O₂ suficiente para um funcionamento adequado.
Os estágios mais avançados da doença apresentam obstrução acentuada acompanhada de aumento de pressão ventricular direita (cor pulmonale) e insuficiência respiratória.
Para pacientes com sintomas leves, são recomendados broncodilatadores de curta ação, especificamente o salbutamol e o fenoterol. Para pacientes com a doença moderada ou grave, recomenda-se o uso de broncodilatador de longa ação, como o salmeterol e o formoterol.
Pacientes que apresentam exacerbação da DPOC com sinais de gravidade (risco de vida), devem ser atendidos em Serviços de emergência. Os principais sinais e sintomas são: Dispneia, tosse, sibilos e aumento da produção de escarro e/ou alteração de sua característica (purulento).
Quais complicações o paciente com DPOC pode evoluir?
Normalmente seu início é lento, mas pode evoluir de modo mais rápido levando a incapacidade por insuficiência respiratória e óbito. Outros tipos de fumo como o cachimbo, narguilé, maconha e a exposição passiva também contribuem para causar e piorar a doença.
Pode ocorrer febre e dores no corpo e a falta de ar pode surgir mesmo em repouso e pode ser necessária hospitalização. Durante uma crise grave pode-se desenvolver um quadro clínico que pode colocar em risco a vida do indivíduo, denominado de insuficiência respiratória aguda.
“Entre 95% e 100%, a pessoa está bem. De 90% a 95%, gera preocupação. Abaixo de 90%, alguma medida precisa ser tomada, porque pode levar a uma situação de sofrimento, muitas vezes, irreversível dos órgãos”, aponta o neurocientista.
“Nos pacientes adequadamente tratados os sintomas mais comuns são tosse e falta de ar leve. Confusão e sonolência estão mais ligadas a complicações da DPOC, podendo também estar presentes em doenças associadas e que devem ser investigadas, como a síndrome de apneia do sono”.
Quanto aos riscos da oxigenioterapia contínua prolongada, o Ministério da Saúde ressalta ainda que se trate de um processo inconveniente devido à dificuldade para deslocamento desses pacientes, além de aumentar o risco de acidentes dos mesmos, caso mantenham o tabagismo12.
A DPOC é progressiva e, se não tratada, tem uma alta taxa de complicações. Ela aumenta o risco, por exemplo, para problemas cardíacos, infecções pulmonares e câncer de pulmão. A cada ano, cerca de 3,2 milhões de pessoas morrem no mundo por causa do diagnóstico, segundo a OMS.
Quanto tempo de vida um portador de DPOC grave pode ter?
2 – Após ser diagnosticado com DPOC grave, quanto tempo a pessoa tem de vida? Não é possível estabelecer um limite de tempo que um portador da doença pode viver. Mesmo nos casos mais graves, se realizar o tratamento adequado e adotar hábitos saudáveis, é possível ter uma vida plena.
Após o diagnóstico, a expectativa de vida do paciente com enfisema pulmonar varia de acordo com a gravidade da condição. Muitos vivem mais de 10 anos com a doença, mas, em casos mais graves, essa expectativa é reduzida para menos de 5 anos.
A queixa de sonolência diurna excessiva (SDE) é o sintoma mais importante nos pacientes com AOS e pode ser o melhor indício da necessidade de estudos do padrão do sono em pacientes com DPOC.
O enfisema pulmonar é uma das doenças respiratórias mais comuns da atualidade. Mas, apesar de não ser rara, é uma condição altamente grave e que reduz a qualidade de vida do portador ao longo do tempo.
Os sintomas no enfisema pulmonar avançado, já são bem evidentes e limitantes, a saber: Hipoxia (baixa quantidade de oxigénio no sangue), falta de ar em repouso, fraqueza muscular generalizada e desnutrição. Como consequência deste envolvimento sistémico, o enfisema pulmonar pode levar à morte.