– azia ou queimação que se origina na boca do estômago, mas pode atingir a garganta; – dor torácica intensa, que pode ser confundida com a dor da angina e do infarto do miocárdio; – tosse seca; – doenças pulmonares de repetição, como pneumonias, bronquites e asma.
Quando o refluxo é considerado grave? O refluxo é uma doença que abala a qualidade de vida. A dor, azia e desconforto podem ser consideráveis e o sono pode ser prejudicado pela tosse apneia. A presença de doenças pulmonares, como asma e pneumonias aspirativas, tornam o quadro ainda mais grave e preocupante.
No geral, as principais consequências do refluxo gastroesofágico são os sintomas, que podem prejudicar o dia a dia do indivíduo. Porém, se não for abordado e tratado precocemente, essa condição também pode levar a doenças mais sérias, como o Esôfago de Barrett. Saiba mais sobre essa condição clicando aqui.
O conteúdo do refluxo, ao penetrar no interior dos brônquios e dos pulmões, pode levar a uma série de doenças como asma, pneumonia, bronquiectasias e fibrose pulmonar. O refluxo, quando passa pela garganta, pode ocasionar dor ao engolir, rouquidão (por comprometer as cordas vocais) e até mesmo sinusite e dor de ouvido.
Queimação, ânsia e dor na região do estômago são alguns dos sintomas comumente relatados por pessoas que sofrem com o refluxo gastroesofágico. A condição, que passa a ser considerada doença quando ocorre mais de uma vez por semana, pode provocar mais do que um simples mal-estar.
Sintomas de Refluxo [SINAIS PERIGOSOS PARA PRESTAR ATENÇÃO]
Qual o refluxo mais grave?
Complicações do refluxo gastroesofágico
A inflamação do esôfago (esofagite ou esofagite erosiva) causa sintomas característicos da doença do refluxo gastroesofágico, porém, talvez mais graves.
Nos casos mais graves, especialmente em indivíduos idosos ou com dificuldades na deglutição, o refluxo pode levar à aspiração de pequenas quantidades de conteúdo gástrico para os pulmões. Isso pode resultar em pneumonia aspirativa, uma infecção pulmonar que pode ser grave e de difícil tratamento.
O refluxo frequente pode causar danos ao esôfago, pois esse órgão não é preparado para lidar com os ácidos estomacais. Assim, podem surgir problemas como a esofagite ou o câncer de esôfago. As células do órgão são modificadas pela presença dos ácidos, o que leva à sua mutação.
Evitar beber líquidos durante as refeições; Evitar comer de 2 a 3 horas antes de se deitar; Evitar deitar ou fazer exercícios logo após as refeições; Beber chá de camomila, pois ele atua acalmando o intestino e o estômago.
De toda forma, a cirurgia de refluxo pode ser realizada se a pessoa estiver apresentando complicações, como a já citada úlcera e o esôfago de Barret. Também para aqueles que apresentam refluxo há muito tempo, com uma intensidade maior ou sintomas muito frequentes e que não conseguem ficar sem medicação.
O câncer de esôfago não causa sintomas em seu estágio inicial. Dificuldade de deglutição, perda de peso e dor no peito são alguns dos sintomas principais. Consumo de bebidas muito quentes, alcoólicas e tabagismo são fatores de risco.
Na maior parte dos casos os pacientes relatam melhora dos sintomas entre o 2 - 4 mês, mas este tempo pode ser maior, inclusive chegando a 12 meses. Seguir as orientações médicas é fundamental para o sucesso do tratamento. - Pacientes que não possuem o diagnóstico de doença do refluxo.
Caso não seja tratado adequadamente, o refluxo gastroesofágico pode causar danos graves ao organismo em médio e longo prazo. Por conta da alta presença de ácido na regurgitação, as cicatrizes causadas no esôfago podem resultar em tosse crônica, estreitamento do órgão e até câncer.
O estresse, a ansiedade e outras condições emocionais podem afetar diretamente o sistema digestivo, desencadeando sintomas desconfortáveis e até crises de refluxo.
No entanto, quando ocorre repetidamente dentro de uma determinada frequência, o refluxo pode sim ser uma doença perigosa. O processo corrosivo constante leva ao surgimento de úlceras ou condições como o Esôfago de Barrett, como são chamados os danos na parte inferior do tubo que liga a boca e o estômago.
Normalmente os sintomas se apresentam com acidez (azia) e desconforto na boca do estômago. Em casos mais graves, a pessoa pode sentir o líquido refluindo até a garganta, apresentando pigarro e até mesmo rouquidão e sinusite. Algumas vezes ele ainda está aliado à hérnia de hiato.
O mais importante é que não esperar muito tempo para procurar um médico quando os sintomas de refluxo aparecem. Se persistirem por mais de uma semana sem que você tenha feitos grandes alterações nos hábitos alimentares, procure um especialista.
Um novo tratamento para o refluxo gastroesofágico (DRGE) foi aprovado no Brasil, trata-se do Esophyx, dispositivo implantado entre o esôfago e o estômago através de um procedimento endoscópico chamado Transoral Incisionless Funduplication (TIF).
tomar chá de mel e limão para ajudar a eliminar a secreção da garganta; respirar fundo e engolir com força ou fazer gargarejos sempre que sentir vontade de 'limpar a garganta' ou pigarrear; evitar se deitar logo depois de comer para evitar o pigarro decorrente de refluxo.
A broncoaspiração pode acontecer devido a problemas de deglutição, refluxo gastroesofágico, uso de remédios para dormir ou por colocar objetos estranhos dentro da boca, principalmente no caso de crianças.
A médica explica que quando o suco gástrico sobe repentinamente para o esôfago, o que caracteriza a doença do refluxo, pode ocorrer dor intensa no peito e falta de ar. A gastrite aguda é outro problema no sistema digestivo que pode simular dores parecidas com a do infarto.
Evitar também bebidas muito quentes; evitar fumar; aguardar cerca de 1 a 2 horas entre a última refeição do dia e o sono; elevar a cabeceira da cama; praticar atividades físicas para melhorar o tônus muscular, corrigir desvios posturais, adequar seu peso à sua altura e promover seu bem-estar; evitar posições que ...