“No Brasil, além do saruê, temos várias espécies de pererecas, rãs e sapos que costumam simular a própria morte. Nos Estados Unidos, há até mesmo cobras com o comportamento, como a hognose snake [cobra 'nariz-de-porco', em tradução livre], que vira de barriga para baixo e abre a boca”, conta Carlos.
Quais animais simulam a morte como estratégia de defesa?
Cientificamente conhecido como tanatose, ou imobilidade tônica, o comportamento ocorre em todo o reino animal, de aves a mamíferos e peixes. Talvez o animal mais famoso por simular a própria morte seja o gambá-da-virgínia, nativo da América do Norte.
Os elefantes cumprem rituais após a morte de um companheiro, indicando compreensão de que a morte é definitiva. Eles coletam ossos e as presas de marfim de um indivíduo morto de sua manada, segurando pela tromba e circulando esses fragmentos para os demais membros do grupo, numa espécie de cerimônia fúnebre.
Comum no Brasil, a coruja-rasga-mortalha é conhecida por anunciar a morte com o seu grito. A coruja-rasga-mortalha, conhecida popularmente como “coruja da morte”, “suindara” e “coruja-da-igreja”, está presente em todo o território brasileiro.
“Animais não-humanos como mamíferos e aves, e vários outros, incluindo o polvo, também possuem as faculdades neurológicas que geram consciência”, declarou o grupo, na chamada Declaração de Cambridge.
Popularmente conhecida como mariposa-bruxa, mariposa-negra, bruxa-negra ou bruxa, está associada à crença sobre a morte. No Brasil, acredita-se que quando uma mariposa deste tipo entra em casa ela pode trazer algum “mau agouro”, sinalizando a morte de algum morador.
Passaro Rasga Mortalha. O pássaro que prevê a morte de alguém de sua família. chamado de rasga mortalha. De acordo com a lenda, quando a rasga mortalha passa resuando um campo.
Esse incrível mecanismo de defesa é chamado de tanatose e é usado por diversos animais, incluindo os gambás! 🐾 Quando se sentem ameaçados, sem chance de fugir, os gambás "encenam" a própria morte para enganar predadores, já que muitos deles evitam atacar presas aparentemente mortas.
O crânio humano é usado universalmente como um símbolo da morte. É um processo universal e inevitável que eventualmente ocorre com todos os organismos vivos.
Em algumas culturas e superstições costuma ser associada à mau presságio e até à morte. Em algumas tradições asiáticas por outro lado, como a japonesa, a coruja é considerada um símbolo de proteção e sorte. Acredita-se até que ela afasta os espíritos malignos.
Inofensiva e essencial à biodiversidade, a Ascalapha odorata tem má fama por supostamente trazer azar. O Laboratório de Coleções Zoológicas do Instituto Butantan possui dois exemplares de um inseto bastante peculiar: a mariposa-bruxa (Ascalapha odorata), que figura no imaginário popular como um sinal de morte e azar.
Os efemerópteros (ordem Ephemeroptera), como o próprio nome diz, têm vida efêmera, de no máximo 24 horas. Esse período serve praticamente apenas para a reprodução, explica o biólogo Milton Neto, professor do Colégio Walt Disney, de Pernambuco.
conclusão de que todos os vertebrados são capazes de sentir dor (mamíferos, aves, repteis, anfíbios e peixes), porém a maioria dos invertebrados não são capazes de senti-la (com exceção dos cefalópodes).
O chimpanzé é considerado o animal mais inteligente do mundo, sendo uma espécie que compartilha entre 98,8% e 99,6% do material genético do ser humano.