Publicanos e cobradores de impostos Os publicanos ou cobradores de imposto eram os coletores de tributos e taxas destinados ao Império Romano. Por essa razão, eram odiados pelo povo. Costumava-se dizer: “Só os publicanos são ladrões”.
O teólogo Pedro Jorge descreve que os publicanos (cobradores de impostos) sempre foram detestados e desprezados pelo povo de Deus (em quase todas as religiões abraâmicas) pelo fato de que o imposto nada mais é do que um roubo, a tomada da propriedade de uma pessoa sem o consentimento desta pessoa, consiste em ser uma ...
Um era fariseu, o outro era publicano, ou seja, era coletor de impostos. As pessoas não gostavam dos coletores de impostos porque achavam que eles não eram honestos. O fariseu colocou-se à frente dos outros para orar e agradeceu a Deus por ser melhor do que as outras pessoas.
Eles eram detestados e rejeitados pelos judeus, que não admitiam a cobrança de impostos, a qual, segundo os fariseus, que tinham como função zelar pela doutrina hebraica, ia contra a Lei de Moisés.
Zaqueu (em grego: Ζακχαῖος - "Zakchaios"; em hebraico: זכי, - "puro", "justo") era o responsável pela coleta de impostos em Jericó segundo Lucas 19:1–10. Os coletores de impostos eram odiados pelos seus compatriotas judeus, que os viam como traidores trabalhando para o Império Romano.
Jesus percorria Jericó, a caminho de Jerusalém. Lá havia um homem chamado Zaqueu, que era o principal cobrador de impostos da região, e assim era visto pelo povo judeu como o principal pecador. Isto porque ele era considerado conivente com as autoridades romanas que dominavam Israel.
Os publicanos, ou publicani, que em grego tinham o nome de telonai, eram pessoas contratadas pelo Estado Romano para recolherem os impostos, sendo os contratos celebrados de cinco em cinco anos.
“Publicanos” eram cobradores de impostos – judeus que se haviam colocado a serviço de Roma para estorquir dinheiro de seu próprio povo e repassá-lo aos dominadores pagãos. Eram odiados e rejeitados por causa da sua desonestidade e subserviência aos interesses romanos.
Zaqueu era cobrador de impostos, homem rico, mas faltava algo na sua vida. E, por isso, ele procurava ver Jesus. Sendo baixinho, subiu numa árvore no momento em Jesus passaria ali por perto, no meio da multidão. Como viver esse Evangelho no dia de hoje?
E o que significa Zaqueu nesta história? No início deste Estudo vimos que as propriedades da FIGUEIRA BRAVA, ou SICÔMORO, eram de ser uma Árvore que produzia Frutos com dificuldade e de qualidade inferior, apesar de ter raízes profundas e ramos fortes.
Os cobradores de impostos, também conhecidos como “publicanos”, eram considerados inimigos dos judeus e pecadores porque estavam a serviço do Império Romano, colaborando na opressão e exploração do povo.
Confiante em sua religiosidade, o fariseu nada pede a Deus e, assim, nada recebe. Por outro lado, os publicanos eram os desprezados judeus que colaboraram com o Império Romano. Por serem conhecidos por recolher os impostos e taxas, eles são geralmente descritos como "coletores de impostos".
Historicamente, Jesus Cristo foi um profeta judeu que viveu na Palestina no século I d.C. Durante sua vida, ele trouxe uma mensagem de libertação a Israel, prometendo a formação de um reino de Deus na Terra.
Hoje, os “publicanos” podem ser encontrados em diversos contextos. Eles podem ser os moradores de rua, os dependentes químicos, os presidiários, as prostitutas ou qualquer pessoa que a sociedade considere indigna ou desprezível.
Os fariseus do século XXI. Se, como ensina Jesus, os fariseus são aqueles que abandonaram “o mandamento de Deus para seguir a tradição dos homens”, nossa época está cheia deles.
O Zaqueu hoje pode ser cada um de nós que, embora nem sejamos ricos nem tenhamos explorado ninguém, não se sentimos ainda tocados por Jesus nem motivados a uma verdadeira conversão.
Entretanto, Jesus levanta o olhar e interpela-o: «Zaqueu, desce depressa, que Eu hoje devo ficar em tua casa». É preciso descer, colocar-nos ao nível de Jesus, que sendo de condição divina, quis ser um de nós, para no meio de nós nos ensinar a ser irmãos, porque filhos de Deus, do mesmo Pai.
O publicano, um importante cobrador de impostos e de tributos, dava graças a Deus pela sua vida, sem fazer nenhuma comparação em relação aos demais. Esse sim saiu justificado, porque teve atitude profunda de humildade, batia no peito arrependido e de reconhecimento das próprias faltas.
Qual era a diferença entre publicanos e pecadores?
Um “pecador”, para um fariseu, era um judeu que não seguia a Lei (além das próprias regras dos fariseus). E um “publicano” era um judeu coletor de impostos para o Império Romano.
Mateus era judeu, tinha boas condições financeiras e trabalhava como publicano - recolhendo os impostos para o império romano. Ele revelou muitos detalhes a respeito do ministério e da vida de Jesus.
Esta realidade é descrita por Jesus em forma de uma parábola, a do fariseu e do publicano. O fariseu se vangloria de tudo que realiza. O publicano, ao contrário, traduz sua vida numa oração humilde e confiante, dirigida a Deus.
Mamon é um termo, derivado da Bíblia, usado para descrever riqueza material ou cobiça, na maioria das vezes, mas nem sempre, personificado como uma divindade. A própria palavra é uma transliteração da palavra hebraica "Mamom" (מָמוֹן), que significa literalmente "dinheiro".