Embora o lançamento tenha sido um sucesso, Florence Stoker logo soube do filme e iniciou um processo litigioso por plágio. Apesar das mudanças, Stoker venceu a disputa e o filme foi declarado ilegal.
E Florence Balcombe, viúva de Stoker, certamente sabia disso. Balcombe tomou medidas legais e, em julho de 1925, um tribunal alemão decidiu que todas as cópias do Nosferatu de Murnau deveriam ser queimadas por violação de direitos autorais.
O longa original, “Nosferatu, Uma Sinfonia do Horror", foi lançado em 1922 e é considerado a obra-prima do Expressionismo Alemão. Contudo, por pouco ele não foi completamente apagado da história, depois de processos judiciais e uma proibição que quase extinguiu todas as cópias produzidas do aclamado longa de horror.
Nosferatu, ícone do expressionismo alemão do diretor Friedrich Wilhelm Murnau, inspirou diversas outras caracterizações de chupadores de sangues e o Conde Orlock se tornou uma referência no cinema de terror — veja bem, ele até mesmo aparece em um dos episódios da animação Bob Esponja.
A mudança mais visível foi feita no próprio vampiro protagonista. Conde Drácula virou Conde Orlok, e seu visual foi radicalmente transformado. Drácula é descrito com uma aparência mais humana e sedutora, enquanto Nosferatu é um mostro sem vida.
Ela se sacrificou para distraí-lo, para que ele não percebesse que era amanhecer até ser tarde demais. Ela, essencialmente, o seduziu a exagerar no sangue e esquecer a hora.
Embora o lançamento tenha sido um sucesso, Florence Stoker logo soube do filme e iniciou um processo litigioso por plágio. Apesar das mudanças, Stoker venceu a disputa e o filme foi declarado ilegal.
Robert Tigers deu a sua declaração explicando que ele escolheu por o bigode no porque na época os homens da Transilvânia tinha um bigode inclusive o o empalador tinha bigode o Drácula verdadeiro Drácula original então por isso que o nosso querido com aparência grotesca tá usando um bigodinho mas me diz aí vocês, cês ...
Em Nosferatu (1922), Ellen é uma vítima passiva. Na nova versão, ela ganha protagonismo ao ser responsável pela chegada de Orlok. Desde a infância, Ellen possui habilidades mediúnicas que a permitem invocar o vampiro.
Nosferatu seria a personificação dos desejos reprimidos de Ellen, relacionados a Eros e Thanatos, ao desejo e à morte. Nosferatu também pode ser associado à peste e ao medo do contágio, símbolos de um terror coletivo compartilhado.
Assim poderíamos resumir o começo da história de Nosferatu, um dos vampiros mais famosos da história do cinema, imortalizado pela primeira vez em 1922 pelo diretor alemão Friedrich Wilhelm Murnau.
Em Vampiro: A Máscara, Caim, o "Pai Sombrio" é considerado ser o primeiro vampiro. Ele pode ser identificado com o personagem bíblico, Caim, que é mencionado no Livro do Gênesis. Antes da formação da Camarilla, muitos vampiros se referiam a si próprios como "Cainitas" em reconhecimento a sua origem.
Apesar das mudanças, as semelhanças com o livro original eram inegáveis, e Florence Balcombe, viúva de Bram Stoker, tomou medidas legais para proteger os direitos autorais de seu falecido marido. Drácula veio antes de Nosferatu e já foi adaptado várias vezes em séries e filmes.
Drácula, o aristocrata vampírico, é praticamente um super-herói sombrio. Ele pode se transformar em névoa, lobo ou morcego, controlar animais, e até mesmo atravessar paredes. Já Nosferatu é bem mais limitado: ele não pode se transformar e não possui o charme hipnótico de Drácula.
Quando FW Murnau lançou "Nosferatu: Uma Sinfonia de Horror" em 1922, ele talvez não imaginasse que sua obra redefiniria como vampiros seriam retratados no cinema.
peach Lançado em 1922 e dirigido por F.W. Murnau, Nosferatu deu origem a uma lenda peculiar: Max Schreck, o ator que viveu o Conde Orlok, seria um vampiro real.
E assim, o comportamento de Ellen na cena final do filme também faz sentido. Ela abraça Orlok quando a luz do sol começa a matar sua forma física, confortando-o silenciosamente, e eles morrem nos braços um do outro.
Qual é a explicação do final chocante de Nosferatu?
É um final em que Ellen retoma o controle de sua vida, sacrificando-se para libertar a cidade de Wisborg. O desfecho é carregado de simbolismos, especialmente na relação entre Ellen e Orlok. Durante o confronto final, fica claro que a conexão entre os dois é algo profundamente enraizado no sobrenatural.